Dei de caras com este post no Linked.

[https://www.linkedin.com/posts/lucianocabrita\_deixo-vos-hoje-o-testemunho-na-primeira-activity-7042168777223880704-CuLp/](https://www.linkedin.com/posts/lucianocabrita_deixo-vos-hoje-o-testemunho-na-primeira-activity-7042168777223880704-CuLp/)

De uma pessoa que como consultor imobiliário foi obrigado a vender a casa porque não a conseguia pagar. Mudou toda uma vida para mais longe.

E depois vem o “fantástico” do CEO, que muitos devem de o conhecer que já apareceu aqui em outros posts, [José Costa Rodrigues](https://www.linkedin.com/in/j-costa-rodrigues/) dizer:

>Excelente história e partilha. Não temos dúvidas que continuarás a ter bons resultados. Grande capacidade de adaptação e espírito de luta. Força para toda a Família nesta nova aventura 🤝

Mas até aqui não poderia esperar muito, no entanto ver colegas também na mesma área deixarem mensagens no mesmo estilo como se isto fosse uma escolha da pessoa e não uma necessidade para poder dar uma vida decente aos filhos porque não o consegue fazer onde viveu uma vida.

É mesmo de pensar para que tipo de futuro é que nos estamos a dirigir.

7 comments
  1. Amigos, o que me preocupa mais é a insistência da parte dos colaboradores em procurarem no empregador uma espécie de ilusão de humanismo e caridade.

    Concentrem-se na competência de trabalho do empregador e na vossa própria competência dentro de um referencial razoável e justo. O resto não é para aqui chamado e só confunde.

    Deve ser tão fácil para vocês dizer pão pão, queijo queijo como para o vosso empregador dizer amigos amigos, negócios à parte.

    Misturem conhaque com negócios, mas só com o intuito de ficarem por cima e ajudar a convencer o outro lado a dar-vos o que querem…

    Edit: já sabia que ia haver downvotes, porque devem interpretar o meu comentário como querendo dizer que estou do lado do sistema ou do empregador. Nada disso. Apenas quero que vocês não baixem a guarda por quererem acreditar num cenário utópico. Faz mais sentido dedicarem-se a colocar obstáculos ao sucesso desses maus empregadores por lhes fazerem concorrência direta do que esperar que eles mudem de atitude.

  2. Uma pequena questão? Estavas a espera que o empregador fizesse ou dissesse o que exactamente?

    Sabes que tipo de negocio essa pessoa fez? Sabes se não comprou uma casa fora das suas capacidades?

    Era suposto fazerem todos uma vaquinha para o ajudar?

  3. O motivo que ele apresenta para a mudança é o **aumento das taxas de juro**.

    Será que não olhou para as simulações de taxas que o banco apresentou na proposta do crédito habitação?

    Por outro lado, ele não se está propriamente a queixar-se. Parece ser uma opção que ele tomou de livre vontade. Provavelmente aproveitou bem a valorização da sua casa no Algarve para se calhar ir para uma casa muito melhor, apesar de ser mais longe.

  4. O gajo diz que vendeu a casa e com o dinheiro **pagou o que ainda estava em dívida** e **comprou outra casa em pronto pagamento** e vens-me dizer que é coitadinho?

    Por favor OP, menos. O gajo tomou uma decisão que o livrou de dívidas em tempos de juros altos e deu-lhe uma casa 100% paga, tudo menos coitado.

  5. **Acho que não lemos o mesmo texto**, eu li o relato de uma pessoa que conseguiu comprar uma casa superior à que tinha (**100.000.00 € superior, nas palavras dele**), a pronto, não estou a ver onde está o mal..

  6. Lamento se não consigo ter pena de alguém que comprou uma casa a pronto. O que não falta é gente que se mata a trabalhar para pagar uma prestação ao banco / renda a um senhorio e não consegue

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