Se aprofundarmos o assunto e não ficarmos só pelos “clikbaits” é rapidamente percetível que as acusações são ridículas e que na realidade quem acusa é que está a ter uma atitude xenófoba, que tem apenas e só como fundamento o facto de o professor ser russo.
Daí muitos professores e alunos estarem contra esta “caça ás bruxas” pois na realidade é isso mesmo; um professor que leciona, e bem, há muitos anos em Portugal está a ser crucificado pelo facto de ter uma determinada nacionalidade, apenas e só isso.
Pena é a reitoria, com medo, receio, falta de “tomates”, embarcar nestas barbaridades, neste “politicamente correto” com laivos fascizantes.
Até os nazis se puderam defender nos julgamentos de Nuremberga mas para o politacamnete correcto de hoje em dia basta acusar para saneamento imediato. Alguém que acuse o Reitor de não fazer reciclagem do lixo em casa ou outra merda qqr.
Se ele realmente usava as aulas para propaganda, que não ficou provado em tribunal nenhum, então há aí muito bom professor universitário e de secundário que também devia ser despedido. Irem atrás de um professor de nacionalidade de um país com um regime antagónico ao governo português é apenas perseguição política.
Milhazes – o bufo real.
Se ele foi despedido com justa causa, não há nada a questionar. Se não foi, então que vá a tribunal. Pelas declarações do reitor, existem factos inequívocos para o despedimento, que serão usados como prova se o caso for a tribunal.
As pessoas não ficam indignadas quando despedem alguém por assédio. Ninguém escreve um abaixo-assinado contra esses despedimentos.
Quando há razões para despedir alguém, é irrelevante se é por assédio ou por qualquer outra razão passível de despedimento.
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E talvez tenham alguma razão.
Se aprofundarmos o assunto e não ficarmos só pelos “clikbaits” é rapidamente percetível que as acusações são ridículas e que na realidade quem acusa é que está a ter uma atitude xenófoba, que tem apenas e só como fundamento o facto de o professor ser russo.
Daí muitos professores e alunos estarem contra esta “caça ás bruxas” pois na realidade é isso mesmo; um professor que leciona, e bem, há muitos anos em Portugal está a ser crucificado pelo facto de ter uma determinada nacionalidade, apenas e só isso.
Pena é a reitoria, com medo, receio, falta de “tomates”, embarcar nestas barbaridades, neste “politicamente correto” com laivos fascizantes.
https://sicnoticias.pt/especiais/guerra-russia-ucrania/2023-05-10-Os-artigos-escritos-por-ele-professor-demitido-indicam-a-Ucrania-como-algo-sem-soberania-97d45259
Até os nazis se puderam defender nos julgamentos de Nuremberga mas para o politacamnete correcto de hoje em dia basta acusar para saneamento imediato. Alguém que acuse o Reitor de não fazer reciclagem do lixo em casa ou outra merda qqr.
Se ele realmente usava as aulas para propaganda, que não ficou provado em tribunal nenhum, então há aí muito bom professor universitário e de secundário que também devia ser despedido. Irem atrás de um professor de nacionalidade de um país com um regime antagónico ao governo português é apenas perseguição política.
Milhazes – o bufo real.
Se ele foi despedido com justa causa, não há nada a questionar. Se não foi, então que vá a tribunal. Pelas declarações do reitor, existem factos inequívocos para o despedimento, que serão usados como prova se o caso for a tribunal.
As pessoas não ficam indignadas quando despedem alguém por assédio. Ninguém escreve um abaixo-assinado contra esses despedimentos.
Quando há razões para despedir alguém, é irrelevante se é por assédio ou por qualquer outra razão passível de despedimento.