Lisboa. Inferno do trânsito voltou em força e está pior que pré-pandemia

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  1. > “O Metropolitano de Lisboa registou 8 442 194 validações em setembro de 2021. Este valor corresponde a 57,2% das validações do período homólogo de 2919, quando o ML registou 14 760 700 validações.

    HeHeHeHE

  2. Não é de espantar. Muita gente não quer voltar a transportes públicos sobre-lotados. Infelizmente isto também dá alguma força ao discurso do governo sobre o custo dos combustíveis.

  3. Tornem obrigatário ou encorajem o Home Office de pelo menos 2x por semana sempre que o emprego o permita.
    Acredito que esta medida simples ajuda a resolver este problema parcialmente.

  4. O artigo está muito interessante.

    Uma coisa que adorava saber é comparar o volume de ubers e afins com antes da pandemia ou ao longo do tempo. é incrivel a quantidade a mais de TVDEs que estão na estrada e noto que gente sem lugar para estacionar ou que tem medo de de guiar em Lisboa toma o uber em vez de ir de metro ou autocarro.

  5. Tenho estado a trabalhar remoto mas tive de me dirigir duas vezes ao trabalho nas últimas semanas. Na primeira vez fui de carro, achei que seria rápido dadas as vezes que fui no verão e nas quais me tinha despachado bem. Não podia estar mais enganado: perdi 45 minutos na Segunda Circular, mais 30 à procura de estacionamento; e a voltar apanhei dois acidentes que me fizeram desviar imenso a rota. Na segunda vez decidi que mais valia ir de transportes. Demorei meia-horinha, o comboio e o metro nem sequer estavam sobre-lotados e não senti muita insegurança por causa da COVID. Só me faltava era ter o passe porque aquela merda ainda saiu cara.

  6. Também só agora se está a sentir o efeito de obras estruturantes como a nova Praça de Espanha. Mas o futuro passa por retirar as empresas para fora de Lisboa e colocar à volta, para assim não termos todos de ir para o mesmo sítio e afunilar nos mesmos locais. É bom para todos, principalmente Lisboa.

  7. Tivemos uma oportunidade de ouro para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis, fazer alguma coisa pelas alterações climáticas e melhorar a qualidade de vida da população.

    Costa, vai pó caralho, e partidos de esquerda que exigiram todas aquelas contrapartidas (patrão pagar electricidade, internet e afins) tirando o incentivo ao patrão idem (e digo eu isto sendo um esquerdalho).

    Tenho andado cheio de sono, cansado, a render bastante menos no escritório do que em casa. Ontem o ar em lisboa estava super poluído e cheguei a casa cheio de dores de cabeça e alguma dificuldade em respirar. Isto vale tudo realmente a pena. A sério, vai pó caralho António Costa.

  8. Segundo os ambientalistas, devemos subir mais a taxa de carbono no preço dos combustíveis para desincentivar o uso de veículo próprio. /s

    Pouco estive em home office e Tenho notado este aumento de fluxo de trânsito, desde Outubro que tem estado caótico, o pandemónio, arrisco a dizer que está inclusive pior que no pre pandemia, trânsito na segunda circular e ic19 até às 10/11h, trânsito no eixo norte sul a começar às 15h, trânsito em localidades onde antes não havia… Enfim.

    A minha solução foi simples, tem duas rodas e um motor a gasolina, nada que uma mota não resolva… Até começar a chover, aí logo se vê.

  9. Que saudades da quarentena. De poder circular pelas avenidas de Lisboa a velocidade que bem entender.

    Atravessar Lisboa de ponta a outra em menos de 15minuntos.

  10. no porto é igual, obras por todo lado, trânsito infernal e transportes ainda mais lotados do que antes…

  11. No Porto é igual. Desde há 3 semanas para cá que cada semana tem sido pior que a anterior e eu chego cada vez mais atrasado ao trabalho. Na segunda inclusivé, demorei 1:45h para fazer um trajeto que demoraria cerca de 20min. Um gajo já sai as 7 e pouco para fugir do transito e esta hora já é hora de ponta.

