Em declarações à Lusa, após uma reunião do Conselho Nacional da Fnam, a presidente da estrutura sindical, Joana Bordalo e Sá, disse que o sindicato assumirá que o Governo “vai legislar unilateralmente um novo regime de trabalho” para os médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) se mantiver na próxima ronda negocial extraordinária, a última, que se realiza na próxima terça-feira, a proposta final de aumentos salariais e de dedicação plena apresentada esta semana aos sindicatos. A Fnam rejeita que “parte variável” do salário dos médicos de família (que trabalham nos centros de saúde) passe “a depender do número de exames ou prescrições terapêuticas”, com “potencial ingerência na prática clínica e prejuízo consequente para os utentes”. A Federação, que responsabiliza o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, com as suas propostas, pela saída de médicos do SNS para o estrangeiro e para o setor privado, tem uma nova greve nacional de dois dias marcada para 14 e 15 de novembro (depois das ocorridas em julho e agosto) e uma manifestação à porta do Ministério da Saúde, em Lisboa, a 14 de novembro.
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### Fnam. Governo “vai legislar unilateralmente um novo regime de trabalho”
[Notícia Original](https://www.noticiasaominuto.com/pais/2396406/fnam-governo-vai-legislar-unilateralmente-um-novo-regime-de-trabalho) | 2023-09-12 | Keywords: Fnam^1 Joana^2 Saúde^3 euros^4 Bordalo^5
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Em declarações à Lusa, após uma reunião do Conselho Nacional da Fnam, a presidente da estrutura sindical, Joana Bordalo e Sá, disse que o sindicato assumirá que o Governo “vai legislar unilateralmente um novo regime de trabalho” para os médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) se mantiver na próxima ronda negocial extraordinária, a última, que se realiza na próxima terça-feira, a proposta final de aumentos salariais e de dedicação plena apresentada esta semana aos sindicatos. A Fnam rejeita que “parte variável” do salário dos médicos de família (que trabalham nos centros de saúde) passe “a depender do número de exames ou prescrições terapêuticas”, com “potencial ingerência na prática clínica e prejuízo consequente para os utentes”. A Federação, que responsabiliza o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, com as suas propostas, pela saída de médicos do SNS para o estrangeiro e para o setor privado, tem uma nova greve nacional de dois dias marcada para 14 e 15 de novembro (depois das ocorridas em julho e agosto) e uma manifestação à porta do Ministério da Saúde, em Lisboa, a 14 de novembro.
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