Portugal é Lisboa o resto é paisagem. Construir acessos ferroviários rápidos e promover shuttles rodoviários a partir deste aeroporto tá quieto. O bom mesmo é por outro aeroporto em cima de Lisboa.
Não existindo esta aposta, não há voos, não há pessoas, não há economia local, não há deslocação de população… É o normal em Portugal
Fui ver agora e parece que há 3 voos agendados, 2 partidas e uma chegada. Porque será que não existe pessoal permanente? Com este tráfego…. Deve haver rios de dinheiro para pagar às pessoas de certeza…. Nota-se também investimento fortíssimo…
Quem é que utiliza o aeroporto de Beja?
Manuel Tão, geógrafo, professor na Universidade do Algarve e especialista em transportes e planeamento regional, disse ao “Diário do Alentejo” que a solução Beja, como complemento ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, custaria “menos de um quarto daquilo que, recentemente, a Vinci admitiu investir na transformação da base aérea do Montijo”.
O professor universitário estima que um “pacote integrado” que inclua a finalização da A26, a eletrificação da linha do Alentejo na totalidade e o novo ramal de ligação ao aeroporto de Beja custaria cerca de 400 milhões de euros, “comparticipados a 80 por cento pelos fundos europeus”, o que significa que a comparticipação nacional não ultrapassaria os 80 milhões.
Acresce que não só se resolveria a curto prazo a insuficiência da infraestrutura lisboeta, como se “asseguraria a ligação ao aeroporto de Faro, que dentro de uma década também ficará congestionado”, garante Manuel Tão.
Beja “pode ficar operacional no prazo de 48 meses”.
Acresce que com a melhoria da ligação ferroviária, e “sem a necessidade de uma nova travessia do Tejo”, Beja ficaria a 75 minutos da capital com comboios com capacidade para atingir os 200 quilómetros por hora. “Não digo com isto que a A26 não seja necessária, mas a ligação por comboio tem outra escola e oferece outro conforto e menos tempo de viagem”.
Isso é importante, porque Beja poderia ser, à semelhança do que acontece com Beauvais, em Paris, uma alternativa para os voos low cost: “quem escolhe essa forma de viajar valoriza o preço em vez do tempo. Ninguém se importaria de demorar mais uma ou duas horas para chegar ao hotel”, diz Manuel Tão.
Aeroporto de Beja não tem ninguém em permanência. Isto é só conversa.
Assunto sério é porque é que Beja, sendo capital de distrito não tem uma autoestrada? Porque é que Beja viu perder ligações de ferrovia?
Ficava demasiado perto de Lisboa para se justificar a construção de outro aeroporto?
A velha pescadinha política de “rabo na boca”.
O aeroporto de Beja não recebe investimento e infraestruturas por que nao e’ utilizado.
E como o aeroporto não é utilizado não faz sentido fazer mais investimento nem infraestruturas.
E pronto, vamos fazer outro aeroporto em Lisboa, e fechamos o resto do País.
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Portugal é Lisboa o resto é paisagem. Construir acessos ferroviários rápidos e promover shuttles rodoviários a partir deste aeroporto tá quieto. O bom mesmo é por outro aeroporto em cima de Lisboa.
Não existindo esta aposta, não há voos, não há pessoas, não há economia local, não há deslocação de população… É o normal em Portugal
Fui ver agora e parece que há 3 voos agendados, 2 partidas e uma chegada. Porque será que não existe pessoal permanente? Com este tráfego…. Deve haver rios de dinheiro para pagar às pessoas de certeza…. Nota-se também investimento fortíssimo…
Quem é que utiliza o aeroporto de Beja?
Manuel Tão, geógrafo, professor na Universidade do Algarve e especialista em transportes e planeamento regional, disse ao “Diário do Alentejo” que a solução Beja, como complemento ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, custaria “menos de um quarto daquilo que, recentemente, a Vinci admitiu investir na transformação da base aérea do Montijo”.
O professor universitário estima que um “pacote integrado” que inclua a finalização da A26, a eletrificação da linha do Alentejo na totalidade e o novo ramal de ligação ao aeroporto de Beja custaria cerca de 400 milhões de euros, “comparticipados a 80 por cento pelos fundos europeus”, o que significa que a comparticipação nacional não ultrapassaria os 80 milhões.
Acresce que não só se resolveria a curto prazo a insuficiência da infraestrutura lisboeta, como se “asseguraria a ligação ao aeroporto de Faro, que dentro de uma década também ficará congestionado”, garante Manuel Tão.
Beja “pode ficar operacional no prazo de 48 meses”.
Acresce que com a melhoria da ligação ferroviária, e “sem a necessidade de uma nova travessia do Tejo”, Beja ficaria a 75 minutos da capital com comboios com capacidade para atingir os 200 quilómetros por hora. “Não digo com isto que a A26 não seja necessária, mas a ligação por comboio tem outra escola e oferece outro conforto e menos tempo de viagem”.
Isso é importante, porque Beja poderia ser, à semelhança do que acontece com Beauvais, em Paris, uma alternativa para os voos low cost: “quem escolhe essa forma de viajar valoriza o preço em vez do tempo. Ninguém se importaria de demorar mais uma ou duas horas para chegar ao hotel”, diz Manuel Tão.
Aeroporto de Beja não tem ninguém em permanência. Isto é só conversa.
Assunto sério é porque é que Beja, sendo capital de distrito não tem uma autoestrada? Porque é que Beja viu perder ligações de ferrovia?
Ficava demasiado perto de Lisboa para se justificar a construção de outro aeroporto?
A velha pescadinha política de “rabo na boca”.
O aeroporto de Beja não recebe investimento e infraestruturas por que nao e’ utilizado.
E como o aeroporto não é utilizado não faz sentido fazer mais investimento nem infraestruturas.
E pronto, vamos fazer outro aeroporto em Lisboa, e fechamos o resto do País.