A notícia dá mais indicações avançadas sobre as negociações entre o governo e o BE. Na prática, mais estado, mais regulamentação, mais leis, mais decretos, mais imposições legais e regulatórias, menos liberalismo, mais pobreza. É o paradoxo dos tempos modernos: na economia, quanto mais bondosos queremos ser através da lei e do estado, menos resultados bondosos alcançamos na prática. Explicar este paradoxo a alguém de esquerda é tarefa hercúlea, mas compreensível porque de facto é paradoxal. Mas o exemplo que eu dou aos meus amigos de esquerda, para que compreendam, é o caso da religião. A religião também quer apenas ajudar os pobres, praticar o bem e evitar os pecadores, e contudo os países mais religiosos são aqueles onde há mais pobreza e criminalidade.
Não percebo a ideia do BE da “dedicação plena” ao SNS.
Se as condições de trabalho fossem boas no SNS e se punisse devidamente as situações abusivas as pessoas não fugiam todas do SNS para o privado nem faziam as manhosices que fazem.
​
mas isto sou eu que não percebe nada disto.
Mas a exclusividade já não existiu para os médicos?
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A notícia dá mais indicações avançadas sobre as negociações entre o governo e o BE. Na prática, mais estado, mais regulamentação, mais leis, mais decretos, mais imposições legais e regulatórias, menos liberalismo, mais pobreza. É o paradoxo dos tempos modernos: na economia, quanto mais bondosos queremos ser através da lei e do estado, menos resultados bondosos alcançamos na prática. Explicar este paradoxo a alguém de esquerda é tarefa hercúlea, mas compreensível porque de facto é paradoxal. Mas o exemplo que eu dou aos meus amigos de esquerda, para que compreendam, é o caso da religião. A religião também quer apenas ajudar os pobres, praticar o bem e evitar os pecadores, e contudo os países mais religiosos são aqueles onde há mais pobreza e criminalidade.
Não percebo a ideia do BE da “dedicação plena” ao SNS.
Se as condições de trabalho fossem boas no SNS e se punisse devidamente as situações abusivas as pessoas não fugiam todas do SNS para o privado nem faziam as manhosices que fazem.
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mas isto sou eu que não percebe nada disto.
Mas a exclusividade já não existiu para os médicos?