Hotéis a abrir em Lisboa com procura crescente de turistas, mas falta de pessoal: “É um teste permanente aos nossos limites”

16 comments
  1. Talvez pagarem uns ordenaditos melhores e não obrigarem a turnos de 12 horas ajudasse a resolver essa situação, penso eu de que…..

  2. 1* passo : Abrir um negócio

    2* passo : Encontrar funcionários

    3* passo : Oferecer o mínimo

    4* passo : Indignar-se com a falta de mão de obra.

    5* passo : Imigrantes (Nota: comentário sem qualquer tipo de xenofobia )

    6* passo : Tecer comentários : “Portugueses não querem trabalhar ” (Nota: comentário sem qualquer tipo de xenofobia )

    7* passo: ” É um teste ao nossos limites ”

    8*passo : A quanto é que tá o novo Porche Cayenne ? E um T7 no Algarve ?

  3. O grande problema que estou a ver é a falta de casas na área metropolitana e falta de transportes na mesma. Os imigrantes até querem vir, mas para onde vão? Está tudo cheio e ocupado.

  4. Patrão: “Porra pá! Como é que raio vou conseguir atrair mais pessoal para trabalhar no meu negócio! Se ao menos houvesse uma espécie de incentivo que poderia dar… Vou ponderar a questão enquanto folheio o novo catálogo da BMW/Mercedes/Porsche…”

  5. Requesitos:

    Licenciatura

    5 anos de experiencia

    ​

    Salario: “Competitivo” aka mínimo mas com equipa jovem e dinâmica!

    ​

    Que luxo.

  6. Vira se a minha senhoria quando me vê na rua.

    Ninguém quer trabalhar na tinturaria do meu marido. Respondo eu diplomaticamente, os portugueses agora já não estão disponíveis para trabalhar por pouco em condições difíceis.

    Diz ela pois, mas a minha filha está em contacto com uma agência de trabalho em Marrocos para nos enviarem trabalhadores.

    Muitos não se vão fixar, ela vai perder os ganhos de eficiência que vêem com a experiência adquirida, não vao falar português o que irá certamente ter custos de produtividade pois os restantes trabalhadores não falam nem Marroquino nem Inglês.

    É o que é.

  7. Não vão ter problemas em encontrar ~~escravos~~ trabalhadores…. ali o Martim Moniz esta cheio de Bangladeshis dispostos a trabalhar quase 24h/dia por 400 euros ao mês e uma sandes…

  8. A opção seria pagar melhor, mas lógico que não será feito isso , irão suprir essa carência com mão de obra escrava, digo de imigrantes

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