Disseram-me que quem não pagar, o Padre recusa-se a fazer cerimónias (casamento, velório, etc)
Verifica quem envia dinheiro para mais tarde saber como agir.
É sabido na freguesia que o mesmo já recusou fazer um velório.
Isso foi levado a tribunal por familiares e perderam.
EDIT : vim editar isto para esclarecer que, a ilegalidade mencionada aqui, é o facto de haver chantagem -quem dá a oferta tem a “vontade” do Sr Padre para concretizar cerimonias- e não por ele pedir donativo.
É certo que só dá quem quer. Já sabemos disso tudo…
Lmao
Mais um exemplo dos bons valores do cristianismo. /s
Ou pagas para o BMW do padre, ou não há cerimónias para ninguém.
O Google diz que:
> Em Vilar de Andorinho o nome mais usado, pelo menos ultimamente, é “Direitos Paroquiais”, nome que salienta ser um “direito” do Pároco e da Igreja, receber uma contribuição de cada família para o seu sustento. Ultimamente começou a usar-se o termo “Contributo Paroquial”. 13/10/2020
Agora aparece o site original “em manutenção” mas a cache do Google mostra isto:
> É costume nos mêses de Outubro e Novembro de cada ano cada família entregar ao Pároco uma partilha para o seu sustento. Há terras em que se chama a essa partilha “Primícias”, nome relacionado com a entrega dos primeiros frutos colhidos no “São Miguel”; outras chamam-lhe “Côngrua”, nome relacionado com a côngrua {digna, suficiente, justa} sustentação do Pároco; outras chamam-lhe “Avinça”, nome derivado de “Avença” {quantia justa, por serviços prestados durante um certo prazo}. Em Carreço o nome mais usado, pelo menos ultimamente, é “Direitos Paroquiais”, nome que salienta ser um “direito” do Pároco, receber uma contribuição de cada família para o seu sustento. Ultimamente usa-se mais o termo “Contributo Paroquial”, embora em algumas Dioceses portuguesas, onde é ainda tradicional o folar pascal como acontece na Diocese de Viana do Castelo, continua a usar-se “Côngrua Paroquial”, reservando-se o termo “Contributo Paroquial” para a soma da Côngrua mais o folar pascal. O termo “Contributo” salienta mais a necessidade de todos participarem com a sua partilha para algo que é da responsabilidade de todos e diminui a ideia, para alguns odiosa, de obrigatoriedade.
> Em 1968, a Conferência Episcopal Portuguesa {CEP}, isto é, o conjunto de todos os Bispos de Portugal, depois de uma análise rápida à situação económica das Paróquias nas Dioceses portuguesas, sugeriram que, para uma digna sustentação dos Párocos, bastaria que cada família contribuísse com o salário de um dia por ano. Foi apenas uma sugestão para servir de ponto de partida para cada família avaliar, em consciência, o que deve partilhar.
> Hoje, em vez do “salário de um dia”, será mais adequado falar de “rendimento certo de um dia”, por família. Isto significa, multiplicar o rendimento mensal de todo o agregado familiar por 12 ou 14 meses, conforme os casos, e depois dividi-lo por 365 dias. Nos casos em que as famílias têm membros sem qualquer rendimento e/ou muitas despesas certas e essenciais à sua sobrevivência, parece justo que se divida o rendimento mensal por todos os membros do agregado familiar e se descontem também as despesas certas mensais antes de multiplicarem por 12 ou 14 meses. Se a maioria das famílias desta Paróquia de Carreço fizesse assim, o resultado obtido chegaria não só para o sustento do Pároco, mas também para o pagamento do consumo de electricidade, água, telefone, obras de manutenção, catequese e demais actividades. Além dos ofertórios das missas e de outras ofertas ou aquando da celebração de algum matrimónio, baptismo ou funeral, há a parte que deve ser assumida por todos os Paroquianos.
