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15 comments
  1. Dou duas horas para o primeiro comentário a chamar o u/Infamous-Fix1603 de racista. Toma um cima voto.

  2. A opinadora escreve: “Mais de 800 casos de mutilação feminina em Portugal. É o que dizem os números e estes são os conhecidos, porque é certo que existem muitos outros que desconhecemos. Estes sabemos que aconteceram por terem obrigado a uma intervenção hospitalar depois do ritual feito por uma cortadora contratada para mutilar. ”

    A opinadora dá a ideia de que os crimes aconteceram em Portugal e que ninguém quer saber. Segundo artigo no Público do passado dia 6, foram 835 casos detectados desde 2014, sobretudo em consultas de gravidez e durante o parto. Um dos 835 casos aconteceu em Portugal. Desde 2015, há legislação específica para este crime.

    Ainda nesse artigo:

    >Muitos casos dão origem a complicações. A DGS indica que em 2022 registaram-se complicações em 100 mulheres, a maior parte do foro psicológico e obstétrico, além de complicações da resposta sexual e sequelas ginecológicas.
    >
    >Portugal, onde se estima que vivam mais de 6500 mulheres submetidas a esta prática, tem apostado em políticas públicas a este nível – incluiu o combate à mutilação genital feminina na Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não-Discriminação 2018-2030, no âmbito do Plano de Acção para a Prevenção e o Combate à Violência contra as Mulheres.
    >
    >Graças à criação do Projecto Práticas Saudáveis, na região de Lisboa e Vale do Tejo são formados profissionais de saúde e capacitadas equipas – como a do Hospital Amadora-Sintra – para identificarem os casos e actuarem em conjunto com escolas e associações comunitárias.

    Eu compreendo a amargura da opinadora, mas as autoridades estão a actuar e a resolução está na educação e sensibilização.

  3. Aqui em Cascais é prática comum todas as pitas de “gente de bem” são “castradas” antes dos 6. 🤡

    No mais espetacular nesta notícia, já velha ” repetição ao longo de anos ” é nunca se falar objectivamente que é um problema não português.

    Este tipo de racismo reverso está cada vez mais descontrolado, fonix é que merece ser caso de estudo.

  4. Ainda assim é menos inamissivel que ferrar um tabefe num puto que nao se cala com a birra. A justiça nao chega a todo o lado e acaba a ter que escolher as lutas que trava conforme a sua severidade.

  5. Mutilação genital feminina em Portugal? Nunca tinha ouvido falar desta prática no nosso país. Se tal existe entre o nosso povo,é uma vergonha para nós cidadãos portugueses termos esta barbárie escondida entre as nossas tradições durante todos estes séculos e nunca ninguém ter ousado falar sobre ela. Espero que as mulheres portuguesas vítimas desta violação durante todos estes anos finalmente confrontem o patriarcado que escondeu este assunto e exija reparações.

  6. Para os confundidos: falar do problema não é racismo. Assumir que é um problema e até falar das comunidades em que é um problema também não é racista. Legislar contra o problema também não o é.

    O que sim é racista é usar a notícia não para refletir sobre o problema, e sim para alimentar uma narrativa vitimista que “ai tudo agora é racismo” antes sequer de alguém mencionar a palavra “racista”.

    Isso é estar a minimizar o problema e/ou a exteriorizá-lo como “não português”.

    Sinceramente, dá-me asco ler estes comentários que demonstram zero empatia com as vítimas e zero preocupação com a diminuição da mutilação feminina e que só procuram atenção para um problema que não existe, o falso “racismo contrário”. A negação do racismo que existe em Portugal é absurda.

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