De técnica de análises clínicas a programadora informática: o testemunho de alguém que fez reset à sua carreira – Forbes Portugal

6 comments
  1. “O meu marido apercebeu-se destas minhas características inatas de programadora e mencionou casualmente a Codecademy. (…) Decidi começar a fazer pequenos cursos durante a noite ou quando tinha algum tempo. Aprendi a sintaxe de Python e algumas bases de programação, a noção de variáveis e de reutilização de funções, entre outras. (…) Em setembro do ano passado fui contratada como programadora”

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    “Outsystems developer, PwC”

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    É isto que basta para a Outsystems?

  2. Ah Outsystems… Há uns anos atrás, no pico do COVID, eram posts diários no LinkedIn de toda a gente sobre Outsystems, como iam mudar o mundo e o caralho…
    Como está isso? Os posts simplesmente desapareceram.

    As empresas que queiram adotar low code são livres de o fazer e nada contra isso. Que depois lidem com os custos de licenciamento ou da migração para sair dessa plataforma fechada, que a segurança é uma merda sem fim, que a manutenção é uma piada de mau gosto ou que os “devs” que lhes vão mantendo o código para resolver qualquer problema sério, resolvem com “more cores duh” e não há qualquer troubleshooting técnico sério porque simplesmente não sabem o fazer e porque parte do problema está na plataforma em si.

    Não tenho nada contra as reconversões, sou muito a favor delas pois há imensa falta de mão de obra qualificada. Mas equiparar um bom curso de anos onde prepara um engenheiro ou um curso intensivo de meses e diz que ambos são iguais, só pode estar a gozar.

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