FP-25 de Abril. As bombas, as balas e os “inimigos a abater”

3 comments
  1. Será que a seguir vão publicar alguma coisa sobre o MDLP?

    Spoiler: Não vão. (A não ser que seja para dar o spin que não é comparável aos terroristas das FP-25 e que no fundo até eram bons moços os do MDLP)

    >A 2 de janeiro do ano seguinte surge uma nova vaga de atentados bombistas atribuídos à extrema direita (MDLP e ELP), que durante alguns meses atacaram sedes esquerdistas. Em agosto, a Polícia Judiciária e a Polícia Judiciária Militar prendem suspeitos da rede bombista.
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    >Ainda nesse mês, o MDLP reorganiza-se, e em fins de janeiro de 1976, militares do ELP e do MDLP, fugidos do país aquando do 11 de março, começam a regressar. Em abril, ocorre **um novo atentado à bomba atribuído ao MDLP, que faz explodir o carro onde seguia um candidato de esquerda a deputado pelo círculo de Vila Real, o padre Maximino de Sousa (mais conhecido como padre Max) e uma estudante de nome Maria de Lurdes Pereira.**
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    >O ataque à Embaixada de Cuba foi, ainda nesse mês, reclamado pelo Movimento Anticomunista Português, que mantinha ligações com o MDLP.

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