Portugal é dos países com mais risco de ‘burnout’. Psiquiatras alertam às empresas para promoverem saúde mental e ajudarem a identificar sinais de alerta

9 comments
  1. Enquanto isso o chefe – Se trabalhares mais não tens tempo para te preocupares com a saúde mental. 😉

  2. O problema não é promoverem a saúde mental, o problema é de facto aplicarem um ambiente de trabalho saudável.

  3. Não vale a pena alertar, vão continuar na mesma a menos que sejam obrigados ou ganhem $ algo com isso

  4. Quem diria que num país onde os funcionários que fazem 8h e vão embora recebem olhares de lado dos colegas de trabalho e dos chefes tem grande parte da população em risco de/com problemas psicológicos.

  5. Aos patrões, promover saúde mental não é espetar um seminário de saúde mental a meio da tarde para foder o ritmo de trabalho e a cabeça….

    Se derem essas 2h à sexta feira ao fim da tarde, sabe bem melhor.

  6. Se as condições de trabalho e os salários fossem dignos, se os transportes públicos fossem eficientes, a saúde mental estaria muito melhor.

  7. Nem é preciso trabalhar em Portugal para ter burnout, basta ir a rua e ver a escumalha que apanho, o burnout é em relação ao país.

  8. Tive de regressar à empresa em pleno confinamento por *motivos*, ainda em 2020, logo em Maio.

    O meu trabalho é compativel na TOTALIDADE com remoto. Daí em diante, foi um abrir de olhos em todos os sentidos.

    Aqui está a minha checklist mental:

    – qualquer custos que o local de trabalho me impute, será cobrado em 1,5 vezes o seu valor em tempo/dinheiro. 1horinhas a ir para escritório para fazer uma proposta , apresentação a cliente no caralho mais velho, ou reunir com equipa onde tudo tem de ficar escrito? Hora e meia no reddit / finanças / aprender algo, tratar de qualquer assunto,

    – Excesso de trabalho por ineficiência ou falta de preparação de outros elementos da equipa ? Resolve-se sempre até as 18h. do dia seguinte.

    – Contactar fora de horas / férias / whatsapp? “Não tinha o telefone comigo, estive fora”.

    – Sair mais cedo sempre que possível, com desculpas várias. Com jeitinho já nem descontam.

    – Tornar progressivamente mais caro e complicada a minha subbstituição, obrigando a que o tratamento seja delicado ou mansinho.

    – a mais importante: sempre se envia CV e se fazem entrevistas. Pelo menos 1 por mês. Procurar antes de precisar, decidir e avaliar sem pressão. Ter opções.

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