É para financiar a luta contra os incêndios devido ao aquecimento global e a plantação de árvores
Ou então são só mais impostos para a plebe pagar.
Ainda bem que os transportes públicos são uma maravilha…
Para condizer com os nossos altos salarios!
Também recebemos para isso, e temos transportes públicos abrangentes e de qualidade, não se pode ter tudo
É para salvar o pilaneta, pá.
Carros de 25 mil com empréstimos a pagar em 10 anos de 50mil. É fantástico. Até para comprar o meu de 4000 euros o total do empréstimo ascentia a 6000 euros. Depois fica tudo especado com carros com 2 décadas a vender por 4 dígitos.
Se quiser comprar um carro fora do mercado pago uns impostos fdp.
Nao ha problema. Tb e o quarto mais bem pago certo? Certo?
E devemos ter dos transportes públicos mais caros e mais inúteis. Um bilhete de autocarro STCP Porto são 2,5 euros…
Um país que foge aos impostos como o diabo da cruz teve nos carros a forma inevitável de financiar o Estado.
O problema não é o IVA e sim o IUC e ISV.
Atualmente, há veículos com menor consumo e menores emissões a pagar mais impostos que veículos com valores altíssimos porque quem desenvolveu estes parâmetros não sabe o que está a fazer.
Os valores são focados na cilindrada do veículo e não nas emissões de carbono. Ou seja, um veículo de 2000cc de cilindrada que é mais eficiente e menos poluente paga muito mais impostos que um 1000cc de cilindrada que consome mais e emite o dobro de emissões poluentes.
Isto faz com que veículos de menor cilindrada, com maiores consumos e maiores emissões estejam entre os mais vendidos, devido aos baixos impostos.
Ou seja, os impostos com fim de baixar emissões estão a piorar as emissões.
A união europeia já avisou inúmeras vezes da irregularidade, o estado já foi levado a tribunal e foi obrigado a devolver o valor várias vezes, mas continuam sem resolver o problema.
Para concluir, o IVA não é o problema porque é o mesmo que para a maioria dos outros bens. Não é só comprar carros que fica caro em Portugal, é tudo. Ou seja, se o IVA descer o problema base continua a existir.
Ainda estou para perceber para onde vai tanta imposto. Os serviços públicos fazem competen com países de terceiro mundo.
É tudo para pagar dívida?
Taxas e taxinhas, e pouco transporte público.
País pobre com tiques de rico.
Nunca subestimem o socialismo, em breve estaremos no 1º lugar
Como o carro é a segunda aquisição mais pesada dos orçamentos em Portugal (depois da habitação) alguns tópicos que vale a pena reter:
**- dupla tributação** – todos os carros pagam 23% IVA sobre o preço, ISV e demais ecotaxas (exemplo: Skoda Octavia 2.0 TDI – Preço Base: 23.192,10 eur + ISV 4778,68 eur + VFV+SIGBVU+SIGOU+SGPU+IUC + IVA 6499,45 eur = PVP 34,993,16, ou seja, 11.801,06 eur de impostos (50,88% de carga fiscal!). A dupla tributação foi já condenada várias vezes por Bruxelas, mas a multa que o Estado português paga é muito inferior à receita que obtém cobrando assim impostos sobre impostos.
– **parque envelhecido poluente e inseguro -** emissões de carbono, partículas e gases poluentes superiores em carros mais antigos, e piores condições de segurança (causadoras muitas vezes de sinistralidade rodoviária) tudo isto à primeira vista implica encargos superiores para o SNS, para não falar dos danos ambientais e até mesmo pessoais.
– **falta de incentivo à aquisição de automóveis novos (mais seguros e menos poluentes) e abate das unidades mais antigas -** foi prática de anteriores governos até final de 2011 existirem incentivos ao abate de unidades em fim de vida. Esse incentivo transitou apenas para a aquisição de automóveis totalmente elétricos (bastante mais caros e de praticabilidade de utilização discutível) e deixou de contemplar o abate das unidades mais antigas.
**- a indústria do automóvel é um grande e pesado motor da economia portuguesa** – Apesar de à primeira vista Portugal não parecer um produtor de automóveis forte possui uma das maiores fábricas do Grupo Volkswagen, uma unidade do Grupo Stellantis em Mangualde e uma fábrica de camiões da Daimler/Mitsubishi no Tramagal. A produção em unidades finalizadas pode não parecer significativa em todo o panorama europeu, mas existe um grande número de indústrias de componentes para automóveis que contribuem com centenas de milhares de empregos (Faurecia, Sodecia, Simoldes, Yazaki Saltano, Bosch, Continental, entre muitos outros). Ou seja, dos pedais aos pneus, passando por cablagens, componentes eletrónicos, plásticos e moldes, quase todo o automóvel fabricado na Europa tem componentes portugueses incluidos.
É este o paradoxo! Seja qual for o governo instalado o automóvel é apenas uma mina de impostos e fonte de receita para o Estado.
15 comments
Cá está! Mais um “top5” que dispensávamos!
