Acho isto impressionante. O crime dela foi ser paga para fazer comentário num canal de televisão enquanto tinha um estatuto de exclusividade (provavelmente enganei-me em algum detalhe, mas em traços gerais foi paga para fazer um trabalho, não roubou ninguém.
O Fernando Medina era presidente da CML quando entregou dados de activistas à embaixada da Rússia, zero acusações, promovido a ministro.
O Cravinho mentiu à Assembleia da República, zero acusações.
O Pedro Nuno Santos tem participação numa empresa que fez negócios com o Estado, zero acusações.
O marido da ministra da Coesão ia receber fundos comunitários (se não tivesse sido noticiado teria recebido), zero acusações.
Mas por favor alguém nos salve de uma deputada aparecer num canal de televisão privado!
Não deveria existir qualquer regime de exclusividade. Ou a pessoa fica proibida de exercer qualquer outra função pelo seu cargo, ou então devia ser livre de exercer outras actividades.
O que uma pessoa faz fora do horário de trabalho não deveria ser do interesse da entidade patronal.
Alguém na TV semanalmente a comentar — diferente de ser escrutinado — a sua própria atividade política sempre foi algo que me fascinou.
Todos temos um telhado de porcelana
“Peaners” comparado com o negócio brilhante do colega Robles.
7 comments
Socialistas caviar da nisto.
Ganhou? Como assim, ela lucrou??
Acho isto impressionante. O crime dela foi ser paga para fazer comentário num canal de televisão enquanto tinha um estatuto de exclusividade (provavelmente enganei-me em algum detalhe, mas em traços gerais foi paga para fazer um trabalho, não roubou ninguém.
O Fernando Medina era presidente da CML quando entregou dados de activistas à embaixada da Rússia, zero acusações, promovido a ministro.
O Cravinho mentiu à Assembleia da República, zero acusações.
O Pedro Nuno Santos tem participação numa empresa que fez negócios com o Estado, zero acusações.
O marido da ministra da Coesão ia receber fundos comunitários (se não tivesse sido noticiado teria recebido), zero acusações.
Mas por favor alguém nos salve de uma deputada aparecer num canal de televisão privado!
Não deveria existir qualquer regime de exclusividade. Ou a pessoa fica proibida de exercer qualquer outra função pelo seu cargo, ou então devia ser livre de exercer outras actividades.
O que uma pessoa faz fora do horário de trabalho não deveria ser do interesse da entidade patronal.
Alguém na TV semanalmente a comentar — diferente de ser escrutinado — a sua própria atividade política sempre foi algo que me fascinou.
Todos temos um telhado de porcelana
“Peaners” comparado com o negócio brilhante do colega Robles.