Um dos principais mentores deste comportamento abusivo por parte das autoridades seria, segundo fonte da defesa de um militar sob suspeita, o então comandante do posto de Odemira. Este sargento ficou de fora da lista de arguidos nos dois processos judiciais abertos na sequência das agressões, mas não se livrou de ser investigado. No fim de 2019, o Ministério Público (MP) de Odemira abriu um terceiro inquérito após duas queixas anónimas que visavam o comandante.
Segundo o Expresso apurou, as denúncias, enviadas à PGR, IGAI, PJ de Setúbal e GNR, implicavam o sargento na “perseguição” a trabalhadores estrangeiros. O militar terá montado várias operações stop, numa rotunda junto às estufas, orientadas unicamente para “caçar imigrantes para identificação e passar contraordenações ligadas às viaturas de transporte” dos trabalhadores. “Estas operações por vezes descambavam em atos de alguma prepotência”, garante fonte judicial.
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Um dos principais mentores deste comportamento abusivo por parte das autoridades seria, segundo fonte da defesa de um militar sob suspeita, o então comandante do posto de Odemira. Este sargento ficou de fora da lista de arguidos nos dois processos judiciais abertos na sequência das agressões, mas não se livrou de ser investigado. No fim de 2019, o Ministério Público (MP) de Odemira abriu um terceiro inquérito após duas queixas anónimas que visavam o comandante.
Segundo o Expresso apurou, as denúncias, enviadas à PGR, IGAI, PJ de Setúbal e GNR, implicavam o sargento na “perseguição” a trabalhadores estrangeiros. O militar terá montado várias operações stop, numa rotunda junto às estufas, orientadas unicamente para “caçar imigrantes para identificação e passar contraordenações ligadas às viaturas de transporte” dos trabalhadores. “Estas operações por vezes descambavam em atos de alguma prepotência”, garante fonte judicial.
Crlh quem e que deixou os imigrantes desarrumados
passa lá algum comboio?
Quem sao estes emigrantes?
Ha que manter os escravos em linha….