A ideia de doçaria conventual “é um mito” construído, diz investigador da Universidade de Coimbra em tese de doutoramento

3 comments
  1. Uma opinião da tanga. Então ele próprio diz que embora todos fizessem doces (discutível, grande parte das pessoas não tinha meios para mandar cantar um cego… Na aldeia do meu avô era tradição fazer-se arroz doce pelo Natal – 1 prato para cada, porque não havia ingredientes para mais…) era nos conventos que mais se faziam. Assim sendo qual o intuito de desassociar dos conventos os doces que eram feitos mais lá do que pelo português comum?

    Senão avisem os pastéis de Belém que afinal só podem chamar àquilo pasteis de nata!

  2. O açúcar e canela eram de caros e de difícil acesso. Só mais tarde com a globalização é que a plebe começou a ter acesso a essas mordomias

  3. Tese muito interessante, assim que estiver disponível irei lê-la.

    Já agora, achei imensa piada, depois de este senhor passar longos e árduos anos na academia a estudar e a dedicar-se certamente de corpo e alma à redação de uma dissertação e agora uma tese, contrastar com um comentário de um zé bitolas qualquer aqui no rédite que nem sequer leu o artigo a entrar de pés juntos comentando “uma opinião da tanga”. Deve ter uma empresa de doçaria conventual e não quer perder o *branding*.

Leave a Reply