É um dever para com a sociedade eleger políticos que criem condições para se ter filhos.
Experimentem dar o poder de compra aos portugueses igual aos anos 60 e vão ver se a natalidade não chega aos mesmos niveis…
Não podes apertar a sociedade a um ponto que nem alugar casas consegue, e esperar que venham a ter filhos depois.
Nem casa tenho
Conceito absurdo… A continuidade da espécie está mais que garantida. Aliás, é a sobrepopulação neste esquema de consumo de recursos que a está a por em causa precisamente essa continuidade em niveis de conforto e bem estar humano e ambiental que tivemos.
Ninguém tem dever nenhum para com a sociedade de ter filhos. Devia é ter o dever moral de não ter.
Ter filhos, depois de um ato de impulso biológico, é um ato intrinsecamente egoísta. As pessoas tem filhos para realizar um desejo próprio, uma realização pessoal, como fazer uma viagem ao sitio X, ter uma casa Y ou o carro Z.
Nem pensar, no meu corpo mando eu.
Tradução do mapa: a maioria dos europeus está ciente que a segurança social vai falir
Acho que é um dos maiores propósitos na vida de uma pessoa. E é nojenta a situação em que Portugal se encontra. Vai ser difícil para mim e para a minha mulher… Ordenado inteiro só para a renda o outro para contas. O que poupamos por mês é muito pouco. É um objeto muito distante das nossas possibilidades
Claro que não. Não deves nada à sociedade. Se queres ter filhos tem, se não queres não tenhas.
Dever não é, mas é uma óptima contribuição.
Impopular opinion: temos pessoas a mais no planeta, a maioria dos países desenvolvidos têm excessos populacionais criados no século passado pelo boom onde toda a gente tinha 5 filhos, daí, aliás, a maioria das projeções a 20/30 anos mostrarem um decréscimo populacional substancial nesses países.
Não sei qual será o ponto de equilíbrio, mas claramente somos demasiados para as capacidades produtivas do nosso planeta, ou pelo menos até conseguirmos uma capacidade produtiva e não poluente ao nível da auto-destruição que consiga sustentar este nível populacional e quem sabe até um acréscimo.
Não.
A expressão inglesa “It takes a village to raise a child” pode, ou deve, no fundo ser aplicada literalmente. Durante uma esmagadora maioria da história humana (embora principalmente durante os tempos de caçador-coletor), as crianças não eram criadas apenas por uma mãe ou pai + mãe. Eram criadas em comunidade por todos os adultos.
Alimentação, higiene, educação, socialização, proteção… Já pensaram bem na quantidade de trabalho, tempo e recursos que exige criar uma única criança de forma saudável?
O advento da família nuclear após a industrialização, e subsequente nascimento do capitalismo, relegou, inicialmente, todo este trabalho para uma única pessoa – a mãe. O pai, por outro lado, tinha a responsabilidade de prover para toda a família. Isto em teoria ainda funcionava relativamente bem, mas não bem o suficiente ao ponto de se poder dizer que as pessoas, na sua maioria, estavam satisfeitas, tendo em conta que as mulheres tiveram que lutar e morrer pelo direito de não serem reduzidas a este papel.
Idealmente isto teria significado que pais e mães passariam a dividir a meias tarefas laborais e domésticas – cada um só precisaria de trabalhar metade das 8 horas típicas para conseguir um rendimento que possibilitasse viver e constituir família, podendo depois criar os seus filhos a meias.
Em vez disso, as pessoas continuaram a trabalhar as mesmas horas e a economia ajustou-se de modo a exigir que fosse agora necessário o dobro do dinheiro para se criar uma família. As crianças continuam a ter as mesmas exigências de antes (se não mais), exceto que agora há menos tempo e energia para as mesmas e estas também ficaram mais caras.
