“Teremos uma fábrica de comboios em Portugal”, garante João Galamba

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  1. Mais populismo e propaganda… é ver um hangar e meia dúzia de chaves inglesas para juntar duas peças das carruagens e dizer que foram feitas em Portugal.

    E trazer para cá um centro de desenvolvimento?

  2. Primeiro deviam era resolver o problema da empresa com os trabalhadores, para que nós utentes deixemos de ser enrabados, de nada serve teres mais combois se há greves constantes, cambada de populistas de merda.

  3. Lendo a notícia, confirma-se que o Galambão puxou essa afirmação out of his ass, sem nada para a sustentar. O costume, portanto.

  4. Já tivemos e fechou não há muito tempo ali na Amadora, a Sorefame. A última encomenda foi para o Metro do Porto. Não estou a ver o país a ter capacidade para construir algo semelhante.

  5. Se fossemos tão bons a fazer as coisas, como somos a prometer coisas, éramos um país incrível.

  6. De acordo com o meu assistente, não é muito comum que os fabricantes de rolling stock (como a Alstom, Siemens e CAF) instalem fábricas nos países de destino dos comboios, mas isso pode acontecer em alguns casos.

    Geralmente, esses fabricantes têm fábricas em vários países ao redor do mundo para produzir e montar o rolling stock, mas a localização dessas fábricas é decidida com base em fatores como a demanda do mercado, os custos de produção e a proximidade de fornecedores e parceiros.

    Em alguns casos, os fabricantes podem se associar a empresas locais ou estabelecer acordos de transferência de tecnologia para fabricar **ou montar rolling stock no país de destino**. Isso pode ser uma exigência dos contratos de fornecimento, que podem incluir cláusulas para promover a transferência de tecnologia e conhecimento local.

    No entanto, é importante notar que a instalação de fábricas em outros países pode ser um processo complexo e que requer investimentos significativos. Os fabricantes de rolling stock precisam considerar cuidadosamente os custos e os benefícios antes de decidir se estabelecer em um novo mercado.

    Dito isto, já se pode adivinhar que é Alstom que vai ganhar o concurso já que se vai juntar à DST para construir uma linha de montagem das peças já feitas do comboio.

    https://www.alstom.com/worldwide-presence

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