Se a ideia é usar a taxa efectiva, deviam apresentar a taxa efectiva de IRC nos restantes países da UE para ser possível tirar conclusões.
O artigo acaba por não dar seguimento ao título. Não se mostra nada sobre os outros países da Europa. Geralmente as comparações são feitas segundo a mesma métrica. Se a taxa máxima não mostra a realidade portuguesa, o mesmo se pode passar com outros países. Não se sabe porque o autor não explorou isso.
Essa taxa aplica-se às grandes empresas (que são as que pagam, em média, os melhores salários).
Por isso as grandes empresas não vêm para cá e nós ficamos pobres e felizes.
Portanto no artigo diz que a taxa IRC máxima em Portugal é de 31,5%.
Mas como a maior parte das empresas Portuguesas, são pequenas e n ganham dinheiro suficiente para pagar a máxima, então n consideram a taxa máxima. Lol.
Obviamente que se uma empresa tiver sucesso sai de Portugal para n pagar a taxa máxima. Ficamos com as empresas que n têm sucesso.
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Se a ideia é usar a taxa efectiva, deviam apresentar a taxa efectiva de IRC nos restantes países da UE para ser possível tirar conclusões.
O artigo acaba por não dar seguimento ao título. Não se mostra nada sobre os outros países da Europa. Geralmente as comparações são feitas segundo a mesma métrica. Se a taxa máxima não mostra a realidade portuguesa, o mesmo se pode passar com outros países. Não se sabe porque o autor não explorou isso.
Essa taxa aplica-se às grandes empresas (que são as que pagam, em média, os melhores salários).
Por isso as grandes empresas não vêm para cá e nós ficamos pobres e felizes.
Portanto no artigo diz que a taxa IRC máxima em Portugal é de 31,5%.
Mas como a maior parte das empresas Portuguesas, são pequenas e n ganham dinheiro suficiente para pagar a máxima, então n consideram a taxa máxima. Lol.
Obviamente que se uma empresa tiver sucesso sai de Portugal para n pagar a taxa máxima. Ficamos com as empresas que n têm sucesso.