Durante muitos anos as parteiras é que traziam a canalha ao mundo. Se pensarmos bem, eram especialistas no assunto.
Do mesmo modo, talvez um parto simples possa ser feito por enfermeiros (já lá vai o tempo em que bombeiros faziam partos em ambulâncias)
Qual é a meu ver o problema. Caso algo corra muito mal ou a orientação do ministério seja uma merda ninguém vai assumir a responsabilidade.
Ao mesmo tempo, isto já é semelhante ao que se passa na educação. Onde a solução para a falta de professores foi permitir que qualquer licensiado possa dar aulas.
Enfim, espero para ver o que vai dar de positivo daqui
Portanto alguém aqui mente ou o presidente da OM está só a fazer politiquice….
Portugal, até antes da pandemia e do colapso das maternidades pela fuga de obstetras do SNS, estava no topo do mundo em menor mortalidade materno-fetal.
O atual sistema tornou Portugal num exemplo a ser emulado, e agora vamos copiar modelos de países que estão bem piores que nós nesta métrica, em vez de corrigir a causa do problema.
Um bocadinho de bom senso não fazia mal a ninguém.
No públicos isto já e um realidade. Na MAC a maioria dos partos é efectivamente feito por um enfermeiro especialista devidamente acompanhado e em consulta com um médico especialista, caso as coisas se compliquem o médico assume o comando.
Com boa comunicação e guidelines muito específicos isto permite uma agilizacao do processo até porque muitas vezes o médico que acompanhou a gravidez não está disponível.
Ninguém está a querer que os enfermeiros substituam os médicos, apenas que efectuem um procedimento que estão mais que preparados para o fazer e!em condições muito específicas.
O grande problema aqui e que esta medida não é uma medida tomada de forma orgânica e natural mas para tapar o buraco da falta de tanto enfermeiros como de médicos especialistas e mais uma vez tentar cobrir a incapacidade do governo de fazer reformas eficazes.
O meu sogro é obstetra e a minha mulher enfermeira de partos e isto já foi discutido ca em casa muitas vezes e ambos estão de acordo.
A ordem dos médicos, e todas as outras, que calem a matraca. Sangue-sugas de merda.
A maioria dos médicos em portugal não tem o interesse dos pacientes em primeiro lugar, mesmo os que são boas pessoas com boas intenções, a educação que recebem e o sistema não possibilita isso de todo. Estão comprometidos (do inglês compromised não sei traduzir) e nada a fazer a nao ser não lhes dar ouvidos e seguir só recomendações internacionais científicas, que não são perfeitas mas ligeiramente melhores.
Revoguem também a colheita de sangue para análises, a punção de acessos periféricos, a entubação nasogastrica e a algaliação. Deixem os senhores doutores transpirar um bocadinho, para variar.
Pelo sim pelo nao, cria-se uma comissao p estudar isto e cancela-se todos os partos durante 6 meses
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Durante muitos anos as parteiras é que traziam a canalha ao mundo. Se pensarmos bem, eram especialistas no assunto.
Do mesmo modo, talvez um parto simples possa ser feito por enfermeiros (já lá vai o tempo em que bombeiros faziam partos em ambulâncias)
Qual é a meu ver o problema. Caso algo corra muito mal ou a orientação do ministério seja uma merda ninguém vai assumir a responsabilidade.
Ao mesmo tempo, isto já é semelhante ao que se passa na educação. Onde a solução para a falta de professores foi permitir que qualquer licensiado possa dar aulas.
Enfim, espero para ver o que vai dar de positivo daqui
https://www.publico.pt/2023/05/13/sociedade/noticia/dgs-esclarece-ordem-medicos-envolvida-orientacao-partos-2049558
Portanto alguém aqui mente ou o presidente da OM está só a fazer politiquice….
Portugal, até antes da pandemia e do colapso das maternidades pela fuga de obstetras do SNS, estava no topo do mundo em menor mortalidade materno-fetal.
O atual sistema tornou Portugal num exemplo a ser emulado, e agora vamos copiar modelos de países que estão bem piores que nós nesta métrica, em vez de corrigir a causa do problema.
Um bocadinho de bom senso não fazia mal a ninguém.
No públicos isto já e um realidade. Na MAC a maioria dos partos é efectivamente feito por um enfermeiro especialista devidamente acompanhado e em consulta com um médico especialista, caso as coisas se compliquem o médico assume o comando.
Com boa comunicação e guidelines muito específicos isto permite uma agilizacao do processo até porque muitas vezes o médico que acompanhou a gravidez não está disponível.
Ninguém está a querer que os enfermeiros substituam os médicos, apenas que efectuem um procedimento que estão mais que preparados para o fazer e!em condições muito específicas.
O grande problema aqui e que esta medida não é uma medida tomada de forma orgânica e natural mas para tapar o buraco da falta de tanto enfermeiros como de médicos especialistas e mais uma vez tentar cobrir a incapacidade do governo de fazer reformas eficazes.
O meu sogro é obstetra e a minha mulher enfermeira de partos e isto já foi discutido ca em casa muitas vezes e ambos estão de acordo.
A ordem dos médicos, e todas as outras, que calem a matraca. Sangue-sugas de merda.
A maioria dos médicos em portugal não tem o interesse dos pacientes em primeiro lugar, mesmo os que são boas pessoas com boas intenções, a educação que recebem e o sistema não possibilita isso de todo. Estão comprometidos (do inglês compromised não sei traduzir) e nada a fazer a nao ser não lhes dar ouvidos e seguir só recomendações internacionais científicas, que não são perfeitas mas ligeiramente melhores.
Revoguem também a colheita de sangue para análises, a punção de acessos periféricos, a entubação nasogastrica e a algaliação. Deixem os senhores doutores transpirar um bocadinho, para variar.
Pelo sim pelo nao, cria-se uma comissao p estudar isto e cancela-se todos os partos durante 6 meses