O chefe da diplomacia portuguesa admitiu hoje uma alteração à lei dos estrangeiros, caso haja um fluxo excessivo de entradas de imigrantes, na sequência do acordo de mobilidade na comunidade lusófona, mas ressalvou que tal não se verifica atualmente

17 comments
  1. Como em tudo, o PS só vai tomar medidas depois do país ter “ardido”…

    Dar livre circulação e residência em PT a mais de 200 milhões de pessoas, foi decididamente a medida mais autodestrutiva que já vi qualquer governo português tomar.

  2. A pergunta que se coloca aqui é, se Portugal faz parte da UE, não tem o poder sobre esse tema, não se deixa entrar tanta gente que pode depois invadir a Europa. Como é que a UE fechou os olhos?

  3. vai tarde em 5 anos…

    eu gajo das lgbt’s a viver na zona rural agradeço pela malta nova nas apps d encontros.

    99% brasileiros (raro dizerem que estão aqui há mais d um ano) que vêm para aqui a pensar qe isto é bom e só ocupam trabalhos d merdas não especializada mas alguns não ficam aqui mto tempo.. é até terem os “papéis” em condições cá em Portugal e dps bazam para outros países na Europa.

  4. Chegará a a uma altura em que os recursos humanos necessários já estarão preenchidos e é altura de fechar a torneira. Foi isso que se fez nos anos 80 quando entraram os imigrantes africanos e fizeram as barracas dentro e à volta de Lisboa. Quando já eram suficientes para construir autoestradas, estádios do Euro e Expo 98, fechou-se a torneira, já existia força de trabalho suficiente. O mesmo está a acontecer atualmente.

  5. Uma coisa curiosa que está a acontecer é a mudança no sentimento das pessoas pelos motoristas de TVDE.
    No início eram adorados e agora já começa a não ser assim.

  6. PS a ser PS. Fazem merda, deixam a situação passar largamente do aceitável, dizem que vão mudar, esperam pelo partido que governo a seguir para depois os acusarem de estarem a retirar as coisas boas que o PS fez.

  7. isto é pura fantasia, eles nem sabem quantos entram e quantos saem lol.

    se soubessem a SS nao andava a pagar cheques de 125 euros a pessoas que nem cá moram.

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