Se a *Imprensa Internacional* o diz, é porque é verdade
🤨
Elá, listem aí os unicórnios. Quero ver.
Artigo pago por António Tosta e Carlos Tostões.
É verdade sim senhor, uma vez passei na cidade de Oeiras e já diz “Oeiras Valley” em todas as ruas
É mais valley dos call centers
tendo eu cara de cavalo e em consideração que a minha ex me encornou, revejo-me na definição
Fábrica de unicórnios e de cornos mansos a ganhar metade de ordenados em cambalaches legais que não vão servir para os descontos da reforma.
esse artigo não faz sentido nenhum.. um “unicórnio” é uma empresa com uma avaliação de potencial acima do “bilião” de euros e isso não tem nada a ver com a localização da empresa, mas sim com o serviço/produto/avanço tecnológico desenvolver, e hoje em dia as empresas de desenvolvimento tecnológico funcionam quase todas em tele-trabalho, aquelas que funcionam em regime de trabalho presencial apenas funcionam até os trabalhadores encontrarem alternativas.
Imprensa internacional: Todos os interessados em especulação imobiliária.
Lol
Não digo que não seja fábrica, mas é fábrica de exportação de start-ups. Isto porque qualquer dos unicórnios que se tenham formado em Portugal acabaram por mudar a sua sede fiscal para outro país. E para finalizar, o artigo deve ter sido pago por alguém do governo, pois em comparação com EUA somos muito pequeninos, além de que os unicórnios formados em Silicon Valley, ficam com a sede fiscal nos EUA e os nossos unicórnios, mudam a sede fiscal ou para lá ou para outro país.
A nova definição de unicórnio = português com gelado na testa
//António Costa entrou no chat [*esfrega as mãos]
Adoro este nacional-parolismo e a fixação ignorante dos políticos cá do burgo nas startups e nos unicórnios… A capital de um país com uma economia débil, pouco produtiva, sem valor acrescentado e que não produz empresas de ramos tradicionais de grande dimensão vai tornar-se uma “fábrica de unicórnios”. E que tal começar a casa pelos alicerces em vez de insistir no telhado?
Onde, como? Para alguma coisa ser similar, tem de ser similar, Lisboa praticamente não tem nada dos incentivos que Silicon Valley, Taipei, Dublin, etc etc… Sem contar que se não todos, a maioria dos “unicórnios” portugueses acabam por sair de Portugal, por todas as razões óbvias…
“Fábrica de Galambinos”
Capital dos Bois Mansos.
Não estamos sequer no top 10 de países da Europa com mais investimento de VC. Sem investimento não há ecossistema real para além de mini startups e do occasional unicórnio. Não passa de publicidade e de fábrica de nearshoring/remote work… Giro e trás dinheiro, mas sem funding os tugas e os estrangeiros não criam startuos novas e não crescem cá com empregos cá e com impostos cá… Vivemos de IRS extra que vem de fora e que deixa as empresas portuguesas sem capacidade de competir por talento – os bons ou saiem para ganhar mais ou são outbid por uma fintech do uk a pagar 60k em vez de 80 por um engenheiro. Portanto, não tens VC de jeito, as empresas portuguesas não são competitivas com salários e somos todos comidos por impostos excessivos e regulação laboral super apertada. No fim do dia, somos a silicone valey porque temos bom tempo e ha empresas tecnológicas cá, mas não são portuguesas nem ao de ser tão cedo…
É o que o povo quer, fabrica de unicórnios e soldadores subaquáticos!
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Se a *Imprensa Internacional* o diz, é porque é verdade
🤨
Elá, listem aí os unicórnios. Quero ver.
Artigo pago por António Tosta e Carlos Tostões.
É verdade sim senhor, uma vez passei na cidade de Oeiras e já diz “Oeiras Valley” em todas as ruas
É mais valley dos call centers
tendo eu cara de cavalo e em consideração que a minha ex me encornou, revejo-me na definição
Fábrica de unicórnios e de cornos mansos a ganhar metade de ordenados em cambalaches legais que não vão servir para os descontos da reforma.
esse artigo não faz sentido nenhum.. um “unicórnio” é uma empresa com uma avaliação de potencial acima do “bilião” de euros e isso não tem nada a ver com a localização da empresa, mas sim com o serviço/produto/avanço tecnológico desenvolver, e hoje em dia as empresas de desenvolvimento tecnológico funcionam quase todas em tele-trabalho, aquelas que funcionam em regime de trabalho presencial apenas funcionam até os trabalhadores encontrarem alternativas.
“Imprensa internacional” = Diário Económico Espanhol
Imprensa internacional: Todos os interessados em especulação imobiliária.
Lol
Não digo que não seja fábrica, mas é fábrica de exportação de start-ups. Isto porque qualquer dos unicórnios que se tenham formado em Portugal acabaram por mudar a sua sede fiscal para outro país. E para finalizar, o artigo deve ter sido pago por alguém do governo, pois em comparação com EUA somos muito pequeninos, além de que os unicórnios formados em Silicon Valley, ficam com a sede fiscal nos EUA e os nossos unicórnios, mudam a sede fiscal ou para lá ou para outro país.
A nova definição de unicórnio = português com gelado na testa
//António Costa entrou no chat [*esfrega as mãos]
Adoro este nacional-parolismo e a fixação ignorante dos políticos cá do burgo nas startups e nos unicórnios… A capital de um país com uma economia débil, pouco produtiva, sem valor acrescentado e que não produz empresas de ramos tradicionais de grande dimensão vai tornar-se uma “fábrica de unicórnios”. E que tal começar a casa pelos alicerces em vez de insistir no telhado?
Onde, como? Para alguma coisa ser similar, tem de ser similar, Lisboa praticamente não tem nada dos incentivos que Silicon Valley, Taipei, Dublin, etc etc… Sem contar que se não todos, a maioria dos “unicórnios” portugueses acabam por sair de Portugal, por todas as razões óbvias…
“Fábrica de Galambinos”
Capital dos Bois Mansos.
Não estamos sequer no top 10 de países da Europa com mais investimento de VC. Sem investimento não há ecossistema real para além de mini startups e do occasional unicórnio. Não passa de publicidade e de fábrica de nearshoring/remote work… Giro e trás dinheiro, mas sem funding os tugas e os estrangeiros não criam startuos novas e não crescem cá com empregos cá e com impostos cá… Vivemos de IRS extra que vem de fora e que deixa as empresas portuguesas sem capacidade de competir por talento – os bons ou saiem para ganhar mais ou são outbid por uma fintech do uk a pagar 60k em vez de 80 por um engenheiro. Portanto, não tens VC de jeito, as empresas portuguesas não são competitivas com salários e somos todos comidos por impostos excessivos e regulação laboral super apertada. No fim do dia, somos a silicone valey porque temos bom tempo e ha empresas tecnológicas cá, mas não são portuguesas nem ao de ser tão cedo…
É o que o povo quer, fabrica de unicórnios e soldadores subaquáticos!