> Salientamos que este texto pretende apenas ajudar à reflexão dos Paroquianos sobre o assunto, deixando sempre à consciência de cada um o quantitativo da sua contribuição.
> Face ao atrás descrito, vão os membros do Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, conhecida por Comissão Fabriqueira, receber o contributo paroquial das famílias que estão inscritas referente ao ano em curso. O recebimento deste contributo a que estão sujeitos as famílias, tem início no dia 01 de Outubro e termina no dia 30 de mês de Novembro.
* Os direitos paroquiais são pagos por norma entre Outubro e Dezembro e entram num fun
comum do qual se retira o ordenado do Pároco e dos funcionários da paróquia.
* Está estipulado que cada família pague o equivalente a um dia de trabalho.
* Esta é uma obrigação paroquial pois a sustentação da paróquia não é só tarefa de alguns e
depende desta colaboração.
* Se alguém tiver dificuldades económicas deve contactar o pároco para se considerar a
situação.
* A quando da recolha dos direitos paroquiais realizar-se-á o registo paroquial de cada família – A este respeito deve dizer-se que só estão registados na paróquia cerca de metade das famílias que vivem em S. Martinho de Bougado. Futuramente para requerer algum serviço paroquial devem as pessoas estar inscritas neste registo.
> Padre ameaça recusar sacramentos a quem não pagar um dia de salário.
Esta parte..
> Muitos fiéis indignaram-se. “O padre foi arrogante e dramático. Exigiu dinheiro a reformados, disse que não o vão fazer de lorpa, que a pensão deles é mais de 10 euros/dia. Mas esquece-se que alguns passam fome e não têm luz eléctrica”, notou uma paroquiana, que face às “ameaças de pagar para rezar” decidiu “nunca mais” ir a missas em Roriz, recorrendo a igrejas vizinhas.
Este padre precisava de Jesus. Porque isto não foi muito bonito.
Fico com a ideia que é obrigatório **mas** tem apenas dois meses certos. Dito isto, já morei em vários sítios e nunca participei numa coisa destas. Também não sou praticante, contudo. São datas antigas, não te sei dizer se ainda “deve” acontecer ou não ou se é permitido.
Agora eu pergunto a quem me puder responder.. Pagar um dia de trabalho para algo que podem nem vir a precisar nessa paróquia se mudarem de casa.. **Vou assumir que a Paróquia não devolva o dinheiro, correto?** Deviam pensar nisso.
«Chefe de família?» recuamos 100 anos no tempo ou quê?
OP caga nisso sff
Faz uns anos também me vieram pedir um dia de salário para, mas com ao paleio que era para ajudar a construir a nova igreja, a primeira coisa que disse foi “Ai é? Então procure a morada do Vaticano e mande para lá os papéis todos para ajudarem.” E fechei a porta na cara da senhora, que era e é vizinha do 6º andar com 70/80 anos.
Sendo a Igreja, não me parece que ser legal ou não sirva para alguma coisa.
NÃO É.
é religião… não é o estado/tribunal.
Então não estão sempre a refilar que o estado é laico? Agora já não convém?
Se quiseres meter o teu filho a jogar no clube da terra também tens que ser sócio e pagar as quotas, ou não?
Eu sou do Norte e aqui na freguesia o padre envia isso antes da Páscoa. O normal é o pessoal dar os envelopes no dia da Páscoa, mas podes não dar nada. Dizem que o padre recusa fazer missas e funerais, mas se isso não te interessar não há problema nenhum.
E sim isto é estúpido mas já fazem há anos e as pessoas não se importam
penso que se chama bolata aqui. Nunca dei nada não sei se os meus pais dão
Já se deviam ter actualizado e ter uma nota sobre a GDPR
É assim, não vejo ilegalidade em pedir dinheiro, da quem quer
E o que é que importa? A igreja faz o que quer e bem lhe apetece neste país, veja-se a impunidade com a pedofilia a olhos vistos… achas que se vão importar com esta extorsão?
