Z de muito feliZes fora do trabalho? A geração Z, que prefere ter uma vida equilibrada em vez de se sacrificar pela carreira profissional (e como isso é bom)

14 comments
  1. Bom? É uma vergonha. Já ninguém veste a camisola da empresa. No meu tempo, eu trabalhava noite e dia, era mal pago mas era um sortudo por ter um trabalho para ter de comer. Estas gerações querem tudo de mão beijada sem terem que trabalhar.

    Hoje em dia estou reformado e tenho uma reforma de merda porque os meus patrões sempre me enganaram e não faziam os descontos em condições mas sempre estiveram lá nos 50 anos que trabalhei na empresa. Um bem haja a todos os patrões de antigamente /s

  2. Prefere ter vida equilibrada… por oposto às outras gerações que amam ter dois empregos e sair às 20? Mais noção por favor… Perante a oportunidade de ter uma vida mais equilibrada qualquer pessoa vai tomar essa opção

  3. Mais uma não noticia. De outro modo: “geração Z prefere ter um trabalho fácil e ganhar 1000 euros líquidos do que um trabalho extremamente difícil e stressante e ganhar 1200 euros liquidos! Combater a desigualdade não é assim tao fixe quando trabalhas muito mais que o gajo ao lado e ele ganha o mesmo que tu.”

    Wow! Que descoberta fascinante!

  4. Mas o que é que se passa com esta interminável quantidade de artigos ultimamente que tenta à força toda passar a idea que esta geração nos seus vintes e tais é a primeira e única a questionar e lutar por este género de coisas?

  5. Vida equilibrada para mim é conseguir pagar as contas, a casa, comida e dar condições de conforto à minha família acima do limite da pobreza. E para isso preciso de trabalhar para caralho.

  6. Sou geração Z e nem sabia ahaha… não sou mas estes putos têm o meu respeito! Gosto muito dessa geração e acredito mesmo que eles vão mudar esta merda toda…

  7. E será que isto não pode ser visto de outro ponto de vista?
    Será que os jovens já perceberam que “não vale a pena” esforçarem-se que não saem da cepa torta, e então desistem de serem melhores, resignam-se à vida que têm e aproveitam-na, sem se preocuparem em melhorar porque “já sabem que não vale a pena”?

    Posto isto, sim defendo que, se amanhã me acontecer alguma coisa e morrer (esperemos que não), no dia seguinte a empresa tem outro gajo para o meu lugar, mas os meus pais não têm lá outro filho para o meu lugar.

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