> Se tiver de entrar num comboio sobrelotado todas as manhãs para ir para um emprego onde ganha pouco mais do que o salário mínimo nacional ou em alternativa puder receber rendimento de inserção, a escolha individual lógica é não trabalhar.
🤣🤣🤣🤣🤣
Claramente, esta criatura não sabe o que é o RSI, não sabe quais são as condições e obrigações que estão associadas ao RSI, não sabe quais os valores do RSI, etc.
A notícia aqui é Ferraz da Costa ainda estar vivo. O autor de êxitos como « os portugueses não querem trabalhar » tem de fazer prova de vida de tempos a tempos. Quem não é visto, não é lembrado.
A opinião deste sujeito, com tudo o que tem opinado nos últimos anos, ainda é considerada para alguém com 2 dedos de testa?
Independentemente da personalidade que é/foi, o que ele diz não é nada de espantoso pois está à vista de todos, menos talvez dos membros do partido e fanboys/fangirls.
Só fiquei com uma dúvida, quando ele fala nos “mais diferenciados”, quer dizer os privilegiados do costume, não é?
De resto nada de novo, espantalhos do PREC, simpatias cheganas, e a absoluta incapacidade de reconhecer que se trabalhar não compensa ou compensa muito pouco para os menos qualificados, deve-se à falta de valorização salarial das empresas, e não aos paupérrimos apoios sociais.
FdC é aquele símbolo de uma certa classe em Portugal que acha que a competitividade é uma “race to the bottom”, onde quem tem de fazer o “ajustamento” são sempre os trabalhadores. Liberais q.b., contra o “socialismo”, mas já comiam um subsídio do PRR. Uma escola de gestão que nos arrasta para o fundo do mundo desenvolvido, com nostalgia dos velhos tempos que não voltam, em que não havia aquela chatice de direitos laborais. Mas a culpa é do socialismo, acreditem.
You don’t say. /s
>O governo quer agradar aos que podem votar nele
isto é o básico de política. A política começa a fazer sentido quando se vê dessa forma. Todos os governos têm esse problema em maior ou menor grau. Este corrente, na minha opinião tem em maior, muito elevado, grau. Mas é óbvio certo? Muitas medidas, o arrendamento coercivo, o cabaz do IVA zero, são coisas de impacto mínimo mas apenas para mostrar “votem em mim que quero saber”.
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> Se tiver de entrar num comboio sobrelotado todas as manhãs para ir para um emprego onde ganha pouco mais do que o salário mínimo nacional ou em alternativa puder receber rendimento de inserção, a escolha individual lógica é não trabalhar.
🤣🤣🤣🤣🤣
Claramente, esta criatura não sabe o que é o RSI, não sabe quais são as condições e obrigações que estão associadas ao RSI, não sabe quais os valores do RSI, etc.
A notícia aqui é Ferraz da Costa ainda estar vivo. O autor de êxitos como « os portugueses não querem trabalhar » tem de fazer prova de vida de tempos a tempos. Quem não é visto, não é lembrado.
A opinião deste sujeito, com tudo o que tem opinado nos últimos anos, ainda é considerada para alguém com 2 dedos de testa?
Independentemente da personalidade que é/foi, o que ele diz não é nada de espantoso pois está à vista de todos, menos talvez dos membros do partido e fanboys/fangirls.
Só fiquei com uma dúvida, quando ele fala nos “mais diferenciados”, quer dizer os privilegiados do costume, não é?
De resto nada de novo, espantalhos do PREC, simpatias cheganas, e a absoluta incapacidade de reconhecer que se trabalhar não compensa ou compensa muito pouco para os menos qualificados, deve-se à falta de valorização salarial das empresas, e não aos paupérrimos apoios sociais.
FdC é aquele símbolo de uma certa classe em Portugal que acha que a competitividade é uma “race to the bottom”, onde quem tem de fazer o “ajustamento” são sempre os trabalhadores. Liberais q.b., contra o “socialismo”, mas já comiam um subsídio do PRR. Uma escola de gestão que nos arrasta para o fundo do mundo desenvolvido, com nostalgia dos velhos tempos que não voltam, em que não havia aquela chatice de direitos laborais. Mas a culpa é do socialismo, acreditem.
You don’t say. /s
>O governo quer agradar aos que podem votar nele
isto é o básico de política. A política começa a fazer sentido quando se vê dessa forma. Todos os governos têm esse problema em maior ou menor grau. Este corrente, na minha opinião tem em maior, muito elevado, grau. Mas é óbvio certo? Muitas medidas, o arrendamento coercivo, o cabaz do IVA zero, são coisas de impacto mínimo mas apenas para mostrar “votem em mim que quero saber”.