“Wifely duties” versão portuguesa!
/s
legal? como assim?
ng te obriga a pagar nada. não me parece ilegal pedir. n queres pertencer ao clube, não te juntes. Se te juntas, eles fazem as regras.
Se achares errado, é mandar carta ao bispo a perguntar: comé a nossa vida? tenho um ligeiro palpite que não fazer velórios e afins a quem não paga não estava na bíblia.
em qlq caso, lá na aldeia dos avós, é bastante normal o velório nem ser feito pelo padre mas por uns tipos ‘adjuntos’. Aliás, as próprias missas de domingo não são todas dadas pelo padre.
OP, posso perguntar, para tentar ajudar, que parte questionas ser ou não legal?
Nada te obriga a dar nada, como nada o obriga a fazer nada por ti, pessoas não vivem do ar, isso também se aplica ao padre.
Agora devias e pedir para te la meter o NIF.
São chamados direitos paroquiais.
O costume é, quem os paga depois não paga nada para usufruir dos serviços da igreja i.e. casamentos, batizados, primeiras comunhões, etc.
É a contribuição que os paroquianos dão à igreja para a manter (obras, limpeza, manutenção das vestimentas dos padres/acólitos, pagar todos os serviços da igreja basicamente)
*«Religion has actually convinced people that there’s an invisible man living in the sky who watches everything you do, every minute of every day.*
*And the invisible man has a special list of ten things he does not want you to do.*
*And if you do any of these ten things, he has a special place, full of fire and smoke and burning and torture and anguish, where he will send you to live and suffer and burn and choke and scream and cry forever and ever ’til the end of time!*
*But He loves you.*
*He loves you, and He needs money!*
*He always needs money!*
*He’s all-powerful, all-perfect, all-knowing, and all-wise, somehow just can’t handle money!»*
“When it comes to bullshit, big-time, major league bullshit, you have to stand in awe of the all-time champion of false promises and exaggerated claims, religion. No contest. No contest. Religion. Religion easily has the greatest bullshit story ever told. Think about it. Religion has actually convinced people that there’s an invisible man living in the sky who watches everything you do, every minute of every day. And the invisible man has a special list of ten things he does not want you to do. And if you do any of these ten things, he has a special place, full of fire and smoke and burning and torture and anguish, where he will send you to live and suffer and burn and choke and scream and cry forever and ever ’til the end of time!
But He loves you. He loves you, and He needs money! He always needs money! He’s all-powerful, all-perfect, all-knowing, and all-wise, somehow just can’t handle money! Religion takes in billions of dollars, they pay no taxes, and they always need a little more. Now, you talk about a good bullshit story. Holy Shit!”
— George Carlin
Adorava que fosse comigo, só para poder preencher o campo chefe de família com o nome da minha mulher, só para ver a cara do padre!
Aceitam o pagamento em géneros? Tipo uma galinha, a virgindade do primogénito, uma saca de batatas?
Pedir ofertas não é ilegal.
No entanto, pedem vários dados pessoais (nomes, datas de nascimento, morada, contacto), incluindo potencialmente dados de crianças (agregado familiar).
Para poderem utilizar esses dados de forma legal tens de consentir e não vejo nenhuma caixa de consentimento, nem os contactos do responsável do tratamento dos dados. Portanto, em termos de RGPD, não me parece legal. Se isto é sistemático, e se o padre anda a guardar estes dados, recomendo fazeres uma participação à CNPD por violação do RGPD. Basta preencher este [formulário](https://www.cnpd.pt/cidadaos/participacoes/geral/).
CAGUEI NA PAROQUIA
Este papel está bem conservado para ser de 1872.
Falta aí o nome da criança que vai ser sacrificada para satisfazer sexualmente o padre.
RGPD no seu melhor, mais vale colocar logo o num do cartao de credito!
