Passos Coelho, Rui Rio e Nuno Crato disseram todos que havia professores a mais em Portugal? [Verdadeiro]

19 comments
  1. “Precisamos de ter menos professores porque temos menos crianças e menos turmas. Temos um sector público sobredimensionado.” 10 anos depois continua a ser verdade..

  2. interessante, em vez de diminuir o número de alunos por turma, melhorando as condições de ensino o objetivo do psd é diminuir o número de professores.

    parece que querem uma população mal educada ou qualquer coisa assim.

  3. Mentalidade de quem vê a educação de qualidade como um “gasto”, é não como um dos melhores **investimentos** que um país pode fazer no seu próprio futuro.

  4. Não digam mal do dom Sebastião do PSD porra
    Todos os outros em 50 anos foram uma merda e uns ladrões só ele foi bom

  5. Concordo plenamente. Os alunos (excluindo os que têm necessidades especiais) têm obrigação de ser um pouco mais autónomos e aprender a estudar fora da sala de aula. Há demasiada carga horária nas disciplinas em geral, e reduzi-la permitiria a cada professor cuidar de mais turmas.

    Mais, há demasiadas disciplinas que não interessam ao menino jesus que só servem para encher horários e sugar dinheiros públicos com professores que não são necessários. Exemplos:

    – Existe Cidadania e Desenvolvimento em dois ciclos diferentes porquê? Não chegava no terceiro ciclo?

    – Porque é que ainda há Educação Visual no terceiro ciclo, uma disciplina que está prevista desde o primeiro ciclo?

    – Porque é que existe Educação Tecnológica? Não se podia extinguir e integrar parte do currículo em Cidadania e Desenvolvimento (mesmo que fosse preciso aumentar a carga horária) e outra em TIC?

    – Porque é que é obrigatório oferecer um complemento à educação artística no segundo ciclo? Não chegam a Educação Visual e Educação Musical, ambas de frequência obrigatória?

    – O mesmo para o terceiro ciclo, com a agravante de ser obrigatório frequentar o complemento neste caso. O aluno por aqui já terá decidido se gosta de educação artística ou não, e deveria poder escolher frequentar ou não.

    – É mesmo preciso ter Filosofia como componente geral e obrigatória no ensino secundário? Quem é que quis saber de Filosofia aos 16 anos?

    – Não é antiquado demais obrigar as escolas a oferecer Educação Moral e Religiosa aos seus alunos?

    Há muito por onde cortar…

  6. O passos Coelho/Nuno Crato tinham o objectivo de ter como padrão 30 alunos por turma. Qualquer pessoa que tenha dado aulas sabe que isto é impraticável e que iria afectar negativamente de forma muitíssimo significativa o ensino público. Para mim 22 seria o ideal, mas aposto que já é pedir muito.

  7. O problema é o mesmo com toda a função pública: a organização.

    Acho que para os serviços públicos que temos, deveria ser consensual que o Estado gasta demasiado dinheiro.
    Não estou com isto a querer dizer que deveriam baixar salários, antes pelo contrário.

    O problema é mesmo a eficiência e o mau planeamento.

  8. Onde está a mentira? Existem muitos professores? Sim, mas com maus horários (há demasiados professores a dar horários parciais) e há demasiados professores em área sem saída.

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    Se o estado planeasse melhor e não abrisse tantas vagas para áreas sem futuro, sem esquecer na reforma antecipada para professores que não estavam abertas ao resto dos trabalhadores do privado, talvez não houvesse tanto problema.

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    O estado que seja melhor na gestão dos professores e da sua carreira e saem todos a ganhar, porque não é a importar mais estrangeiros a receber salários de escravatura que o governo vai resolver isto, como tem tentado fazer no resto da economia.

  9. Mas quem é que liga ao que esse fulano diz? Ele conseguiu dizer que não se lembrava se recebia 5 mil euros por mês da tecnoforma fora do ordenado. Depois desta amnésia, tudo o que disser vale zero…

  10. Bem temos cerca de 2 milhões de alunos e de acordo com o sindicato temos 150 mil professores em greve . Dá 13 alunos por professor sendo que o objectivo é 30 ou 20 podíamos dizer que sim.

    Guerras de números são sempre engraçadas.

  11. E eu subscrevo. Há muitos professores que não fazem um caralho e a avaliação, como é quantitativa e não qualitativa, só prolongam a continuidade desses professores, que prejudicam os alunos e prejudicam outros professores (quer seja no bem comum da qualidade de ensino, quer seja a outros professores com qualidade que não conseguem ser colocados).
    Esta é apenas uma das várias perspetivas da afirmação do Rui Rio, Passos ou Crato.

  12. Enquanto continuarmos com “a culpa é tua” nao vamos a lado nenhum. Parece mais importante arranjar culpados em vez de soluções.

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