> De uma equipa com cerca de uma dezena de anestesistas, só três, dos mais antigos, continuavam a apoiar as suas cirurgias.
3 em cada 10 especialistas recomendam este cirurgião.
Isto é mais grave que as tropelias dos políticos (que também são graves).
Mas a malta não está para aí virada.
Um médio pode provavelmente abater um doente a tiro numa mesa de operações que nada lhe acontecerá.
É verdade que ser médico não é uma profissão fácil, algumas especialidades tem literalmente a vida dos pacientes nas mãos e os erros acontecem.
Contudo tem que existir responsabilização pelos atos. A prática continuada de cobertura que se dá aos erros médicos só agrava o sentimento de haver cidadãos de primeira e de segunda, e o extremar das posições políticas no país, é assim que partidos como o chega chegam ao poder.
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> De uma equipa com cerca de uma dezena de anestesistas, só três, dos mais antigos, continuavam a apoiar as suas cirurgias.
3 em cada 10 especialistas recomendam este cirurgião.
Isto é mais grave que as tropelias dos políticos (que também são graves).
Mas a malta não está para aí virada.
Um médio pode provavelmente abater um doente a tiro numa mesa de operações que nada lhe acontecerá.
É verdade que ser médico não é uma profissão fácil, algumas especialidades tem literalmente a vida dos pacientes nas mãos e os erros acontecem.
Contudo tem que existir responsabilização pelos atos. A prática continuada de cobertura que se dá aos erros médicos só agrava o sentimento de haver cidadãos de primeira e de segunda, e o extremar das posições políticas no país, é assim que partidos como o chega chegam ao poder.