Opinião impopular, racional e pouco empática: um pobre é uma mera definição estatística, é alguém que não consegue obter 60% do rendimento mediano do país. Apenas não existem pobres em sociedades com um enorme grau de igualdade, mas tal não quer dizer que as pessoas vivam bem. Um pobre no Luxemburgo, sendo alguém que aufere 2700€ por mês, já que o salário mediano ronda os 4500€, vive muito melhor que um cidadão da classe média em Portugal. Já em Cuba não há pobres, vivem todos miseravelmente iguais. A sra. Tatcher [explicou](https://youtu.be/rv5t6rC6yvg?t=112) em tempos no parlamento inglês a questão de forma simples com os dedos.
Não quero ser mal interpretado, nada contra o apoio público às pessoas que têm menos, sou um grande defensor do RSI e dos apoios sociais, quero apenas alertar para as subtilezas destas definições estatísticas, que vão para lá da emoção e da demagogia que estas notícias espoletam.
Isto vai correr tão bem como os planos económicos soviéticos.
Se correr tão bem como a promessa de médico de familia para cada familia, então vai aumentar a pobreza
660mil pessoas? Vão todas trabalhar para o estado?
Trabalhadores – e na pobreza. Isto só vai lá com aumento de salários.
• Baixar impostos para quem ganha entre 850-1400€;
• Acabar com os estágios não remunerados;
• Empresas que recebam fundos do “Portugal 2030” não podem pagar abaixo de +150€ do que o salário mínimo;
• Baixar 5-10% os impostos das empresas que não tenham funcionários a salário mínimo (a receber pelo menos 800-850€) ou estagiários;
• Penas de prisão agravadas em casos de corrupção/fraude fiscal a nível empresarial;
• Auditorias às empresas **sem aviso prévio**, ao contrário da palhaçada a que quase todos temos assistido;
• Não atribuição de fundos a restauração ou turismo com facturação superior a X anuais enquanto não pagarem + 100-200€ do que o salário mínimo e horas extra;
•Benefícios fiscais para senhorios que arrendem com contrato de larga duração (redução de 5%);
• Multa avultada para quem assalariar gente abaixo do salário mínimo e *zero* apoio estatal para empresas que não micro/pequenas empresas que tenham gente a trabalhar pelo salário mínimo;
Se tiverem mais ideias, é só juntar e enviar. Pode ser que se acendam umas lâmpadas lá no Parlamento.
Sim, são tirados da pobreza e colocados na extrema pobreza
7 comments
Opinião impopular, racional e pouco empática: um pobre é uma mera definição estatística, é alguém que não consegue obter 60% do rendimento mediano do país. Apenas não existem pobres em sociedades com um enorme grau de igualdade, mas tal não quer dizer que as pessoas vivam bem. Um pobre no Luxemburgo, sendo alguém que aufere 2700€ por mês, já que o salário mediano ronda os 4500€, vive muito melhor que um cidadão da classe média em Portugal. Já em Cuba não há pobres, vivem todos miseravelmente iguais. A sra. Tatcher [explicou](https://youtu.be/rv5t6rC6yvg?t=112) em tempos no parlamento inglês a questão de forma simples com os dedos.
Não quero ser mal interpretado, nada contra o apoio público às pessoas que têm menos, sou um grande defensor do RSI e dos apoios sociais, quero apenas alertar para as subtilezas destas definições estatísticas, que vão para lá da emoção e da demagogia que estas notícias espoletam.
Isto vai correr tão bem como os planos económicos soviéticos.
Se correr tão bem como a promessa de médico de familia para cada familia, então vai aumentar a pobreza
660mil pessoas? Vão todas trabalhar para o estado?
Trabalhadores – e na pobreza. Isto só vai lá com aumento de salários.
• Baixar impostos para quem ganha entre 850-1400€;
• Acabar com os estágios não remunerados;
• Empresas que recebam fundos do “Portugal 2030” não podem pagar abaixo de +150€ do que o salário mínimo;
• Baixar 5-10% os impostos das empresas que não tenham funcionários a salário mínimo (a receber pelo menos 800-850€) ou estagiários;
• Penas de prisão agravadas em casos de corrupção/fraude fiscal a nível empresarial;
• Auditorias às empresas **sem aviso prévio**, ao contrário da palhaçada a que quase todos temos assistido;
• Não atribuição de fundos a restauração ou turismo com facturação superior a X anuais enquanto não pagarem + 100-200€ do que o salário mínimo e horas extra;
•Benefícios fiscais para senhorios que arrendem com contrato de larga duração (redução de 5%);
• Multa avultada para quem assalariar gente abaixo do salário mínimo e *zero* apoio estatal para empresas que não micro/pequenas empresas que tenham gente a trabalhar pelo salário mínimo;
Se tiverem mais ideias, é só juntar e enviar. Pode ser que se acendam umas lâmpadas lá no Parlamento.
Sim, são tirados da pobreza e colocados na extrema pobreza