Desculpa lá OP mas burros são os que dão atenção a essa gente, já para nem falar nos que dão dinheiro. Manda os foder e vive a tua vida, à tua maneira.
É fazer queixa à diocese. Passa logo a mania.
Aqui na minha paróquia ao pé da porta da igreja estão uns envelopes, o pessoal põe lá o dinheiro, se quiser põe o nome no envelope e ou deixa no peditório da missa ou entrega ao padre. E todas as semanas o padre publica quem deu (se não for anonimo ou pedir anonimato) e o valor.
As missas pelos mortos é uma por mês em cada paróquia, antes da missa há um papel para colocar o nome por quem se quer a missa e um cesto para se dar o que quiser.
Casamento, batizados e funerais acho que não cobra. Missas privadas (fora das missas habituais), são pagas.
Em relação ao OP, é fazer queixa na diocese.
Casei em 2019 e o que paguei à igreja foram despesas administrativas na minha paróquia de residência, sendo que não casei nessa paróquia. Na paróquia em que casei só paguei uma caução para evitar que me atrasasse a chegar à igreja e no final da cerimónia devolveram-ma a 100%, no envelope que foi selado à nossa frente meses antes.
Tudo tem um preço. Pelo que sei, algumas igrejas têm preços tabelados, outras funcionam por donativos, mas não pode ficar ninguém por baptizar, crismar, casar ou enterrar por falta de pagamento.
Sim é pratica comum… Nós aqui em casa nunca demos nada.
De mim não receberia nada. Deveriam ser os primeiros a dar o exemplo e são os mais mesquinhos e gananciosos. É simplesmente triste…
Um papel de uma igreja legal? lol…
Os vendilhões do templo <3
Cada paróquia tem despesas. Como se paga a luz, água, limpeza, etc das igrejas onde são feitos os casamentos, funerais, batizados, onde é dada a catequese, etc? Noutros países existe um imposto para essas coisas, aqui em Portugal está é a maneira que as paróquias têm de se financiar. O contributo, pelo menos na minha freguesia, é o que cada família possa dar.
Na minha terra pedem 1h de trabalho por ano, em troca dos serviços grátis já mencionados por outras pessoas.
No entanto não pedem recibos de ordenado,vindo de famílias religiosas e com filhos, leva o mínimo para não aturar famílias e vizinhos durante um ano.
Em Portugal tem que pagar para se manter na igreja ???? Que absurdo, aqui no Brasil você só ajuda se quiser e ninguém te olha mal por não ajudar.
Contributo com arroz de miúdos.
Depende..Se estiverem a violar crianças atrás da paróquia, é.
Este mundo é tão longe do meu que tive de ler o teu comentário para perceber sequer o que é que estava a ver. Claro , é extorsão para os paroquianos (não faço puto se este é o termo correcto). Mas já agora consegues esclarecer-me uma coisa, quando ele diz não, qual é a alternativa? Tem de se ir para outro sítio? As pessoas querem que mesmo que seja esse padre em peculiar? Não pode um padre vir e fazer ele a cerimónia?
É geral. Já por isso, de mim, “nem Tusto”
A minha questão depois de ler alguns comentários é:
Porquê e para que é necessário baptizar ou fazer as comunhões? A maior parte dos que estão aqui nem são católicos praticantes, mas batizam e fazem comunhões… isso na minha opinião é só um motivo para a igreja ganhar ainda mais dinheiro e as pessoas perderem.
46 comments
Disseram-me que quem não pagar, o Padre recusa-se a fazer cerimónias (casamento, velório, etc)
Verifica quem envia dinheiro para mais tarde saber como agir.
É sabido na freguesia que o mesmo já recusou fazer um velório.
Isso foi levado a tribunal por familiares e perderam.
EDIT : vim editar isto para esclarecer que, a ilegalidade mencionada aqui, é o facto de haver chantagem -quem dá a oferta tem a “vontade” do Sr Padre para concretizar cerimonias- e não por ele pedir donativo.
