Mais de 90% dos contratos da Jornada Mundial da Juventude adjudicados sem concurso

17 comments
  1. O judicial está a dormir, não têm recursos ou é cúmplice. É escolher um. Enquanto existir o clima de impunidade que se vê todo o santo dia não vamos conseguir andar para a frente porra. Além do mais, um país secular educado não pode estar tão vinculado a nenhuma religião, é o que só pode ser descrito como uma herança retrógrada do estado novo. A par em corrupção só com o futebol. Rápido alguém que investigue a Carminho e a Mariza!

    Como já o Jorge Palma cantou,
    Aí Portugal Portugal, do que é que estás às espera…

  2. Este é o problem, não construir um palco, ou o seu preço.

    Não tenho dúvidas que vai ser utilizado, mas porque esperar desde 2018 para alocar a merda dos contractos ?

  3. >O recurso ao ajuste direto acabou por ser incentivado pelo Governo liderado por António Costa,
    que nos últimos Orçamentos do Estado incluiu um artigo específico sobre
    contratos relativos à “organização, programação, conceção e
    implementação” da JMJ, permitindo às entidades públicas a
    escolha direta de fornecedores em empreitadas até cinco milhões de euros
    e serviços até 400 mil euros – além de os dispensar de fiscalização
    prévia pelo Tribunal de Contas e de não serem considerados para o limite
    da dívida. Segundo o Código dos Contratos Públicos, o recurso
    ao ajuste direto está limitado a 30 mil euros, excetuando casos urgentes
    ou em que os concursos fiquem desertos.

  4. Preparem-se que vão haver mais derrapagens e ajustes diretos. À boa moda portuguesa as obras arrancaram tardiamente e estamos a 6 meses do evento.

    Agora tenho de dizer isto: começo a desconfiar seriamente que estão a tentar tapar um escândalo qualquer do governo (coff, coff, indemnizações e reprivatização da TAP, coff) com estas polémicas em torno das jornadas.

    Como diria o xôr Presidente “Vamos ver”

  5. Assim é que é… Regabofe PS à custa dos pacóvios religiosos. Continuem assim e vejam quanto dinheiro é que o Vaticano oferece quando o país for de novo à bancarrota.

  6. É impopular, mas faz sentido que assim seja.

    Bastava um concorrente impugnar os concursos em tribunal para que a obra não ocorra a tempo das jornadas.

  7. Também 100%, parecia mal. Todos la vão mamar, políticos, igreja, construtores… paga Zé Povinho

  8. Respeito todos os credos e defendo o direito a todos de o realizarem nas melhores condições.

    Mas 50M para esta merda?!

    Devolve o guito, Carlos…

  9. Temos uma classe política que tem demonstrado ao longo dos anos um completo declínio qualitativo e quando vão a avaliação é lhes dada boa nota, pois saem de lá com poderes reforçados espera-se mesmo o quê?

  10. Surpreende-me muito a surpresa de muita gente, a obra está a ser feita pela empresa onde está Paulo Portas, onde esteve Jorge Coelho e muitos outros “notáveis”…

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