Compra 3 apartamentos e recebe um desconto de amigo

12 comments
  1. Essas condições de pagamento são o que mais me preocupa! Precisam de 40% até à estrtutura de betão porquê? Não têm liquidez para a construção terminar sem ter entrada de dinheiro para o próprio apartamento?

    Isto parece muito os equemas da Evergrande e do que se passou na China

  2. Não sei o que é pior uma promessa de yield de 6% ou seja um valor abaixo de inflação e praticamente metade dos mercados internacionais.

    Ou o facto que o investimento inicial é de 40% e nem data estimava para o final da obra tem.

    Ou seja a empresa que está a construir não tem capital próprio e ainda se vende como uma investimento seguro., isto devia ser ilegal ou muito mas muito fiscalizado.

  3. Perfeitamente normal. Daqui a uns anos, quando estiverem prontos e se souber que algum político comprou um vão acusar de ser favorecimentos políticos por ter comprado “tão barato”

  4. Se os estúdios são registados como serviços então não têm licença de habitação, certo? Sendo assim não é possível, por exemplo, acesso a crédito habitação.

  5. No Brasil houveram imensas quebras na década de 80 e 90. Desde então cada obra possuiu um cnpj (num. Contribuinte de empresa) e o dinheiro dos compradores vai para essa empresa.
    A empreiteira não pode usar aleatoriamente esses recursos. Assim em caso de problemas o capital em teoria estaria protegido.
    Lá por 2008 houveram outras crises (com as empresas alavancadas) algumas obras foram terminadas pelos compradores, só da trabalho pois envolve encontrar outra construtora.
    No Brasil o que mais há são incorporadoras. Entram com o capital para viabilizar esse começo da obra sem pedir 25%. E junto algum banco que fornece a garantia da parte dos compradores (aprovando crédito e financiando o restante da obra).

  6. Havia em Coimbra uma construtora que não pedia dinheiro a bancos, numa altura em que a inflação era o dobro ou o triplo de agora (e anda tudo a chorar pelos cantos). Imaginem os juros. O único banco que emprestava para imobiliário era a CGD. Os restantes bancos estavam nacionalizados e tudo era mais difícil.

    De maneira que essa construtora, cujos donos funcionavam sempre com base no dinheiro vivo e contas na hora, recebiam o sinal ainda os prédios estavam em planta, como se dizia. Com o sinal levantavam a estrutura, com a segunda tranche pagavam os acabamentos e com a entrega da chave recebiam o que restava. Era na altura quem conseguia construir e fizeram-nos nos sítios mais esquisitos. Com muito má arquitetura, mas era o que havia.

    Este modelo era muito comum.

    Atenuou-se quando a fada altura se liberalizou a banca, a inflação e já júris desceram a níveis europeus, houve facilidades de crédito, etc.
    Pelos vistos voltou.

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