É certo que só dá quem quer. Já sabemos disso tudo…
Lmao
Mais um exemplo dos bons valores do cristianismo. /s
Ou pagas para o BMW do padre, ou não há cerimónias para ninguém.
O Google diz que:
> Em Vilar de Andorinho o nome mais usado, pelo menos ultimamente, é “Direitos Paroquiais”, nome que salienta ser um “direito” do Pároco e da Igreja, receber uma contribuição de cada família para o seu sustento. Ultimamente começou a usar-se o termo “Contributo Paroquial”. 13/10/2020
Agora aparece o site original “em manutenção” mas a cache do Google mostra isto:
http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:JKNNLo0D7IYJ:www.paroquiacarreco.org/index.php%3Foption%3Dcom_content%26view%3Darticle%26id%3D2724:direitos-paroquiais-ou-contributo-paroquial%26catid%3D278%26Itemid%3D1158&cd=3&hl=pt-PT&ct=clnk&gl=pt
> É costume nos mêses de Outubro e Novembro de cada ano cada família entregar ao Pároco uma partilha para o seu sustento. Há terras em que se chama a essa partilha “Primícias”, nome relacionado com a entrega dos primeiros frutos colhidos no “São Miguel”; outras chamam-lhe “Côngrua”, nome relacionado com a côngrua {digna, suficiente, justa} sustentação do Pároco; outras chamam-lhe “Avinça”, nome derivado de “Avença” {quantia justa, por serviços prestados durante um certo prazo}. Em Carreço o nome mais usado, pelo menos ultimamente, é “Direitos Paroquiais”, nome que salienta ser um “direito” do Pároco, receber uma contribuição de cada família para o seu sustento. Ultimamente usa-se mais o termo “Contributo Paroquial”, embora em algumas Dioceses portuguesas, onde é ainda tradicional o folar pascal como acontece na Diocese de Viana do Castelo, continua a usar-se “Côngrua Paroquial”, reservando-se o termo “Contributo Paroquial” para a soma da Côngrua mais o folar pascal. O termo “Contributo” salienta mais a necessidade de todos participarem com a sua partilha para algo que é da responsabilidade de todos e diminui a ideia, para alguns odiosa, de obrigatoriedade.
> Em 1968, a Conferência Episcopal Portuguesa {CEP}, isto é, o conjunto de todos os Bispos de Portugal, depois de uma análise rápida à situação económica das Paróquias nas Dioceses portuguesas, sugeriram que, para uma digna sustentação dos Párocos, bastaria que cada família contribuísse com o salário de um dia por ano. Foi apenas uma sugestão para servir de ponto de partida para cada família avaliar, em consciência, o que deve partilhar.
> Hoje, em vez do “salário de um dia”, será mais adequado falar de “rendimento certo de um dia”, por família. Isto significa, multiplicar o rendimento mensal de todo o agregado familiar por 12 ou 14 meses, conforme os casos, e depois dividi-lo por 365 dias. Nos casos em que as famílias têm membros sem qualquer rendimento e/ou muitas despesas certas e essenciais à sua sobrevivência, parece justo que se divida o rendimento mensal por todos os membros do agregado familiar e se descontem também as despesas certas mensais antes de multiplicarem por 12 ou 14 meses. Se a maioria das famílias desta Paróquia de Carreço fizesse assim, o resultado obtido chegaria não só para o sustento do Pároco, mas também para o pagamento do consumo de electricidade, água, telefone, obras de manutenção, catequese e demais actividades. Além dos ofertórios das missas e de outras ofertas ou aquando da celebração de algum matrimónio, baptismo ou funeral, há a parte que deve ser assumida por todos os Paroquianos.
> Salientamos que este texto pretende apenas ajudar à reflexão dos Paroquianos sobre o assunto, deixando sempre à consciência de cada um o quantitativo da sua contribuição.
