Dizer o quê?

29 comments
  1. dizer que não ser possível plantar eucaliptos na calçada, por isso ter que arranjar uma alternativa moderna.

  2. Não sou de Lisboa, mas cá em Setúbal só dá para estacionar com a Bolt em “hotspots”, locais definidos por GPS. Não é o mesmo em Lisboa?

    Parece-me ser um problema de falta de infraestrutura. Onde está uma estação própria para esses veículos?

  3. A CML ainda não implementou lugares de estacionamento obrigatório para isso??

    Funciona bastante bem no Porto já lá vai uns anos.

  4. Custa entender como a câmara de Lisboa permite este tipo de comportamento totalmente selvagem. Não me parece algo difícil de legislar e fiscalizar mantendo os detentores de licenças responsáveis em caso de incumprimento. Talvez falta de volta de política para acabar com esta poluição

  5. 100% a favor destes meios de transporte, também 100% a favor de que as empresas devem pagar uma multa pesada por cada meio de transporte mal parado.

    Essas empresas depressa arranjam forma de “obrigar” os utilizadores a cumprirem as regras.

  6. A CML tem lá coragem de enfrentar os senhores todos poderosos do entretenimento para turistas! Antes disso Lisboa fica sem Portugueses (só turistas e escravos estrangeiros a ganhar o ordenado mínimo e a dormir aos 20 por quarto)! Qualquer buraco que aceite isto obriga a que sejam deixadas em zonas próprias…os incompetentes da CML o que conseguiram foi uma redução no número total de trotinetes mas o caos continua…incompetentes, cobardes, vendidos (podem escolher)!

  7. Da minha experiência só se deixa de pagar quando se estaciona num dos locais indicados no mapa. Se não estamos num dos locais de “estacionamento” nem deixa parar o “contador”.

  8. Eu proibia as empresas, deixava quem quer comprar uma trotinete, todos os veiculos neste país tinham de ter seguro e matrícula, bicicletas, trotinetes, só não ponho skates na categoria das matriculas mas tb obrigava um seguro de responsabilidade civil.

    Em relação ao carro, que vem de certeza alguém armar a barraca… em cima do passeio era rebocado, multado e impedido o uso por 3 meses…

    Andavam todos direitos!

  9. Que falta de civismo; qual era a dificuldade de pelo menos as pararem a um canto para não estorvar? Atrás dessa gente, só as pessoas que andam na rua a fazerem-se o mais largo possível para ninguém conseguir passar

  10. Ao início era a favor desse tipo de mobilidade, mas os utilizadores fizeram com que agora eu tenha uma opinião negativa. Andam em cima dos passeios e os peões é que se tem de desviar, andam em contramão na estrada, não param nos sinais vermelhos, entram e saem dos passeios sem ter cuidado, estacionam em qualquer lado, e sei de 2 casos na minha rua em que trotinetes por estarem mal estacionadas caíram para cima de carros e causaram danos.

    Acho que também que este modo de transporte não é tão ecológico como venderam ao início, os custos de produção, o transporte da fábrica até ao destino final e a manutenção (reparação de danos e carregamento de baterias) faz com que tenha uma pegada de carbono. Uma das coisas que não percebo é como algumas trotinetes usam leds que estão ligados o do todo, ou seja estão a gastar energia desnecessária.

    Por último acrescento que andarem a pé é mais saudável e contribui para aumentar o comércio local.

  11. Não sei como funciona em Portugal e pode ser igual, mas aqui em Brașov a scooters da Bolt tem muitas zonas que estão marcadas como estacionamento proibido. Acho que devia ser política geral, e até ter zonas de estacionamento em vez de zonas proibido estacionar

  12. Não sei o que é que a policia poderia fazer neste caso… o código da estrada e os regulamentos municipais não antevêem punir crianças que espalham os brinquedos na via pública.

  13. Em Espanha têm de estacionar em sítios designados para o efeito. Quem deixa fora de um desses sítios paga 10€, e fecho da conta com infrações repetidas.

  14. Não vou aí faz tempo… Vergonha …
    Mas isso não é da Responsabilidade da Câmara?? Que retitou as ciclovias gratuitas ?? Pois parece problema de gestão camarária

Leave a Reply