Imigrantes vivem debaixo de viaduto: tendas são último refúgio na busca por uma vida melhor

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  1. O governo deveria fazer arrendamento coercivo de todos os sofás em Lisboa e Porto. Há muita gente com sofás que não os quer meter no CouchSurfing! /s

  2. Entre o palácio de São Bento e o de Belém haverá, certamente, muito quarto desocupado para converter em camarata, de forma a abrigar todos estes novos portugueses, e mais alguns que entretanto vão chegando, convidados pelos nossos estimados governantes

  3. “o PS terminou mesmo com as quotas na lei da imigração”, por acreditar “que Portugal pode e deve acolher o mundo, e que Portugal não é o ‘orgulhosamente sós’, mas é ‘orgulhosamente nós’”.

    Ana Catarina Mendes, ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares.

  4. Isto já era tão expectável… agora falta o estado ajudar e arranjar casa para os de fora que estão nestas condições. Está mal? Não, mas só pensam nos outros e o povo português continua na mesma sepa torta com o salario que tem sem hipóteses de pagar uma renda.

  5. Lisboa tbm, cada vez mais como metrópoles europeias.

    Já começa só a falta o ocasional esfaqueamento diário no centro da cidade.

  6. Por uma questãoo de humanidade para com os próprios imigrantes a imigração deve ser bem controlada senão acaba com imigrantes a viver e condições indignas com as que podem ser vistas aqui.

    O choninhas do Moedas na questão da imigração com contrato de trabalho falou bem

    Imigração sem controlo não é bom nem para a assimilação dos próprios imigrantes na sociedade, cria vários choques culturais desnecessários e promove o surgimento de partidos radicais de direita.

  7. “Esta história não devia começar assim. Said tem 48 anos, é marroquino, e a morosa e infrutífera procura por um trabalho no Porto conduziu-o a uma das 27 tendas montadas por baixo do viaduto da linha de comboio em Campanhã. É lá que dorme há dois meses. **O pouco dinheiro que trouxe para Portugal permitiu-lhe passar algumas noites num hostel, mas já não resta nada no orçamento. Bateu a 15 portas a pedir emprego**. Diz que não importa o setor e que “qualquer trabalho serve”. O nome é fictício. O relato não.

    “Não estou bem assim, mas arrendar uma casa é muito caro. Não tenho trabalho, não tenho nada. **Quando encontrar emprego talvez consiga arrendar um estúdio**”, espera o imigrante, de barba feita e roupa lavada. Consegue almoçar, jantar e fazer a higiene diária através das respostas sociais espalhadas pela cidade, mas o problema da habitação é o muro mais difícil de derrubar. **Sem morada permanente, Said não consegue legalizar-se, mas rejeita qualquer solução que implique viver numa casa sobrelotada**.”

    **Vem para Portugal de forma ilegal, sem dinheiro e sem nenhum plano**, recusa dormir num asilo (que os há no Porto e com vagas, conheço quem trabalhe na área) e depois está supreendido que esteja a morar debaixo da ponte.

  8. Andaram anos a acabar com as barracas e pelos vistos parece que vamos voltar aos tempos mais antigos. Portugal Dream querem os nosso políticos vender

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