> Face ao atrás descrito, vão os membros do Conselho Paroquial para os Assuntos Económicos, conhecida por Comissão Fabriqueira, receber o contributo paroquial das famílias que estão inscritas referente ao ano em curso. O recebimento deste contributo a que estão sujeitos as famílias, tem início no dia 01 de Outubro e termina no dia 30 de mês de Novembro.
Já para os lados da Trofa encontra-se:
http://paroquiadatrofa.com/docs/direitos.pdf
* Os direitos paroquiais são pagos por norma entre Outubro e Dezembro e entram num fun
comum do qual se retira o ordenado do Pároco e dos funcionários da paróquia.
* Está estipulado que cada família pague o equivalente a um dia de trabalho.
* Esta é uma obrigação paroquial pois a sustentação da paróquia não é só tarefa de alguns e
depende desta colaboração.
* Se alguém tiver dificuldades económicas deve contactar o pároco para se considerar a
situação.
* A quando da recolha dos direitos paroquiais realizar-se-á o registo paroquial de cada família – A este respeito deve dizer-se que só estão registados na paróquia cerca de metade das famílias que vivem em S. Martinho de Bougado. Futuramente para requerer algum serviço paroquial devem as pessoas estar inscritas neste registo.
Mas este .pdf é de 2008.
Em 2007 encontra-se: https://www.dn.pt/arquivo/2007/padre-ameaca-recusar-sacramentos-a-quem-nao-pagar-um-dia-de-salario-990779.html
> Padre ameaça recusar sacramentos a quem não pagar um dia de salário.
Esta parte..
> Muitos fiéis indignaram-se. “O padre foi arrogante e dramático. Exigiu dinheiro a reformados, disse que não o vão fazer de lorpa, que a pensão deles é mais de 10 euros/dia. Mas esquece-se que alguns passam fome e não têm luz eléctrica”, notou uma paroquiana, que face às “ameaças de pagar para rezar” decidiu “nunca mais” ir a missas em Roriz, recorrendo a igrejas vizinhas.
Este padre precisava de Jesus. Porque isto não foi muito bonito.
Fico com a ideia que é obrigatório **mas** tem apenas dois meses certos. Dito isto, já morei em vários sítios e nunca participei numa coisa destas. Também não sou praticante, contudo. São datas antigas, não te sei dizer se ainda “deve” acontecer ou não ou se é permitido.
Agora eu pergunto a quem me puder responder.. Pagar um dia de trabalho para algo que podem nem vir a precisar nessa paróquia se mudarem de casa.. **Vou assumir que a Paróquia não devolva o dinheiro, correto?** Deviam pensar nisso.
«Chefe de família?» recuamos 100 anos no tempo ou quê?
OP caga nisso sff
Faz uns anos também me vieram pedir um dia de salário para, mas com ao paleio que era para ajudar a construir a nova igreja, a primeira coisa que disse foi “Ai é? Então procure a morada do Vaticano e mande para lá os papéis todos para ajudarem.” E fechei a porta na cara da senhora, que era e é vizinha do 6º andar com 70/80 anos.
Sendo a Igreja, não me parece que ser legal ou não sirva para alguma coisa.
NÃO É.
é religião… não é o estado/tribunal.
Então não estão sempre a refilar que o estado é laico? Agora já não convém?
Se quiseres meter o teu filho a jogar no clube da terra também tens que ser sócio e pagar as quotas, ou não?
Eu sou do Norte e aqui na freguesia o padre envia isso antes da Páscoa. O normal é o pessoal dar os envelopes no dia da Páscoa, mas podes não dar nada. Dizem que o padre recusa fazer missas e funerais, mas se isso não te interessar não há problema nenhum.
