Ninguém está a expulsar ninguém de Benfica, Olivais, Chelas, Carnide… Isso só afeta uma pequena parte do município e uma ínfima parte da área metropolitana.
Mais uma noticia com o patrocinio de UEHUEHUEH kakakaka rsrsrsrs
Precisamos construir mais habitação (não o idea do Costa, ele é um idiota)
Com mais habitação podemos ter os dois turismo e os moradores. Não precisamos escolher
Infla lol
Aluguéis lolol
Olhar para a redução do número de habitantes de Lisboa sob o prisma do turismo tem muito que se lhe diga… o município tinha 808 mil habitantes nos censos de 1981 e 30 anos mais tarde, nos censos de 2011, já só tinha 550 mil. Uma redução de mais de 250 mil habitantes, quase 1/3, tudo muito antes do boom turístico.
Aliás, o que vemos hoje é também consequência da desertificação a que os portugueses condenaram as suas principais cidades, nomeadamente Lisboa, durante décadas. Porque os subúrbios é que eram bons e os carros um bem precioso para os quais as novas urbanizações eram mais adequadas. Os estrangeiros viram potencial, recuperaram muita coisa, e agora temos inveja. Se nunca as tivessemos abandonado, ter-se-ia maior capacidade de resistência face ao aumento do turismo.
Claro que convém estancar este fenómeno, mas não nos podemos esquecer de analisar as tendências na longa duração. A quebra demográfica não começou em 2013 ou 2014, quando o turismo aumentou de forma exponencial.
7 comments
O artigo são duas frases.
Thread sem bases.
Ninguém está a expulsar ninguém de Benfica, Olivais, Chelas, Carnide… Isso só afeta uma pequena parte do município e uma ínfima parte da área metropolitana.
Mais uma noticia com o patrocinio de UEHUEHUEH kakakaka rsrsrsrs
Precisamos construir mais habitação (não o idea do Costa, ele é um idiota)
Com mais habitação podemos ter os dois turismo e os moradores. Não precisamos escolher
Infla lol
Aluguéis lolol
Olhar para a redução do número de habitantes de Lisboa sob o prisma do turismo tem muito que se lhe diga… o município tinha 808 mil habitantes nos censos de 1981 e 30 anos mais tarde, nos censos de 2011, já só tinha 550 mil. Uma redução de mais de 250 mil habitantes, quase 1/3, tudo muito antes do boom turístico.
Aliás, o que vemos hoje é também consequência da desertificação a que os portugueses condenaram as suas principais cidades, nomeadamente Lisboa, durante décadas. Porque os subúrbios é que eram bons e os carros um bem precioso para os quais as novas urbanizações eram mais adequadas. Os estrangeiros viram potencial, recuperaram muita coisa, e agora temos inveja. Se nunca as tivessemos abandonado, ter-se-ia maior capacidade de resistência face ao aumento do turismo.
Claro que convém estancar este fenómeno, mas não nos podemos esquecer de analisar as tendências na longa duração. A quebra demográfica não começou em 2013 ou 2014, quando o turismo aumentou de forma exponencial.
“infla alugueis” não sei o que é mas deve ser mau