Relatórios de criminalidade contrariam teoria de ″problemas de imigração sérios″

5 comments
  1. E o relatório do SNS sobre os valores gastos em tratamentos de cancros para pessoas (ricas) que usam Portugal para escapar ao sistema privado americano? Pago pelo português claro.

  2. Quem escreveu o artigo sabe que há pessoas que abrem o artigo e que o leem, certo? Nada do que está escrito no artigo tem a ver com o título. É mais um artigo a queixar-se do chega e de como o gajo que matou quase 3 pessoas era uma coitadinho e um caso isolado. Instrumentalizar as instituições é típico de ditaduras, não há instrumentalização do bem.

    ja agora, deixo aqui: https://multinews.sapo.pt/noticias/jovens-portugueses-estao-a-converter-se-ao-islao-e-a-seguir-a-ideologia-radical-do-estado-islamico-alerta-especialista-da-comunidade-ismaili/

  3. “*Na criminalidade geral mais de metade dos crimes são contra o património (50,7%) e 25% contra as pessoas. Dos 16 crimes que representam quase 70% da criminalidade participada nenhum surge relacionado com a “política de portas abertas” – violência doméstica (mais de 26 mil casos), condução de veiculo com taxa de álcool superior a 1,2 gl (mais de 22 mil casos) e ofensa à integridade física voluntária simples (mais de 21 mil) são os crimes que mais se destacam.*
    *O Relatório Anual de Segurança Interna de 2022 (RASI), que identifica na criminalidade grave e violenta um aumento de 14,4%, coloca o roubo na via publica como o mais praticado (+ 21,1%), seguido da extorsão (+ 49,9% de casos) e da violação com uma subida de 30,7%.*
    *O homicídio voluntário consumado, onde se enquadra, pela informação já conhecida, o que aconteceu no Centro Ismaili, em Lisboa representou no ano passado 97 casos – tinham sido 85 em 2021.*
    *Relatórios de criminalidade contrariam teoria de “problemas de imigração sérios”*
    *Ou seja, diz fonte da segurança interna, “nada tem a ver com imigração e terrorismo. É somente um discurso de ódio [expressão já usada pela ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares] sem qualquer ligação à realidade. É falso”*.”

    A menos que haja mais alguma coisa no relatório que não faz parte da notícia, como é que com estes dados, se chega á conclusão que : É Falso??

    Será que nesse relatório há uma análise da nacionalidade/país de origem, de quem pratica os crimes, por exemplo, “roubo na via publica como o mais praticado (+ 21,1%)” desses 21.1%, X % foi cometido por X. ? Se existe essa análise, esses deveriam ser os dados a ser publicados na notícia para sustentar tal afirmação.

    Assim, o jornalista Artur Cassiano não fez jornalismo, apenas fez propaganda.

    Não digo que o Chega tenha razão na afirmação que faz, mas esta “notícia” como está, em nada prova o contrário.

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