E sim isto é estúpido mas já fazem há anos e as pessoas não se importam
penso que se chama bolata aqui. Nunca dei nada não sei se os meus pais dão
Já se deviam ter actualizado e ter uma nota sobre a GDPR
É assim, não vejo ilegalidade em pedir dinheiro, da quem quer
E o que é que importa? A igreja faz o que quer e bem lhe apetece neste país, veja-se a impunidade com a pedofilia a olhos vistos… achas que se vão importar com esta extorsão?
“Wifely duties” versão portuguesa!
/s
legal? como assim?
ng te obriga a pagar nada. não me parece ilegal pedir. n queres pertencer ao clube, não te juntes. Se te juntas, eles fazem as regras.
Se achares errado, é mandar carta ao bispo a perguntar: comé a nossa vida? tenho um ligeiro palpite que não fazer velórios e afins a quem não paga não estava na bíblia.
em qlq caso, lá na aldeia dos avós, é bastante normal o velório nem ser feito pelo padre mas por uns tipos ‘adjuntos’. Aliás, as próprias missas de domingo não são todas dadas pelo padre.
OP, posso perguntar, para tentar ajudar, que parte questionas ser ou não legal?
Nada te obriga a dar nada, como nada o obriga a fazer nada por ti, pessoas não vivem do ar, isso também se aplica ao padre.
Agora devias e pedir para te la meter o NIF.
São chamados direitos paroquiais.
O costume é, quem os paga depois não paga nada para usufruir dos serviços da igreja i.e. casamentos, batizados, primeiras comunhões, etc.
É a contribuição que os paroquianos dão à igreja para a manter (obras, limpeza, manutenção das vestimentas dos padres/acólitos, pagar todos os serviços da igreja basicamente)
*«Religion has actually convinced people that there’s an invisible man living in the sky who watches everything you do, every minute of every day.*
*And the invisible man has a special list of ten things he does not want you to do.*
*And if you do any of these ten things, he has a special place, full of fire and smoke and burning and torture and anguish, where he will send you to live and suffer and burn and choke and scream and cry forever and ever ’til the end of time!*
*But He loves you.*
*He loves you, and He needs money!*
*He always needs money!*
*He’s all-powerful, all-perfect, all-knowing, and all-wise, somehow just can’t handle money!»*
https://www.youtube.com/watch?v=iouZYYzQEjU
“When it comes to bullshit, big-time, major league bullshit, you have to stand in awe of the all-time champion of false promises and exaggerated claims, religion. No contest. No contest. Religion. Religion easily has the greatest bullshit story ever told. Think about it. Religion has actually convinced people that there’s an invisible man living in the sky who watches everything you do, every minute of every day. And the invisible man has a special list of ten things he does not want you to do. And if you do any of these ten things, he has a special place, full of fire and smoke and burning and torture and anguish, where he will send you to live and suffer and burn and choke and scream and cry forever and ever ’til the end of time!
But He loves you. He loves you, and He needs money! He always needs money! He’s all-powerful, all-perfect, all-knowing, and all-wise, somehow just can’t handle money! Religion takes in billions of dollars, they pay no taxes, and they always need a little more. Now, you talk about a good bullshit story. Holy Shit!”
— George Carlin
Adorava que fosse comigo, só para poder preencher o campo chefe de família com o nome da minha mulher, só para ver a cara do padre!
Aceitam o pagamento em géneros? Tipo uma galinha, a virgindade do primogénito, uma saca de batatas?
Pedir ofertas não é ilegal.
No entanto, pedem vários dados pessoais (nomes, datas de nascimento, morada, contacto), incluindo potencialmente dados de crianças (agregado familiar).
Para poderem utilizar esses dados de forma legal tens de consentir e não vejo nenhuma caixa de consentimento, nem os contactos do responsável do tratamento dos dados. Portanto, em termos de RGPD, não me parece legal. Se isto é sistemático, e se o padre anda a guardar estes dados, recomendo fazeres uma participação à CNPD por violação do RGPD. Basta preencher este [formulário](https://www.cnpd.pt/cidadaos/participacoes/geral/).