E como bem sabemos, tudo isto só se tem acentuado e agravado com o passar dos anos ao ponto de se tornar insustentável. Portanto, nos dias de hoje ter filhos está longe de ser uma obrigação moral ou uma necessidade. É um luxo, é um fardo financeiro e de saúde e é um obstáculo à realização pessoal que requere enorme sacrifício.
É frequente na biologia mencionar que, para todos os efeitos, os embriões/fetos são funcionalmente parasitas do corpo das suas mães. No contexto atual, esta definição já não se restringe apenas à vida intra-uterina e abrange também fatores psicológicos e sociais. Se formos bem a analisar a questão, mais do que necessidade ou obrigação moral, ter filhos neste momento está mais perto do masoquismo.
[deleted]
Alguem tem de pagar reformas mas não é um dever
Alguns comentários no post original:
* “the more educated countries clearly are less child prone. Makes sense.
In 3rd world countries there is no retirement age, no social security… instead they have a massive amount of kids to run their farm/take care of them when they are older.
Greatest strategy to carry out an antinatalist agenda is definitley just making sure people are not dirt poor and wont need to breed to garantee security in old age.”
​
* “They are poor for two reasons.
General ignorance.
Religious-fruitcakes.”
​
* “Glad to see that we’re improving on this in the Netherlands. This country used to be really Catholic centered, and in my father’s town it wasn’t uncommon for people to have up to seven kids despite barely being able to afford them.”
​
* “Lol shitholes want to produce more stupid bastards.”
* “The Nordic states are so civilized in so many respects <3”
* “A bit surprised about Portugal, when I was there the people seemed generally progressive.”
Eu gostava de ter mas o SNS e os velhos nojentos do parlamento e da ordem dos médicos não me deixam. Acham que com 41 anos já sou velha de mais para continuar com os tratamentos de fertilidade que eles mesmos adiaram indefinidamente.
Não é o meu dever ter filhos mas também não é o meu direito esperar reformas ou cuidados médicos ou até progresso económico e social quando for mais velho.
São decisões que cada um deveria tomar e beneficiar apenas com o que contribuiu num cenário ideal.
É acabar com as reformas e o sns.
Diria antes que é um dever para com a sociedade criar uma melhor vida para os nossos filhos.
Mas assim nos encontramos, como tal… ya.
Eu penso que sim, em abstrato. Mas esse “dever” tem de existir num contexto em que outros deveres e direitos são igualmente levados a sério, como direito à habitação, saúde e educação. É isso por muito bonito que soe na constituição, na prática é uma miragem para cada vez mais pessoas. Não ter filhos é a consequência natural e lógica da conjuntura económica cada vez mais asfixiante.
Trazer uma criança ao mundo nas condições que estamos os dois pais necessitam de um trabalho estavel e casa… eu nem gaja tenho lol
Mais uma prova de que Portugal segue sendo o país mais conservador da Europa ocidental.
Olá,
Eu acho que ninguém se deve sentir obrigado para com o resto da sociedade, a ter filhos, pese embora o facto de compreender alguns dos argumentos por vezes apresentados em defesa desse ponto de vista.
Em última análise, acho que é uma escolha pessoal que recai sobre cada indivíduo, com as suas respetivas vontades, valores, desejos e aspirações. Cabe a cada um pesar aquilo que é importante para si e decidir em consciência.
Pela minha parte e até pode parecer estranho, mas quando penso neste assunto (ter filhos, entenda-se…), lembro-me de todos aqueles que vieram antes de mim e de todas as vidas vividas pelas gerações e gerações de antepassados meus, numa “linhagem genética” que se estende praticamente até ao infinito…
Por vezes, parece que sinto todos os sacrifícios, lutas, sofrimentos e dificuldades pelas quais passaram os meus parentes, para que eu hoje pudesse estar aqui, vivo.
Às vezes sinto-os a todos aqui comigo, e, de certa forma, todos eles vivem dentro de mim, porque os meus genes são, afinal, os genes deles… Sinto uma profunda gratidão por todos eles e uma responsabilidade por fazer também a minha parte, e, tal como eles fizeram, “passar o testemunho” aos meus descendentes.
