Falta de comida no Santa Maria? Ministro diz que é resultado de haver “demasiados doentes na urgência”

25 comments
  1. Ninguém disse que salvar o SNS implicava dar de comer aos doentes…

    Será que os privados construíram um plano maquiavélico assaltar a despensa do SNS?

  2. Sim, faz sentido, os meus convidados também passam fome quando aparecem de surpresa. Não dá para prever nem dá para ter sempre alguma coisa de reserva para desenrascar, ou pior, não dá para ir comprar na hora. /s

    Se isto não demonstra que o gestor é um incompetente então não sei… Se precisarem de um gestor de hotelaria/restauração posso arranjar aqui uns quantos que lhe podem ensinar como é que eles fazem essas contas.

  3. o engraçado é que quem está “internado” nas urgências não têm direito a refeições, só chá e bolachas.

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    Pelo menos foi o que me disseram quando me explicaram qual a diferença entre ter pessoas paradas na urgência e internadas no internamento normal. Falta de comida e banhos.

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    Eu não sou nenhum conhecedor mas parece-me que o ministro percebe menos disto que eu. Estou procupado.

  4. Não comam bacalhau à Brás que já não precisam de ir às urgências, não vão as urgências, logo não almoçam só as 17h mas urgências, se. Não houver pessoas nas urgências, não existem urgências entupidas, e as mesmas podem fechar tranquilamente por não haver médicos!! Resumindo, não comam bacalhau à Brás para salvar o SNS!!

    Se seguirem as dicas que a Desgraça Freitas foi dando não passam por estas situações!

  5. Não dando comida deve resultar num maior numero de camas vagas num curto espaço de tempo.
    Sendo que a morgue no Santa Maria tem bastante espaço desocupado.Uma excelente gestão de recursos.
    Hole almocei bom e barato na “cantina da Assembleia da Republica”, não falta lá nada.

  6. Mas isto é uma brincadeira?

    O ano passado era o bacalhau a bras, haver departamentos hospitalares fechados nao é culpa do governo, agora é demasiados doentes.

    O Portugues deve ter um ganda O na testa.

  7. É a versão PS do célebre “É preciso deixar der ser piegas” do Psssos. Só que aqui trata-se do acesso a cuidados de saúde de emergência.

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