Há uma década que não havia tantas violações

28 comments
  1. Pa ta na hora de fazer alguma coisa.

    Passam de 5 anos na choça a sair em 2 em caso de bom comportamento para 10 anos a sair em 5!

    Ta feito, vamos para casa, problema resolvido.

  2. E vais aumentar cada vez mais. Tal como tem acontecido em toda a Europa.

    A razão do porquê? Ninguém sabe. É um mistério desconhecido e difícil de prever e antecipar /s

  3. Se calhar havia, simplesmente não eram tão reportadas às autoridades? Mas eu percebo onde é que este post quer chegar…

  4. Como já aqui disseram! Antes devia haver muitas violações do que agora! A única diferença é que agora existe dados para as estatísticas e antes não!

  5. Ou seja há 10 anos atrás os números eram iguais/parecidos?

    Será que a crise tem algo a ver ? Não sei, suponho que seja também com maior número de pessoas a não se esconder

  6. Eu não percebo como é que um crime tão deplorável como uma violação não come com 20 ou 30 anos de cadeia no mínimo. Ao invés é como aquele gajo do Algarve que violou uma inglesa no meio da estrada e depois, inicialmente, nem sequer teve pena de prisão efetiva, só teve 4 anos (!) de prisão efetiva posteriormente e foi porque ela recorreu e foi um caso mediático. Ou então, aquele puto de 21 anos que violou uma rapariga de 15 e depois não foi para a prisão porque a lei tem um regime penal qualquer diferente até aos 22 anos LOL, que comédia. Como se um gajo de 21 anos não tivesse nem capacidade para compreender a gravidade de uma violação e as consequências que daí podem advir. País de merda…

  7. Correção, há uma década que não havia tão pouco estigma social em denunciar violações.

    Pre-anos 2000 então, violação conjugal, entre marido e mulher, e namorados era muito alta.

  8. Isto é um assunto muito dedicado.

    A minha posição do que percebo do debate de passar a ser ou não considerado crime público, é que se por um lado é positivo para evitar ao máximo que estes comportamentos passem impunes, também é todo uma dor psicológica que a vítima pasará a ter de obrigatoriamente viver, em vez de poder simplesmente tentar, da melhor forma, seguir com a vida.

    Genuinamente acho que, antes disto ser debatido ainda se devia, primeiro, arranjar maneira de mitigar a quantidade de vezes que se culpabilizam as vítimas.

    Infelizmente, não é algo fácil de conseguir democraticamente, a meu ver.

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