Sinto que seria um desperdício da minha parte, “deitar fora” todo os sacrifícios passados, fazendo simplesmente “Shift + Delete” ao meu próprio código genético. Se tudo correr bem, serei eu um dia também, um dos antepassados de alguém, é essa que sinto ser a minha responsabilidade e um direito de nascença na verdade, porque todos os seres vivos neste planeta, têm por função/direito, reproduzirem-se. O ser humano não é diferente.
Independentemente das minhas idiossincrasias pessoais em relação a este assunto, entendo perfeitamente todos os argumentos apresentados noutros comentários, por quem tem uma perspetiva de certa forma “oposta” à minha.
Num planeta sobrelotado com mais de 8 mil milhões de pessoas, com recursos virtualmente esgotados, irreversivelmente alterado no seu clima, num momento histórico sociopolítico insuportável, onde a água escasseia, inundações e incêndios descontrolados tornam-se frequentes, a comida começa a rarear… o que é um dever é *não* ter filhos.
Mais: não me parece correcto olhar para uma criança como um mero meio despersonalizado para atingir um suposto fim social qualquer, para pagar uma qualquer suposta dívida social.
Giro, giro é depois ir ver a diferença de natalidade na Escandinávia em relação a Portugal.
Sinto que sentem essa pressão porque cada vez mais a nossa população está idosa e a esperança média de vida aumentou, mas não acho que tenhamos condições para ter filhos.
Talvez isso seja dos maiores motivos de não quererem ter filhos e acaba por levar comentários mais desagradáveis a questionar o porquê de ainda não terem filhos…
Ter putos é um dever? Essa é a primeira vez que oiço
Nope. Não há qualquer problema em resolver o problema demográfico com imigração, desde que seja controlada, respeitando as leis. Fechar os olhos e não dar condições q esses imigrantes é péssimo.
28 comments
Que escala de cores de merda
É um dever para com a sociedade eleger políticos que criem condições para se ter filhos.
Experimentem dar o poder de compra aos portugueses igual aos anos 60 e vão ver se a natalidade não chega aos mesmos niveis…
Não podes apertar a sociedade a um ponto que nem alugar casas consegue, e esperar que venham a ter filhos depois.
Nem casa tenho
Conceito absurdo… A continuidade da espécie está mais que garantida. Aliás, é a sobrepopulação neste esquema de consumo de recursos que a está a por em causa precisamente essa continuidade em niveis de conforto e bem estar humano e ambiental que tivemos.
Ninguém tem dever nenhum para com a sociedade de ter filhos. Devia é ter o dever moral de não ter.
Ter filhos, depois de um ato de impulso biológico, é um ato intrinsecamente egoísta. As pessoas tem filhos para realizar um desejo próprio, uma realização pessoal, como fazer uma viagem ao sitio X, ter uma casa Y ou o carro Z.
Nem pensar, no meu corpo mando eu.
Tradução do mapa: a maioria dos europeus está ciente que a segurança social vai falir
Acho que é um dos maiores propósitos na vida de uma pessoa. E é nojenta a situação em que Portugal se encontra. Vai ser difícil para mim e para a minha mulher… Ordenado inteiro só para a renda o outro para contas. O que poupamos por mês é muito pouco. É um objeto muito distante das nossas possibilidades
Claro que não. Não deves nada à sociedade. Se queres ter filhos tem, se não queres não tenhas.
Dever não é, mas é uma óptima contribuição.
Impopular opinion: temos pessoas a mais no planeta, a maioria dos países desenvolvidos têm excessos populacionais criados no século passado pelo boom onde toda a gente tinha 5 filhos, daí, aliás, a maioria das projeções a 20/30 anos mostrarem um decréscimo populacional substancial nesses países.
