Igreja vai disponibilizar “acompanhamento espiritual, psicológico e psiquiátrico” às vítimas de abusos

20 comments
  1. No fim da guerra o governo russo vai disponibilizar apoio psicológico, a todos os ucranianos que se sintam afetados. Apenas terão de se dirigir ao quartel mais próximo.

    Contemplar a verdadeira compaixão é tocante.

  2. Que a igreja dê apoio psicológico a quem o queira (e espiritual, acreditem ou não nem todos os abusados se afastaram da igreja) não vejo mal nenhum. De qualquer modo, estive a ver a conferência de imprensa toda a ver se eles diriam que afastariam padres que estão sob investigação e aí vi muita treta e muitas desculpas e “Ah e tal logo se vê”, que dão a entender que vai continuar tudo a mesma merda…

  3. Sempre ouvi a expressão ” vai queimar os tomates do padre” e como diz o ditado ” onde há fumo há fogo”.
    A inocência não deixa ver outras coisas

  4. Epah, peço desculpa de antemão pelas palavras que vou utilizar, mas se um Padre tivesse metido a salsicha na minha bifana, a última coisa que quereria seria ter um padre junto de mim, mesmo que a sua intenção fosse de real ajuda e não uma vã tentativa da Igreja de se demarcarem em relação a um assunto que era conhecido desta à anos.

    Imagino que as pessoas que passaram por isso, não queiram saber de padres ou sequer se a sua intenção é de real admissão de culpa, por que o Mal está feito, e o *Mea Culpa* agora em Vigor pouco tem a ver com Ajuda e Assumir de Responsabilidades.

    O que essas pessoas precisam é que as ouçam, que as ajudem e de alguma forma, sabe Deus como, as Libertem desse Fardo que é ter presente em todos os dias pelo resto da sua Vida essas imagens de um Padre com a Gaita na Mão a tentar fazer M*rdas a uma Criança que se calhar ainda nem apertar os sapatos direito sabia.

    A Igreja deveria deixar seguir os trabalhos pelas autoridades competentes, e abster-se de fazer comentários e sequer aparecer nos media com ar penitente e doloroso.

  5. Se as vítimas dos abusos tiverem de esperar pelo SNS para receber apoio psicológico ou psiquiátrico bem podem esperar sentadas.

  6. >”Se não há um acusador, um deponente, que tenha nome, a quem se possa contactar… Não basta dizer ‘aconteceu isto’ – tem de se saber quem é que diz ‘aconteceu isto'”, afirma a Conferência Episcopal Portuguesa

    Tradução: queremos intimar as vítimas e não temos vergonha de assumir publicamente que é essa a nossa intenção.

    Eles não precisam de saber nome de ninguém nem contactar ninguém.

    Isto são dados que cabem exclusivamente à PJ/ministério público ter acesso.

Leave a Reply