É muito cedo para especular, mas de certeza que foi um telefonema muito triste e acaba por ser compreensível as ações que se seguiram.
Além dos problemas psicológicos que o homem tinha é importante isto:
> Muitas testemunhas revelam também que o afegão estava contrariado em Portugal, tendo tentado chegar à Alemanha há alguns meses, algo que acabou por não conseguir, dado que o estado germânico recusou a sua entrada.
[removed]
Uma chamada de inquérito de satisfação do SEF dá nisto…
Será que foi o Ventura que telefonou ao homem, ou terá sido o Marcelo a dar as lamentações por não ter sido aceite ne Alemanha.
Espero que seja recambiado para o Afeganistão, senão ainda vamos ter de sustentar esse coitadinho na cadeia.
Ele é um coitado, alguma boa alma pode adotar após sua recuperação no hospital.
Se calhar até um monumento na praça do comércio.
A arma não se materializou para o crime no momento que ele recebe o telefonema. Isso é importante o suficiente para que nunca seja esquecido. O facalhão de grandes dimensões já entrou com ele naquela sala de aula naquele dia. Podia não ter acontecido nada no Centro Ismaelita. Podia não ter acontecido nada de todo. Mas algures, houve um motivo para que um individuo achasse justificável ou necessário andar com uma arma branca de grandes dimensões com ele. E não acredito que estivesse a ser ameaçado ao ponto de pensar nela como forma de legitima defesa.
Estamos todos a perguntar o motivo do crime mas em cima da mesa está também outra questão: Qual a razão dele ter ido para uma aula de português já armado naquele dia? O que teria em mente para justificar a posse física de uma arma branca de grandes dimensões? Porque é um detalhe que tenho visto a ser ignorado na discussão do assunto. Tal semelhante detalhe não foi omitido quando foi a situação da Univ. aqui há uns tempos. **De facto, premeditação ou planeamento foram até expressões bastante usadas na comunicação social porque ele andou a passear armas com ele no dia a dia.** Vale a pena pensar nisso.
Mesmo metendo de parte a ideia de haver um plano para fazer vítimas, ainda é preciso justificar a razão de alguém que não aparentava estar em risco de segurança, andar armado. Porque foi isso que aconteceu noutros casos semelhantes que agora parece não estar a acontecer.
E percebe-se pq. Se aquele telefonema foi um gatilho, teria sido muito pior se esta pessoa estivesse dentro de um autocarro ou num centro comercial qualquer. E teríamos que ser obrigados a admitir que isto teria sido um atentado terrorista. Por isso é que este tal telefonema que ele recebeu é de elevada importância. Mas não dispensa ter atenção ao detalhe que ele já estava armado antes.
Whataboutisms cheiram a controlo de danos e técnicas de desculpabilização. Não recomendo que os façam. Deixem as autoridades trabalhar. Mas mais importante, deviam ter noção que a cada “problema isolado”, menos essa desculpa funciona.
A pessoa que telefonou é que tem culpa? Parece-me mais uma tentativa de desresponsabilizar o assassino. Matou mulheres, com certeza porque teriam mais dificuldade em defender-se. Portanto, um cobarde.
se calhar recebeu uma chamada de Telemarketing agressivo…. just sayin’
13 comments
É muito cedo para especular, mas de certeza que foi um telefonema muito triste e acaba por ser compreensível as ações que se seguiram.
Além dos problemas psicológicos que o homem tinha é importante isto:
> Muitas testemunhas revelam também que o afegão estava contrariado em Portugal, tendo tentado chegar à Alemanha há alguns meses, algo que acabou por não conseguir, dado que o estado germânico recusou a sua entrada.
[removed]
Uma chamada de inquérito de satisfação do SEF dá nisto…
Será que foi o Ventura que telefonou ao homem, ou terá sido o Marcelo a dar as lamentações por não ter sido aceite ne Alemanha.
Espero que seja recambiado para o Afeganistão, senão ainda vamos ter de sustentar esse coitadinho na cadeia.
Só para lembrar que ainda este mês, um avô matou a sua neta à facada. Pode ser problema de memória minha, mas creio que não houve tantos posts ou discussão sobre isso.
https://observador.pt/2023/03/14/crianca-de-sete-anos-morre-esfaqueada-em-vialonga/amp/
Ele é um coitado, alguma boa alma pode adotar após sua recuperação no hospital.
Se calhar até um monumento na praça do comércio.
A arma não se materializou para o crime no momento que ele recebe o telefonema. Isso é importante o suficiente para que nunca seja esquecido. O facalhão de grandes dimensões já entrou com ele naquela sala de aula naquele dia. Podia não ter acontecido nada no Centro Ismaelita. Podia não ter acontecido nada de todo. Mas algures, houve um motivo para que um individuo achasse justificável ou necessário andar com uma arma branca de grandes dimensões com ele. E não acredito que estivesse a ser ameaçado ao ponto de pensar nela como forma de legitima defesa.
Estamos todos a perguntar o motivo do crime mas em cima da mesa está também outra questão: Qual a razão dele ter ido para uma aula de português já armado naquele dia? O que teria em mente para justificar a posse física de uma arma branca de grandes dimensões? Porque é um detalhe que tenho visto a ser ignorado na discussão do assunto. Tal semelhante detalhe não foi omitido quando foi a situação da Univ. aqui há uns tempos. **De facto, premeditação ou planeamento foram até expressões bastante usadas na comunicação social porque ele andou a passear armas com ele no dia a dia.** Vale a pena pensar nisso.
Mesmo metendo de parte a ideia de haver um plano para fazer vítimas, ainda é preciso justificar a razão de alguém que não aparentava estar em risco de segurança, andar armado. Porque foi isso que aconteceu noutros casos semelhantes que agora parece não estar a acontecer.
E percebe-se pq. Se aquele telefonema foi um gatilho, teria sido muito pior se esta pessoa estivesse dentro de um autocarro ou num centro comercial qualquer. E teríamos que ser obrigados a admitir que isto teria sido um atentado terrorista. Por isso é que este tal telefonema que ele recebeu é de elevada importância. Mas não dispensa ter atenção ao detalhe que ele já estava armado antes.
Whataboutisms cheiram a controlo de danos e técnicas de desculpabilização. Não recomendo que os façam. Deixem as autoridades trabalhar. Mas mais importante, deviam ter noção que a cada “problema isolado”, menos essa desculpa funciona.
A pessoa que telefonou é que tem culpa? Parece-me mais uma tentativa de desresponsabilizar o assassino. Matou mulheres, com certeza porque teriam mais dificuldade em defender-se. Portanto, um cobarde.
se calhar recebeu uma chamada de Telemarketing agressivo…. just sayin’
era a conta do gás
Irmãos Bogdanoff??!