Ensino Superior: dois mil investigadores em fim de contrato não sabem se vão manter o emprego

9 comments
  1. Têm de se reconverter para áreas mais eficientes pá. O problema dessas pessoas é que pensam muito e fazem pouco. Em vez de fazerem experiências e analisarem dados que não dão em nada, deviam analisar só aqueles que têm resultados. Às vezes passam anos a analisar dados e mais dados, sem dar em nada. Isso é uma profissão? Depois, um colega de repente analisa outros dados e pumba, tem resultados. Porque é que não começam logo por esses? O tempo que se poupava pá!

    /s

  2. Ou não matêm o emprego ou têm propostas ridículas ao ponto de ganharem mais no Mercadona.

    Irrita me o facto deste pessoal passar anos e anos a estudar, acredito que fazem um trabalho incrível e o país não apostar nesta vertente

  3. Só investem em investigações da treta para professores da moda. Há tantos maus professores no ensino superior que se mantêm durante anos a mamar dinheiro como supervisores de investigações que não lembram nem ao menino Jesus.

  4. Era tão bom se em Portugal alguém pudesse ser investigador sem estar sempre preocupado em ter de se candidatar constantemente a vagas de projetos diferentes sem saber se vai ser contratado ou se tem de ir para o desemprego ter um subsidio baseado nos descontos que são apoiados que são relativos ao salario minimo.

  5. Normal…..”75% dos investigadores trabalham com contratos precários ou a recibo verde”, para além disso a investigação em Portugal é quase nula, obvio que dão de frosques daqui.

  6. Não se preocupem que este ano temos as JMJ.

    Há também o campeonato nacional e a Eurovisão.

    Temos muita coisa para não desanimar.

  7. Investigador here… somos definitivamente das profissões mais brutamente precárias do país… a realizade é, infelizmente, ainda mais assustadora; considerando a quantidade gigantesca de “voluntários” que trabalham sem receber nada, e de o facto de a esmagadora maioria de nós trabalhar para o Estado e nem estatuto de funcionários temos (muito menos de funcionários públicos), o que implica que não há cá ADSE e segurança social só em regime de Seguro Social Voluntário… O nosso problema, diria eu, é gostarmos demasiado do que fazemos, porque somos desprezados completamente pela tutela, e tomados como garantidos pela generalidade da população, logo, não há pressão para as coisas mudarem. Para não falar do assédio que colegas são expostos quando comunicam coisas “polémicas” (vacinas, epidemiologia, sexualidade, etc…). A fuga de cérebros em Portugal é real, **muito** assustadora, e está a destruir a nossa capacidade de atrair investimento…

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