Estudo revela que 20% dos maquinistas do Metro de Lisboa estão em “exaustão emocional extrema”

12 comments
  1. Que pieguinhas. Tomem um duche de água fria e bebam um café forte, que isso passa. Há que vestir a camisola nestes tempos difíceis. /s

  2. Nao li nada no artigo que o justificasse…

    45 horas semanais com salarios brutos acima de 2000€.

    Sign me the fuck up.

  3. “Trabalha entre 35 e 40 horas por semana. Mensalmente exerce a sua atividade laboral em horário noturno, com cargas horárias acima das 45 horas”.

    Mas o horário são 35 ou 45? É que se forem 35, as restantes são horas extra ‘bem’ pagas.

    E é um trabalho de estar sentado em que só é preciso mexer 1 dedo.

  4. Demasiadas horas a trabalhar debaixo de terra e assistir a umas quantas tentativas de suicídio ou ser parte involuntária em suícidios devem ajudar a explicar isto.

  5. E é certo o problema é que se forem a fazer estes estudos em muitas outras profissões estão na mesma, eu trabalho por turno há épocas que é trabalho-cama, anos e anos acaba por esgotar psicológicamente qualquer pessoa

  6. Passar debaixo da terra ou ficar fechado num piso com vários cubículos 8 a 10h acho que preferia trabalhar debaixo da terra fechado sozinho ou com mais um a maquinar o metro 😂😂😂😂

  7. Não quero julgar os profissionais, mas sim a notícia. O estudo é encomendado por quem? Pelo sindicato dos trabalhadores. Quem é uma das autoras do estudo? A Raquel Varela. Diria que as conclusões do estudo iam sempre servir para um headline deste tipo não?

  8. Acredito, uma profissão bem aborrecida que só não é automática porque sim… (falta investir).

    Pelo menos conduzir comboio em longa distancia deve ser bem menos aborrecido.

    Aquelas máquinas diesel deve ser top. Agora metro, meh.

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