″Fui emigrante, sou casado com uma imigrante.″ Moedas diz não aceitar lições ″de ninguém″

32 comments
  1. Imigrante europeu num país europeu que vai em classe executiva de político… Não é a mesma coisa que um imigrante indiano na Lisboa Lusófona, Moedas…

  2. ROFL a falta de noção

    Ele foi para Bruxelas para um cargo na EU.

    Para quem não sabe, este idiota não pagou contas como alojamento, comida, etc e teve voos à borla para Portugal a cada 2 semanas durante 5 anos.

    Dizer que é emigrante releva não só ignorância como desconexão da realidade do que é ser emigrante

  3. Apesar de louvar que, finalmente, alguém dá resposta ao Marcelinho, eu diria ao Moedas para emigrar para o Congo ou para a Nigéria sem qualquer ajuda diplomática ou regalias e para trabalhar num emprego normal para ver se ele diz o mesmo

  4. Ai meu rico Coins.. Viveu no estrangeiro e casou com uma senhora estrangeira.

    Sim cenoura. Exemplo de vida para todos.

    Espero que a imigracao dele nao seja ser deputado em bruxelas com tudo pago.

    Ha…Foi?
    Pronto. Entao é a mesma coisa que todos os outros Portugueses que vivem no estrangeiro.

  5. Que ninguém duvide que este homem emigrou sem emprego e até teve que lavar pratos e sanitas para sobreviver.

  6. É a falácia ad-hominem em sentido próprio…

    Abre um precedente que apenas pessoas com experiência são habilitadas: apenas um emigrante pode falar de emigração, um toxicodependente sobre droga, uma prostituta de sexo…

    E por aí vai.

  7. A mulher dele não só nasceu em França, como é de famílias ricas. Mas este gajo bate bem da cabeça? Ele sabe lá o que é ser emigrante ou o crlh

  8. Um homem da renascença. Dá o peito às balas, faz tudo o que o presidente e a santa igreja disserem e não aceita lições de ninguém. Ah e tem pesadelos terriveis com ciclovias.

    Se este senhor e seus compadres, não formam uma alternativa sólida e credivel, nao sei quem a forma. /s

  9. Até o Ronaldo podia dizer uma frase destas com esta lógica imagino as dificuldades que deve passar.

    “Portugal precisa de uma política de imigração digna.” a ver nem uma coisa nem outra existe neste momento.

  10. Está aqui muita gente a quem só satisfaria um teste de pobreza. Uma entrevista ao político X ou Y a atestar se realmente já sentiu ou não pobreza na pele antes de se poder pronunciar no que seja, dado que riqueza desqualifica categorias como a de “emigrante” ou até mesmo “casado com imigrante”

    Se viveste e trabalhaste ou estudaste fora, seja em Tirana seja em Cambridge, não faz de ti emigrante?

    Se és casado seja com o Aga Khan seja com um copa da Moldávia, não és casado com um imigrante?

    Sentir pobreza pode dar empatia, perspectiva, e – dependendo de se ser ou não uma pessoa decente (que a pobreza nada aí tem a ver) – trará missão e motivação de a combater na vida dos outros. Mas nada disto pode realmente importar no combate à pobreza caso não se tenha competências técnicas, como conhecimento financeiro, de gestão, de geopolítica e economia. Estás últimas sim são variáveis que devíamos questionar quando ouvimos alguém falar na praça política: está pessoa tem ou não competências técnicas.

    Perguntar se uma pessoa sabe ou não o que é ser pobre na pele, pode nos colocar numa posição de maior ou menor empatia e projeção para com quem fala, mas tem pouca mais importância prática.

    Votem pelas competências, não votem pelas circunstâncias

  11. O comentário do Martelo foi, de facto, completamente estapafúrdio.

    Eu até gostei de pela primeira vez alguém responder às provocações do Martelo. Não acho que o facto do Coins ter sido emigrante e de estar casado com uma emigrante o impeça de tomar medidas contra imigração. É o único problema da resposta dele.

    Um comentador da CNN disse, e muito bem. Vou parafrasear mas foi +/- isto que ele disse: “Todos os países têm quotas e imigração. Não podemos vilificar todos os que falem deste assunto, ignorar completamente o que se passa à nossa volta, e depois esperar que os problemas se resolvam por si só. Na política há assuntos quentes e assuntos frios. O problema é que em Portugal, nem quente nem frio. Não se discute e deixa-se andar.”

  12. Este tipo parecia bem mais competente quando só surgia de meio em meio ano a mandar uns bitaites de Bruxelas.

  13. Por muito que discorde desta opinião em específico, entendo a frustração dele.

    E defendo Imigração por setores como já n países fazem. Agora assim à bandalheira como têm vindo, vamos ter mais “mourarias” por esse Portugal fora.

    He is out of place, but he is right

  14. Lol este pessoal debocha mesmo forte
    Comparar ser um alto quadro da comissão europeia e da goldman sachs a umas pobres almas q os sortudos são os que vivem aos 6 num apartamento em Lisboa e “só” fazem 12 horas

  15. E é verdade: não aceita lições de ninguém. Não acho é que isso seja bom traço num político (nem em nenhum ser humano).

  16. Obrigado Moedas. Hoje devo ter dormido umas 2 horas e estava mal disposto, fartei-me logo de rir quando ouvi isto no trabalho. A espera pelas 17h vai ser um bocadinho menos dolorosa.

  17. Nem sou simpatizante do Moedas, mas até concordo com o que ele disse no outro dia. Um dos critérios para os emigrantes virem para Portugal devia ser já terem um contrato de trabalho. Depois temos casos desta malta a dormir nas ruas por virem para cá sem qualquer tipo de condições. Para além disso, fazia sentido limitar a imigração a certas áreas de emprego também, de acordo com a necessidade de recursos em Portugal. Mas pronto, vamos bater no Moedas só porque sim.

  18. Não percebo grande parte dos comentários aqui sinceramente. O Moedas até pode nem ser muito bom com as palavras e ele próprio não ser o melhor exemplo, mas o que ele diz e quer faz sentido e ninguém pode contrariar isso. imigração sim, mas como deve ser, controlada e regulada, e não andar a aceitar tudo e todos os que aparecem para depois andarem a viver aos 10 numa casa ou nas ruas e a serem explorados

  19. Os emigrantes que não são pobres não contam? O Moedas não esteve bem mas alguns comentários aqui alucinantes. Falo como pessoa que nem é rica nem pobre mas teve que emigrar porque com um mestrado na mão em Portugal não ganhava mais de 600eur a recibos verdes em 2019/2020. Sou menos emigrante ou emigrante diferente dos que chegam a Portugal? As condições em que os emigrantes que chegam a Portugal vivem são muitas vezes subhumanas toda a gente percebe isso. Mas emigrar é uma decisão difícil para qq emigrante. Rico ou pobre.

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