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5 comments
  1. Porque é que o documento só está disponível para download apartir do site de um jornal?

    Não devia haver um site oficial para isso?

    Outra coisa: PDF?

    Estes tipos vivem em que século? Aquele que para fazer fogo raspavam pauzinhos?

  2. Há partes muito estranhas:

    1. a CEO apresentou uma resposta à notificação de demissão em que requeria, como era seu direito, que 6 testemunhas fossem ouvidas. Resposta do Governo: “nah, já ouvimos 4 delas (ao que parece, antes de terem sido informados da demissão) e em relação às outras 2, sabemos o que os chefes delas pensam, por isso não é preciso ouvi-las (porque todos pensamos o mesmo que os nossos chefes)”.
    2. Fica evidente pelas datas no relatório que não foi respeitado o direito à audiência prévia que a CEO tinha direito. O mais giro é que o relatório afirma que, apesar de ter sido publicamente anunciada a demissão dela antes da audiência prévia, essas declarações públicas não foram mesmo um anúncio de demissão, foram só uma conclusão de uma avaliação do relatório. **Relembrando as notícias no dia 6 de Março: Fernando Medina afirmou esta tarde** que “se impõe neste momento um virar de página na gestão da empresa”, **tendo por isso o Governo decidido a “exoneração, com justa causa, do Presidente do Conselho de Administração e da Presidente da Comissão Executiva da TAP“**. Mas, segundo o Governo, isto não foi uma demissão.
    3. O Governo confirma que o Secretário de Estado e o Ministro das Infraestruturas e da Habitação estavam a par de tudo desde o início e autorizaram várias partes de o processo, mas diz que o Ministro das Finanças não e, como tal, o Governo não foi informado.
    4. Diz que a decisão da demissão da Alexandra Reis não é legal porque devia ter sido tomada pelo acionista Estado, que inclui o Ministro das Finanças, apesar de existir outro Ministro que sabia de tudo.
    5. O próprio Governo rejeita que o Ministro das Infraestruturas e da Habitação tivesse poder jurídico para aprovar tudo o que aprovou. No entanto, a verdade é que o Ministro fez exatamente isso.

    Conclusão disto tudo: o Governo fez porcaria, venha a indemnização para a CEO que vai ser maior que a da Alexandra Reis!

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