Sempre que a autoeuropa quer carregar nos trabalhadores aparecem as noticias de que se vão embora.
Não tem muito tempo que queriam semanas de trabalho de 6 dias, agora pelos vistos é redução no pessoal mas maior carga na produção.
E agora, vem aqueles que nada tem a ver com o assunto e que acham que pimenta no cu dos outros é refresco ditar que os trabalhadores devem estar é caladinhos e afins.
“medidas efetivas e objetivas para que, de uma vez por todas, os trabalhadores deixem de trabalhar em condições desgastantes e penosas”
Tirando a malta afeta aos sindicatos, nunca conheci um trabalhador da Autoeuropa que se queixe das condições de trabalho, aliás, conheço vários que dizem que esta malta da CT “fala de barriga cheia”.
No dia em que o Grupo VW se farte dos sindicatos portugueses e mude a fábrica para outro local, vai ser uma catástrofe para a margem sul do Tejo. Depois podem agradecer aos sindicatos.
Uma coisa é reclamar e reivindicar quando se tem razão, outra é mesquinhez ideológica.
Por alguma razão o “Sindicato dos trabalhadores da Autoeuropa” tem barraquinha na festa do Avante…
Esse grande capital faz pouca falta, deixar sair e transformar os pavilhoes em alojamento acessível.
Daqui a uns anitos vao ser aliviados. De vez. 🙂
Se a AutoEuropa tivesse vindo, como inicialmente previsto, para a Maia/Vila do Conde, a esta hora já estavam a planear a transição para fabrico de eléctricos. No Norte o PC e o BE não semeiam. Change my mind.
Normalmente sou um grande apoiante do privado lutar pelos seus direitos mas na AutoEuropa parece me que está a ver um exagero por partes dos sindicatos o que pode acabar de vez com a empresa.
​
Repare se queixam se de fazer mais carros com menos pessoal mas isto é verdade em qualquer industria faz parte dos avanços tecnológicos e ganhos na eficiência.
Queixam se da empresa ter dois programas abertos para as pessoas saírem e que estas não são repostas, ora se a empresa tem programas para cortar/sair pessoal é obvio que depois não faz sentido contratar pessoas para esses postos. Além de que a empresa deixou de produzir um modelo.
Queixam se do excesso de trabalho mas os próprios sindicatos não disponibilizam as horas trabalhadas, falam em saída de pessoal o normal pois é publico que deixaram de produzir um modelo. Além de que o absentismo é um problema do sindicato e trabalhadores não propriamente da empresa, se os trabalhadores faltam ao contracto a empresa não pode fazer nada.
E finalmente os sindicato usa as doenças profissionais como arma mas esquecem que a Autoeuropa tem dos melhores seguros de saúde de Portugal e é das poucas empresas que realmente fazem rotatividade para prevenir as “doenças profissionais”.
Diria que bem mais de 90% dos trabalhadores em Portugal são capazes de permanecer meses se não anos na mesma posição e trabalho e ai deles que se queixem.
Lol, em breve até ganham raízes de tanto estarem parados.
11 comments
No artigo n explica a “carga de trabalho” exagerada.
Esperava mais do jornalista.
[“Mais três ou quatro anos e a Autoeuropa sai de Portugal”](https://zap.aeiou.pt/autoeuropa-sai-de-portugal-537888)
Já devem estar à procura dos terrenos para a nova fábrica.
[https://jornaleconomico.pt/noticias/luis-todo-bom-autoeuropa-deve-sair-de-portugal-em-tres-ou-quatro-anos/](https://jornaleconomico.pt/noticias/luis-todo-bom-autoeuropa-deve-sair-de-portugal-em-tres-ou-quatro-anos/)
Sempre que a autoeuropa quer carregar nos trabalhadores aparecem as noticias de que se vão embora.
Não tem muito tempo que queriam semanas de trabalho de 6 dias, agora pelos vistos é redução no pessoal mas maior carga na produção.
E agora, vem aqueles que nada tem a ver com o assunto e que acham que pimenta no cu dos outros é refresco ditar que os trabalhadores devem estar é caladinhos e afins.
“medidas efetivas e objetivas para que, de uma vez por todas, os trabalhadores deixem de trabalhar em condições desgastantes e penosas”
Tirando a malta afeta aos sindicatos, nunca conheci um trabalhador da Autoeuropa que se queixe das condições de trabalho, aliás, conheço vários que dizem que esta malta da CT “fala de barriga cheia”.
No dia em que o Grupo VW se farte dos sindicatos portugueses e mude a fábrica para outro local, vai ser uma catástrofe para a margem sul do Tejo. Depois podem agradecer aos sindicatos.
Uma coisa é reclamar e reivindicar quando se tem razão, outra é mesquinhez ideológica.
Por alguma razão o “Sindicato dos trabalhadores da Autoeuropa” tem barraquinha na festa do Avante…
Esse grande capital faz pouca falta, deixar sair e transformar os pavilhoes em alojamento acessível.
Daqui a uns anitos vao ser aliviados. De vez. 🙂
Se a AutoEuropa tivesse vindo, como inicialmente previsto, para a Maia/Vila do Conde, a esta hora já estavam a planear a transição para fabrico de eléctricos. No Norte o PC e o BE não semeiam. Change my mind.
Normalmente sou um grande apoiante do privado lutar pelos seus direitos mas na AutoEuropa parece me que está a ver um exagero por partes dos sindicatos o que pode acabar de vez com a empresa.
​
Repare se queixam se de fazer mais carros com menos pessoal mas isto é verdade em qualquer industria faz parte dos avanços tecnológicos e ganhos na eficiência.
Queixam se da empresa ter dois programas abertos para as pessoas saírem e que estas não são repostas, ora se a empresa tem programas para cortar/sair pessoal é obvio que depois não faz sentido contratar pessoas para esses postos. Além de que a empresa deixou de produzir um modelo.
Queixam se do excesso de trabalho mas os próprios sindicatos não disponibilizam as horas trabalhadas, falam em saída de pessoal o normal pois é publico que deixaram de produzir um modelo. Além de que o absentismo é um problema do sindicato e trabalhadores não propriamente da empresa, se os trabalhadores faltam ao contracto a empresa não pode fazer nada.
E finalmente os sindicato usa as doenças profissionais como arma mas esquecem que a Autoeuropa tem dos melhores seguros de saúde de Portugal e é das poucas empresas que realmente fazem rotatividade para prevenir as “doenças profissionais”.
Diria que bem mais de 90% dos trabalhadores em Portugal são capazes de permanecer meses se não anos na mesma posição e trabalho e ai deles que se queixem.
Lol, em breve até ganham raízes de tanto estarem parados.