CAGUEI NA PAROQUIA
Este papel está bem conservado para ser de 1872.
Falta aí o nome da criança que vai ser sacrificada para satisfazer sexualmente o padre.
RGPD no seu melhor, mais vale colocar logo o num do cartao de credito!
Desculpa lá OP mas burros são os que dão atenção a essa gente, já para nem falar nos que dão dinheiro. Manda os foder e vive a tua vida, à tua maneira.
É fazer queixa à diocese. Passa logo a mania.
Aqui na minha paróquia ao pé da porta da igreja estão uns envelopes, o pessoal põe lá o dinheiro, se quiser põe o nome no envelope e ou deixa no peditório da missa ou entrega ao padre. E todas as semanas o padre publica quem deu (se não for anonimo ou pedir anonimato) e o valor.
As missas pelos mortos é uma por mês em cada paróquia, antes da missa há um papel para colocar o nome por quem se quer a missa e um cesto para se dar o que quiser.
Casamento, batizados e funerais acho que não cobra. Missas privadas (fora das missas habituais), são pagas.
Em relação ao OP, é fazer queixa na diocese.
Casei em 2019 e o que paguei à igreja foram despesas administrativas na minha paróquia de residência, sendo que não casei nessa paróquia. Na paróquia em que casei só paguei uma caução para evitar que me atrasasse a chegar à igreja e no final da cerimónia devolveram-ma a 100%, no envelope que foi selado à nossa frente meses antes.
Tudo tem um preço. Pelo que sei, algumas igrejas têm preços tabelados, outras funcionam por donativos, mas não pode ficar ninguém por baptizar, crismar, casar ou enterrar por falta de pagamento.
Sim é pratica comum… Nós aqui em casa nunca demos nada.
De mim não receberia nada. Deveriam ser os primeiros a dar o exemplo e são os mais mesquinhos e gananciosos. É simplesmente triste…
Um papel de uma igreja legal? lol…
Os vendilhões do templo <3
Cada paróquia tem despesas. Como se paga a luz, água, limpeza, etc das igrejas onde são feitos os casamentos, funerais, batizados, onde é dada a catequese, etc? Noutros países existe um imposto para essas coisas, aqui em Portugal está é a maneira que as paróquias têm de se financiar. O contributo, pelo menos na minha freguesia, é o que cada família possa dar.
Na minha terra pedem 1h de trabalho por ano, em troca dos serviços grátis já mencionados por outras pessoas.
No entanto não pedem recibos de ordenado,vindo de famílias religiosas e com filhos, leva o mínimo para não aturar famílias e vizinhos durante um ano.
Passam fatura??
Tu achas que o seguro do Porsche se paga sozinho?
https://zap.aeiou.pt/padre-amante-ipss-523087
Viola pelo menos o RGPD.
Em Portugal tem que pagar para se manter na igreja ???? Que absurdo, aqui no Brasil você só ajuda se quiser e ninguém te olha mal por não ajudar.
Contributo com arroz de miúdos.
Depende..Se estiverem a violar crianças atrás da paróquia, é.
Este mundo é tão longe do meu que tive de ler o teu comentário para perceber sequer o que é que estava a ver. Claro , é extorsão para os paroquianos (não faço puto se este é o termo correcto). Mas já agora consegues esclarecer-me uma coisa, quando ele diz não, qual é a alternativa? Tem de se ir para outro sítio? As pessoas querem que mesmo que seja esse padre em peculiar? Não pode um padre vir e fazer ele a cerimónia?
É geral. Já por isso, de mim, “nem Tusto”
A minha questão depois de ler alguns comentários é:
Porquê e para que é necessário baptizar ou fazer as comunhões? A maior parte dos que estão aqui nem são católicos praticantes, mas batizam e fazem comunhões… isso na minha opinião é só um motivo para a igreja ganhar ainda mais dinheiro e as pessoas perderem.