Concordo plenamente. Não é de admirar que, perante esta realidade, a maioria dos portugueses sinta-se desmotivada para evoluir, para se arriscar, para se destacar.
Sem um bom exemplo a seguir, o círculo vicioso da inveja volta a ter o controlo da maioria e o resultado é o mesmo de sempre: um país estagnado, com poucas oportunidades de crescimento económico, com um sistema político que não consegue oferecer respostas à crise e que, mais cedo ou mais tarde, acaba por afugentar os seus melhores talentos.
interessante que aparentemente quem é bem sucedido não padece dessa doença tão portuguesa da “inveja destrutiva”.
na cabeça da autora devem ser outra espécie, afinal não portugueses, mas algo mais que isso, imunes à tal doença tuga da “inveja destrutiva”. seres superiores, ubertugas, a elite.
>**Vivemos num país em que ter dinheiro e sucesso é mal visto pela sociedade e penalizado pelo Estado – veja-se os impostos, taxas e taxinhas que castigam os resultados das empresas e os rendimentos dos trabalhadores, desincentivando a progressão.**
tanta merda escrita p’ra dizer que a meritrocacia cá no burgo, o país da “inveja destrutiva”, existe quando a pessoa tem capital.
que coma merda, a prezada autora, para que possa justificar a latrina que é o seu encéfalo. é que se não come merda, e é capaz de vomitar esta aglutinação de caracteres sem um pingo de vergonha, então tem um problema grave de saúde mental, e é caso de psiquiatria.
>veja-se os impostos, taxas e taxinhas que castigam os resultados das empresas e os rendimentos dos trabalhadores, desincentivando a progressão.
Concordo com duas coisas aqui, e discordo de uma. Impostos sim, sempre houveram e estão cada vez piores, rendimentos dos tralhadores estão maus, mas isso não é da responsabilidade de quem paga o ordenado? Ou seja os tais desbravados investidores que correm os riscos todos?
Mas para mim o que salta mais á vista é num ano de records de resultados da banca e das empresas vir dizer que coitadinhos dos investidores não estão a ser castigados. Quando a maioria esconde rendimentos e não paga metade dos impostos sobre o que ganha.
É.
Edit: Todos sabemos que é assim. Todos andamos na rua e ouvimos o que se diz. Quantas histórias de sucesso há, e quantas dessas histórias não são rapidamente conspurcadas por indícios legítimos de corrupção? A maioria?
O que se ouve não é “ora, bom é ele/ela que se orientou”? A melhor coisa que podemos esperar nesta sociedade parece ser isso, que nos “orientemos”.
O colectivo, após ter sido confrontado com a realidade diária, parece querer almejar pouco mais que isso.
É certo que existe o sentimento de inveja, mas também ela confunde a inveja com o sentimento que uma pessoa sente, que por mais esforço que tenha muito dificilmente consegue ir muito longe.
É por isso que muitos fogem, não pela coragem e pela inveja dos outros, mas pelo sentimento de derrota pelo sistema que muitas vezes privilegia quem mais tem. Basta olhar para a classe política, quantos dos nossos políticos relevantes vieram de uma situação de pobreza, ou mesmo quantos dos grandes empresários ou empreendedores de que ela fala. Com isto não quero dizer que não mereçam, deles trabalharam para o sucesso que têm. O que quero dizer é que em Portugal, sem um “empurrão” inicial é muito difícil construir uma história de sucesso.
Concordo.
Não era necessário insultar um povo inteiro só para dizer que não gosta de pagar impostos.
Quase que verti uma lágrima pelos “endinheirados e bem sucedidos”, alvo de inveja do “pobre” tuga médio e aterrorizados pelo estado. São de facto, as verdadeiras vitimas da sociedade. De tal forma que têm de emigrar. O horror.
Tipico argumento de quem quer não ouvir os outros. Atira-se tudo para a inveja e assim já não é um argumento, é uma invejazita qualquer.
A inveja e a necessidade de mostrar está muito presente na nossa sociedade. Por isso é que muita gente gasta o que não tem para ter um BMW, ou um Mercedes. Depois queixam-se que os impostos são muito elevados e que na Alemanha custam 10.000€ menos, e os alemães ganham muito mais, mas não compram um Corolla.
Os baptizados parecem casamentos, e os casamentos parecem banquetes oficiais do estado.
A comer batatas desde 2014 meu amor, e com muito gosto.