Não sei qual será o ponto de equilíbrio, mas claramente somos demasiados para as capacidades produtivas do nosso planeta, ou pelo menos até conseguirmos uma capacidade produtiva e não poluente ao nível da auto-destruição que consiga sustentar este nível populacional e quem sabe até um acréscimo.
Não.
A expressão inglesa “It takes a village to raise a child” pode, ou deve, no fundo ser aplicada literalmente. Durante uma esmagadora maioria da história humana (embora principalmente durante os tempos de caçador-coletor), as crianças não eram criadas apenas por uma mãe ou pai + mãe. Eram criadas em comunidade por todos os adultos.
Alimentação, higiene, educação, socialização, proteção… Já pensaram bem na quantidade de trabalho, tempo e recursos que exige criar uma única criança de forma saudável?
O advento da família nuclear após a industrialização, e subsequente nascimento do capitalismo, relegou, inicialmente, todo este trabalho para uma única pessoa – a mãe. O pai, por outro lado, tinha a responsabilidade de prover para toda a família. Isto em teoria ainda funcionava relativamente bem, mas não bem o suficiente ao ponto de se poder dizer que as pessoas, na sua maioria, estavam satisfeitas, tendo em conta que as mulheres tiveram que lutar e morrer pelo direito de não serem reduzidas a este papel.
Idealmente isto teria significado que pais e mães passariam a dividir a meias tarefas laborais e domésticas – cada um só precisaria de trabalhar metade das 8 horas típicas para conseguir um rendimento que possibilitasse viver e constituir família, podendo depois criar os seus filhos a meias.
Em vez disso, as pessoas continuaram a trabalhar as mesmas horas e a economia ajustou-se de modo a exigir que fosse agora necessário o dobro do dinheiro para se criar uma família. As crianças continuam a ter as mesmas exigências de antes (se não mais), exceto que agora há menos tempo e energia para as mesmas e estas também ficaram mais caras.
E como bem sabemos, tudo isto só se tem acentuado e agravado com o passar dos anos ao ponto de se tornar insustentável. Portanto, nos dias de hoje ter filhos está longe de ser uma obrigação moral ou uma necessidade. É um luxo, é um fardo financeiro e de saúde e é um obstáculo à realização pessoal que requere enorme sacrifício.
É frequente na biologia mencionar que, para todos os efeitos, os embriões/fetos são funcionalmente parasitas do corpo das suas mães. No contexto atual, esta definição já não se restringe apenas à vida intra-uterina e abrange também fatores psicológicos e sociais. Se formos bem a analisar a questão, mais do que necessidade ou obrigação moral, ter filhos neste momento está mais perto do masoquismo.
[deleted]
Alguem tem de pagar reformas mas não é um dever
Alguns comentários no post original:
* “the more educated countries clearly are less child prone. Makes sense.
In 3rd world countries there is no retirement age, no social security… instead they have a massive amount of kids to run their farm/take care of them when they are older.
Greatest strategy to carry out an antinatalist agenda is definitley just making sure people are not dirt poor and wont need to breed to garantee security in old age.”
​
* “They are poor for two reasons.
General ignorance.
Religious-fruitcakes.”
​
* “Glad to see that we’re improving on this in the Netherlands. This country used to be really Catholic centered, and in my father’s town it wasn’t uncommon for people to have up to seven kids despite barely being able to afford them.”
​
* “Lol shitholes want to produce more stupid bastards.”
* “The Nordic states are so civilized in so many respects <3”
* “A bit surprised about Portugal, when I was there the people seemed generally progressive.”
Eu gostava de ter mas o SNS e os velhos nojentos do parlamento e da ordem dos médicos não me deixam. Acham que com 41 anos já sou velha de mais para continuar com os tratamentos de fertilidade que eles mesmos adiaram indefinidamente.
Não é o meu dever ter filhos mas também não é o meu direito esperar reformas ou cuidados médicos ou até progresso económico e social quando for mais velho.