É para financiar a luta contra os incêndios devido ao aquecimento global e a plantação de árvores
Ou então são só mais impostos para a plebe pagar.
Ainda bem que os transportes públicos são uma maravilha…
Para condizer com os nossos altos salarios!
Também recebemos para isso, e temos transportes públicos abrangentes e de qualidade, não se pode ter tudo
É para salvar o pilaneta, pá.
Carros de 25 mil com empréstimos a pagar em 10 anos de 50mil. É fantástico. Até para comprar o meu de 4000 euros o total do empréstimo ascentia a 6000 euros. Depois fica tudo especado com carros com 2 décadas a vender por 4 dígitos.
Se quiser comprar um carro fora do mercado pago uns impostos fdp.
Nao ha problema. Tb e o quarto mais bem pago certo? Certo?
E devemos ter dos transportes públicos mais caros e mais inúteis. Um bilhete de autocarro STCP Porto são 2,5 euros…
Um país que foge aos impostos como o diabo da cruz teve nos carros a forma inevitável de financiar o Estado.
O problema não é o IVA e sim o IUC e ISV.
Atualmente, há veículos com menor consumo e menores emissões a pagar mais impostos que veículos com valores altíssimos porque quem desenvolveu estes parâmetros não sabe o que está a fazer.
Os valores são focados na cilindrada do veículo e não nas emissões de carbono. Ou seja, um veículo de 2000cc de cilindrada que é mais eficiente e menos poluente paga muito mais impostos que um 1000cc de cilindrada que consome mais e emite o dobro de emissões poluentes.
Isto faz com que veículos de menor cilindrada, com maiores consumos e maiores emissões estejam entre os mais vendidos, devido aos baixos impostos.
Ou seja, os impostos com fim de baixar emissões estão a piorar as emissões.
A união europeia já avisou inúmeras vezes da irregularidade, o estado já foi levado a tribunal e foi obrigado a devolver o valor várias vezes, mas continuam sem resolver o problema.
Para concluir, o IVA não é o problema porque é o mesmo que para a maioria dos outros bens. Não é só comprar carros que fica caro em Portugal, é tudo. Ou seja, se o IVA descer o problema base continua a existir.
Ainda estou para perceber para onde vai tanta imposto. Os serviços públicos fazem competen com países de terceiro mundo.
É tudo para pagar dívida?
Taxas e taxinhas, e pouco transporte público.
País pobre com tiques de rico.
Nunca subestimem o socialismo, em breve estaremos no 1º lugar
Como o carro é a segunda aquisição mais pesada dos orçamentos em Portugal (depois da habitação) alguns tópicos que vale a pena reter:
**- dupla tributação** – todos os carros pagam 23% IVA sobre o preço, ISV e demais ecotaxas (exemplo: Skoda Octavia 2.0 TDI – Preço Base: 23.192,10 eur + ISV 4778,68 eur + VFV+SIGBVU+SIGOU+SGPU+IUC + IVA 6499,45 eur = PVP 34,993,16, ou seja, 11.801,06 eur de impostos (50,88% de carga fiscal!). A dupla tributação foi já condenada várias vezes por Bruxelas, mas a multa que o Estado português paga é muito inferior à receita que obtém cobrando assim impostos sobre impostos.
– **parque envelhecido poluente e inseguro -** emissões de carbono, partículas e gases poluentes superiores em carros mais antigos, e piores condições de segurança (causadoras muitas vezes de sinistralidade rodoviária) tudo isto à primeira vista implica encargos superiores para o SNS, para não falar dos danos ambientais e até mesmo pessoais.
– **falta de incentivo à aquisição de automóveis novos (mais seguros e menos poluentes) e abate das unidades mais antigas -** foi prática de anteriores governos até final de 2011 existirem incentivos ao abate de unidades em fim de vida. Esse incentivo transitou apenas para a aquisição de automóveis totalmente elétricos (bastante mais caros e de praticabilidade de utilização discutível) e deixou de contemplar o abate das unidades mais antigas.
**- a indústria do automóvel é um grande e pesado motor da economia portuguesa** – Apesar de à primeira vista Portugal não parecer um produtor de automóveis forte possui uma das maiores fábricas do Grupo Volkswagen, uma unidade do Grupo Stellantis em Mangualde e uma fábrica de camiões da Daimler/Mitsubishi no Tramagal. A produção em unidades finalizadas pode não parecer significativa em todo o panorama europeu, mas existe um grande número de indústrias de componentes para automóveis que contribuem com centenas de milhares de empregos (Faurecia, Sodecia, Simoldes, Yazaki Saltano, Bosch, Continental, entre muitos outros). Ou seja, dos pedais aos pneus, passando por cablagens, componentes eletrónicos, plásticos e moldes, quase todo o automóvel fabricado na Europa tem componentes portugueses incluidos.
É este o paradoxo! Seja qual for o governo instalado o automóvel é apenas uma mina de impostos e fonte de receita para o Estado.
Aguardo os vossos comentários.