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Concordo plenamente. Não é de admirar que, perante esta realidade, a maioria dos portugueses sinta-se desmotivada para evoluir, para se arriscar, para se destacar.
Sem um bom exemplo a seguir, o círculo vicioso da inveja volta a ter o controlo da maioria e o resultado é o mesmo de sempre: um país estagnado, com poucas oportunidades de crescimento económico, com um sistema político que não consegue oferecer respostas à crise e que, mais cedo ou mais tarde, acaba por afugentar os seus melhores talentos.
interessante que aparentemente quem é bem sucedido não padece dessa doença tão portuguesa da “inveja destrutiva”.
na cabeça da autora devem ser outra espécie, afinal não portugueses, mas algo mais que isso, imunes à tal doença tuga da “inveja destrutiva”. seres superiores, ubertugas, a elite.
>**Vivemos num país em que ter dinheiro e sucesso é mal visto pela sociedade e penalizado pelo Estado – veja-se os impostos, taxas e taxinhas que castigam os resultados das empresas e os rendimentos dos trabalhadores, desincentivando a progressão.**
tanta merda escrita p’ra dizer que a meritrocacia cá no burgo, o país da “inveja destrutiva”, existe quando a pessoa tem capital.
que coma merda, a prezada autora, para que possa justificar a latrina que é o seu encéfalo. é que se não come merda, e é capaz de vomitar esta aglutinação de caracteres sem um pingo de vergonha, então tem um problema grave de saúde mental, e é caso de psiquiatria.
>veja-se os impostos, taxas e taxinhas que castigam os resultados das empresas e os rendimentos dos trabalhadores, desincentivando a progressão.
Concordo com duas coisas aqui, e discordo de uma. Impostos sim, sempre houveram e estão cada vez piores, rendimentos dos tralhadores estão maus, mas isso não é da responsabilidade de quem paga o ordenado? Ou seja os tais desbravados investidores que correm os riscos todos?
Mas para mim o que salta mais á vista é num ano de records de resultados da banca e das empresas vir dizer que coitadinhos dos investidores não estão a ser castigados. Quando a maioria esconde rendimentos e não paga metade dos impostos sobre o que ganha.
É.
Edit: Todos sabemos que é assim. Todos andamos na rua e ouvimos o que se diz. Quantas histórias de sucesso há, e quantas dessas histórias não são rapidamente conspurcadas por indícios legítimos de corrupção? A maioria?
O que se ouve não é “ora, bom é ele/ela que se orientou”? A melhor coisa que podemos esperar nesta sociedade parece ser isso, que nos “orientemos”.
O colectivo, após ter sido confrontado com a realidade diária, parece querer almejar pouco mais que isso.
É certo que existe o sentimento de inveja, mas também ela confunde a inveja com o sentimento que uma pessoa sente, que por mais esforço que tenha muito dificilmente consegue ir muito longe.
É por isso que muitos fogem, não pela coragem e pela inveja dos outros, mas pelo sentimento de derrota pelo sistema que muitas vezes privilegia quem mais tem. Basta olhar para a classe política, quantos dos nossos políticos relevantes vieram de uma situação de pobreza, ou mesmo quantos dos grandes empresários ou empreendedores de que ela fala. Com isto não quero dizer que não mereçam, deles trabalharam para o sucesso que têm. O que quero dizer é que em Portugal, sem um “empurrão” inicial é muito difícil construir uma história de sucesso.
Concordo.
Não era necessário insultar um povo inteiro só para dizer que não gosta de pagar impostos.
Quase que verti uma lágrima pelos “endinheirados e bem sucedidos”, alvo de inveja do “pobre” tuga médio e aterrorizados pelo estado. São de facto, as verdadeiras vitimas da sociedade. De tal forma que têm de emigrar. O horror.
Tipico argumento de quem quer não ouvir os outros. Atira-se tudo para a inveja e assim já não é um argumento, é uma invejazita qualquer.
A inveja e a necessidade de mostrar está muito presente na nossa sociedade. Por isso é que muita gente gasta o que não tem para ter um BMW, ou um Mercedes. Depois queixam-se que os impostos são muito elevados e que na Alemanha custam 10.000€ menos, e os alemães ganham muito mais, mas não compram um Corolla.
Os baptizados parecem casamentos, e os casamentos parecem banquetes oficiais do estado.
A comer batatas desde 2014 meu amor, e com muito gosto.
Sentir inveja é ter mentalidade fraca.