São decisões que cada um deveria tomar e beneficiar apenas com o que contribuiu num cenário ideal.
É acabar com as reformas e o sns.
Diria antes que é um dever para com a sociedade criar uma melhor vida para os nossos filhos.
Mas assim nos encontramos, como tal… ya.
Eu penso que sim, em abstrato. Mas esse “dever” tem de existir num contexto em que outros deveres e direitos são igualmente levados a sério, como direito à habitação, saúde e educação. É isso por muito bonito que soe na constituição, na prática é uma miragem para cada vez mais pessoas. Não ter filhos é a consequência natural e lógica da conjuntura económica cada vez mais asfixiante.
Trazer uma criança ao mundo nas condições que estamos os dois pais necessitam de um trabalho estavel e casa… eu nem gaja tenho lol
Mais uma prova de que Portugal segue sendo o país mais conservador da Europa ocidental.
Olá,
Eu acho que ninguém se deve sentir obrigado para com o resto da sociedade, a ter filhos, pese embora o facto de compreender alguns dos argumentos por vezes apresentados em defesa desse ponto de vista.
Em última análise, acho que é uma escolha pessoal que recai sobre cada indivíduo, com as suas respetivas vontades, valores, desejos e aspirações. Cabe a cada um pesar aquilo que é importante para si e decidir em consciência.
Pela minha parte e até pode parecer estranho, mas quando penso neste assunto (ter filhos, entenda-se…), lembro-me de todos aqueles que vieram antes de mim e de todas as vidas vividas pelas gerações e gerações de antepassados meus, numa “linhagem genética” que se estende praticamente até ao infinito…
Por vezes, parece que sinto todos os sacrifícios, lutas, sofrimentos e dificuldades pelas quais passaram os meus parentes, para que eu hoje pudesse estar aqui, vivo.
Às vezes sinto-os a todos aqui comigo, e, de certa forma, todos eles vivem dentro de mim, porque os meus genes são, afinal, os genes deles… Sinto uma profunda gratidão por todos eles e uma responsabilidade por fazer também a minha parte, e, tal como eles fizeram, “passar o testemunho” aos meus descendentes.
Sinto que seria um desperdício da minha parte, “deitar fora” todo os sacrifícios passados, fazendo simplesmente “Shift + Delete” ao meu próprio código genético. Se tudo correr bem, serei eu um dia também, um dos antepassados de alguém, é essa que sinto ser a minha responsabilidade e um direito de nascença na verdade, porque todos os seres vivos neste planeta, têm por função/direito, reproduzirem-se. O ser humano não é diferente.
Independentemente das minhas idiossincrasias pessoais em relação a este assunto, entendo perfeitamente todos os argumentos apresentados noutros comentários, por quem tem uma perspetiva de certa forma “oposta” à minha.
Num planeta sobrelotado com mais de 8 mil milhões de pessoas, com recursos virtualmente esgotados, irreversivelmente alterado no seu clima, num momento histórico sociopolítico insuportável, onde a água escasseia, inundações e incêndios descontrolados tornam-se frequentes, a comida começa a rarear… o que é um dever é *não* ter filhos.
Mais: não me parece correcto olhar para uma criança como um mero meio despersonalizado para atingir um suposto fim social qualquer, para pagar uma qualquer suposta dívida social.
Giro, giro é depois ir ver a diferença de natalidade na Escandinávia em relação a Portugal.
Sinto que sentem essa pressão porque cada vez mais a nossa população está idosa e a esperança média de vida aumentou, mas não acho que tenhamos condições para ter filhos.
Talvez isso seja dos maiores motivos de não quererem ter filhos e acaba por levar comentários mais desagradáveis a questionar o porquê de ainda não terem filhos…
Ter putos é um dever? Essa é a primeira vez que oiço
Nope. Não há qualquer problema em resolver o problema demográfico com imigração, desde que seja controlada, respeitando as leis. Fechar os olhos e não dar condições q esses imigrantes é péssimo.