Queixas por violência no namoro aumentam 10% em cinco anos https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/queixas-por-violencia-no-namoro-aumentam-10-em-cinco-anos-15834602.html

8 comments
  1. A malta anda chateada. Pouco dinheiro, poucas oportunidades profissionais, futuro incerto..

    Depois pensam que a pessoa que teem ao lado é um saco de boxe.

  2. Agora a informação circula mais cedo, em plataformas predominantemente frequentadas por jovens, mais exposta, mais divulgado, mais travão ao que é errado.

    Ainda há muitas vítimas com lavagem cerebral que requer muito passo até chegar ao ponto de corte com a/o abusador/a (seja física ou psicológica)

  3. Gostava de saber se é de facto porque aumentou o numero de gente a bater nos parceiros ou se a população está mais sensibilizada a fazer queixa.

  4. O amor não existe, provavelmente. Isso de namoro não funciona quase de certeza.

    Os parâmetros que eu tenho para uma relação são tão elevados que não existe. Só o facto de te sentires atraído por uma pessoa, leva essa pessoa a não querer estar contigo, porque ficas grudento. Se não ficas grudento, não estás atraído e muitas pessoas vivem nesse tipo de relacionamento, nem apreciam o parceiro, namoram como quem compra uma tv só porque sim…

    99% das pessoas tem uma relação de merda com parceiros que nem apreciam, ou acham que uma relação à distância funciona, lol, uma relação é uma equipa que nunca se separa, que precisam e exigem um do outro, que planeiam uma vida juntos, com objetivos semelhantes e iguais nos em comum, que se falam todos os dias, que são imunes à mudança, que assumem a responsabilidade de estar um com o outro e riem-se para os poliamores e essa treta toda, que dividem tarefas que dividem mimos e intimidade, e que fazem um sacrifício para manter tudo isso e discutem como elevar a relação ao próximo patamar etc… idealmente falam-se muito e conhecem-se muito bem e sabem o que podem e não fazer.

    Não é aquilo de ter um parceiro que nem sabem onde anda a semana toda, que responde frio dia sim dia não, ou que lembra-se propor poliamor… isso é zero.

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