
Programa da UE para investigação da prova de conceito de tecnologia (electrica, electrónica, software, mecânica, hidraúlica, materiais, etc) para a nova geração de veículos blindados não inclui Portugal (quer empresas quer instituições de investigação). Porque é que ficamos alegremente para trás? Ninguém se preocupa? É que nem para uma _subempreitada_ lá estamos.
[Exemplo](https://www.edrmagazine.eu/wp-content/uploads/2021/12/FAMOUS-consortium-800×534.jpg) dos principais colaboradores do consórcio. Os nossos vizinhos Espanhóis estão lá batidos.
4 comments
mas nós temos, cá no burgo, uma empresa que trabalhe nisso?
As chaimites ainda devem estar para as curvas e há bué para aí (https://newinseixal.nit.pt/cultura/ha-um-novo-monumento-na-rotunda-do-riosul-shopping-em-homenagem-ao-25-de-abril/ nem é única rotunda com chaimite). E nem estou (só) a gozar. Em efeitos práticos, tanques não nos devem dar muito jeito para defesa, a não ser que espanhois se armem em brincadeiras que nem parece muito provável e nesse caso mais vale mandar abaixo umas pontezitas em estradas e por umas minas por aí e uns snipers a jeito em certs montes. O que é vamos fazer com tanques? Invadir Olivença?
As empresas portuguesas envolvidas no setor da defesa são quase todas no setor de comunicações e isso encontra-se em todos os países europeus.
Como faltam empresas para comercializar a tecnologia então também não vão existir centros de investigação para as desenvolver
Há muitos países que não estão lá, como Holanda, Polónia, Rep Checa, Hungria, Suécia…