Visão | Oito meses de pena suspensa por agredir médico a murro e pontapé. Caso levou à criação de medidas de proteção no SNS

12 comments
  1. Portanto todos podemos agredir um médico, pelo menos uma vez, que só levamos um raspanete, é isso que o tribunal nos quer dizer né?

  2. O jovem acabou por se livrar de outros vários crimes que corriam contra si, por nos dias seguintes ter cometido semelhante façanha num outro centro de saúde, mas em relação ao seu médico de família. Porém, não só não ficaram provadas as alegadas agressões físicas aí cometidas, como o clínico aceitou o seu pedido de desculpas mais tarde.

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    Jóia de moço.

    Esta justiça em Portugal é uma boa anedota.

  3. “Armando, com 23 anos agora, e Paula, de 25, são de famílias desestruturadas e passaram uma vida difícil, tanto mais que o jovem, à altura dos acontecimentos pernoitava ou no carro ou em casa de amigos. O coletivo de três juízes levou esse complicado contexto social em conta. Refira-se que o jovem “revelou ter um caráter impulsivo e imponderado, que terá contribuído para a prática dos factos em apreço, agravada pela situação de saúde em que o arguido se encontrava, tanto mais que à data o arguido encontrava-se a viver na rua dentro de um veículo, sem suporte familiar”, lê-se no acórdão. ”

    Tem um vida dificil, é verdade. Mas nao quer trabalhar e acha que a solucao é destruir quem lhe diz que nao.

    Aos filhos diz se para contrariar, aos idiotas diz se coitadinho.

  4. Se pesquisarem o caso, no mesmo dia o indivíduo ameaçou outro médico noutro posto de saúde.

    E já tinha longo histórico disto.

    Mas ya, os Cheganos estão loucos quando acham que a justiça não mexe para Portugueses…

  5. Vale a pena citar mais:

    >Foi a 31 de dezembro de 2019, pelas 15 horas, que Armando conseguiu uma **consulta de urgência** no Centro de Saúde de Moscavide – que naquele dia prestava o serviço de atendimento permanente na região. Acompanhado por Paula, o jovem começou por pedir ao médico Vítor Santos **a vacina contra a gripe**. Ora, o clínico esclareceu-o que ali naquela valência não a poderia tomar.

    >Na altura**com baixa terminada a 26 de dezembro** e a ter de justificar as ausência num armazém onde trabalhava como fiel, Armando **pediu então a renovação do atestado**. A vítima percebeu pelo sistema, ao consultar o processo do utentes, que o jovem não tinha levantado os medicamentos que lhe tinham sido prescritos e recusou declarar a baixa retroativa, encaminhado o assunto para o colega médico de família.

    > Terá sido aí que o agressor, além de ter quebrado um teclado e destruído o tele móvel do médico, começou por desferir um murro no olho do profissional do SNS

    > Já depois deste caso, **dois dias depois** e de novo acompanhado por Paula, Armando C. voltou a fazer das suas; desta vez com o seu médico de família, no Prior Velho.

    > Na manhã de 2 de janeiro, o jovem foi a uma consulta com o médico de clínica geral Rower Figueiroa, **para pedir uma baixa**. Mas como começou a garantir à namorada que **daria umas facadas ao médico** Vítor Santos, para lhe tirar a vida, Rower Figueiroa terá pedido aos jovens que abandonassem a sala – ao que **Paula terá respondido com o furto do carimbo**com que o profissional do SNS emitia as suas receitas.

    > Já Paula, de quem o médico Vítor Santos se queixava de o ter manietado para que o jovem o agredisse, viu o Tribunal absolvê-la desse crime.

  6. Err…. E no mínimo internamento psiquiátrico? Se vem de famílias destruturada o que se está a fazer para melhorar aquela cabeça?

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