Mandem isto à outra que não queria deixar o senhorio entrar com o técnico para reparar o aquecedor.
Tecnicamente pode entrar sem autorização, eu também posso espetar-lhe um murro bem assente na cara como se fosse um ladrão a invadir a minha habitação. Mas eu troco o canhão para não dar hipóteses, não vá o diabo tecê-las.
E parem de tratar como _meu_ senhorio, que humilhante! Estamos no tempo da escravatura? “O meu senhor”?
“É a Celeste, vou entrar”
A solução simples é trocar o canhão da porta quando uma pessoa se muda, e voltar a trocar para o antigo quando sair.
O artigo só mostra o ponto de vista dos inquilinos e é bem interessante ver alguns dos pontos. Contudo não generalizar: há maus senhorios e maus inquilinos. É importante saber diferenciar.
Tive uma colega de faculdade que arrendava um quarto numa casa com várias miúdas também estudantes. E o senhorio tinha a mania de entrar sem avisar, com o pretexto de ir arranjar qualquer coisa, ou porque algum vizinho tinha dito não sei o quê. Eu achava a atitude do homem completamente arrepiante.
“[O meu senhorio] cobrava-me cinco euros por cada noite que a minha namorada passasse comigo.”
Era o rapaz passar a dedicar-se á prostituição para termos o senhorio entrar no maravilhoso mundo do lenocínio sem se dar conta /s
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Mandem isto à outra que não queria deixar o senhorio entrar com o técnico para reparar o aquecedor.
Tecnicamente pode entrar sem autorização, eu também posso espetar-lhe um murro bem assente na cara como se fosse um ladrão a invadir a minha habitação. Mas eu troco o canhão para não dar hipóteses, não vá o diabo tecê-las.
E parem de tratar como _meu_ senhorio, que humilhante! Estamos no tempo da escravatura? “O meu senhor”?
“É a Celeste, vou entrar”
A solução simples é trocar o canhão da porta quando uma pessoa se muda, e voltar a trocar para o antigo quando sair.
O artigo só mostra o ponto de vista dos inquilinos e é bem interessante ver alguns dos pontos. Contudo não generalizar: há maus senhorios e maus inquilinos. É importante saber diferenciar.
Tive uma colega de faculdade que arrendava um quarto numa casa com várias miúdas também estudantes. E o senhorio tinha a mania de entrar sem avisar, com o pretexto de ir arranjar qualquer coisa, ou porque algum vizinho tinha dito não sei o quê. Eu achava a atitude do homem completamente arrepiante.
“[O meu senhorio] cobrava-me cinco euros por cada noite que a minha namorada passasse comigo.”
Era o rapaz passar a dedicar-se á prostituição para termos o senhorio entrar no maravilhoso mundo do lenocínio sem se dar conta /s