  12. Muitas pessoas também não devem ainda ir ao escritório de forma regular.

    Certamente faz com que comprar o passe mensal não pareça um bom investimento, preferem ir de carro.

  13. Culpa do Moedas, com o Medina era só prémios internacionais e noticias positivas nos jornais, nem demorou um dia para os problemas aparecerem.

  14. Os preços dos passes desceram mas o serviço ficou exatamente igual (e nos primeiros meses de descida viu-se o aumento louco da procura, que a oferta não acompanhou). O serviço de transportes públicos precisa de ser competitivo (não é, por exemplo não existem faixas BUS suficientes ou percursos eficazes para minimizar o tempo de viagem). Enquanto não for, as pessoas vão sempre optar pelo conforto de um carro, ao menos que não tenham chance. Invistam numa rede de transportes eficaz e ATUALIZADA.

  15. Pergunto-me é onde é que estas pessoas todas que antigamente iam de transportes e agora vão de carro o deixam estacionado… e quanto pagam por dia para o fazer.

  16. Acho que se podia definir uma regra simples. Nenhuma empresa ou estado pode definir o local de trabalho dos colaboradores. Incentivando o foco nos resultados de cada pessoa.

    No caso da natureza da sua actividade o permitir, o colaborador pode exercer parcial ou totalmente em teletrabalho. Ficando a definir com a empresa quantos dias por semana o colaborador quer ir para o escritorio (por questões de organização do espaço da empresa)

    Se a natureza da actividade não o permitir, ai o colaborador é obrigado a “decidir” ir para a empresa.(pois se não o fizer não terá resultados e a empresa despede nos primeiros 6 meses) Mas é escolha dele e se ele conseguir arranjar forma de alterar esta situação pode escolher ficar em teletrabalho.

  17. Eu validava o passe todos os dias úteis até ao covid e agora nem pensar. Metro à hora de ponta é para esquecer, mesmo a 57% da lotação. Significa que em vez de o sovaco do vizinho estar a 10 cm do meu nariz, está a 30 ou 40. Não é o distanciamento necessário em tempos de pandemia.

    Além disso, cada vez mais se vê pessoas sem máscara nos transportes, e quando fazes sinal ainda refilam. Já desisti de o fazer porque em 100 vezes que o fizer vou ter 10 que metem a máscara, 89 que não metem e me insultam, e um que vai mesmo querer bater-me, não vale a pena.

    Felizmente, posso trabalhar remotamente e tenho também um percurso quase 100% ciclovia de casa até ao trabalho, portanto tem sido 2x por semana bicicleta e o resto remoto. Já antes da pandemia não usava carro dentro de Lisboa e continuo a não usar.

  18. Não censuro o pessoal que vai de carro. Hoje ás 7 e pouco da manhã a Fertagus achou boa ideia mandar comboios pequenos numa das alturas em que há ais gente. Resultado: pessoas como sardinha em lata e gente a ficar na plataforma porque não conseguiu entrar.

    Eu já estava no comboio e queria sair porque havia demasiada gente, não me sentia confortável mas não consegui sair porque havia demasiada gente a entrar. A pandemia ainda não acabou e o virus ainda anda por aí, está certo que vacinado as hipoteses de apanhar são menores mas situações destas são completamente evitáveis da parte das empresas de transportes.

  19. A A33 está um verdadeiro inferno. Dei por mim a sair na Moita para chegar ao Montijo quando trabalho no mesmo sítio há anos e nunca tinha feito isso.

    Também demoro mais só a sair da minha localidade agora do que o tempo que demorava a chegar ao Montijo há 3 anos atrás.

  20. A minha irmã foi “obrigada” a voltar para o escritório, depois de tanto teletrabalho.
    Disse-me que a produtividade agora anda uma merda. Já nem gosta do trabalho.
    Será que estas chefias de m#rd@ têm uma necessidade psicótica de terem os seus funcionários ao pé como um pastor quer ver sempre as suas ovelhas? Fico louco com isto.
    No meu trabalho percebe-se, trabalho com máquinas complexas, mas trabalhos de escritório sem atendimento ao público, caramba, poupem-me.

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