No capítulo dedicado às telecomunicações, a organização considera que há falta de concorrência no mercado, e aponta aos três operadores dominantes (Meo, NOS e Vodafone) a “falta de disponibilização de informação transparente”, a “complexidade e elevados custos do processo de finalização do contrato durante a fidelização”, as “dificuldades e elevados custos na mudança de operadores”, o facto de os novos contratos serem “em pacote”, isto é, englobarem os vários serviços ao mesmo tempo, e, ainda, o facto de os períodos de fidelização serem, “geralmente”, de 24 meses, o tempo máximo permitido por lei.
Ainda não percebi como é que a entidade reguladora anda sempre a reclamar, faça as regras e aplique, depois quem não as seguir passa-se coimas.
O regulador tem de regular o mercado e dar as regras as empresas, não as empresas a obrigarem o regulador a seguir as regras que lhes dão jeito.
Esta historia das telecoms já se arrasta aos anos que já mete tanto nojo quanto a TAP e os CTTs
Há alguma esperança para o fim da fidelização dos contratos de operadoras?
>A multinacional explica que a maioria dos clientes opta pelo período de fidelização de 24 meses pois “é aquele que permite uma adesão aos serviços sem custos de entrada associados à instalação/ativação do serviço”.
Isso é atirar areia para os olhos das pessoas. Eu não optei, não conheço ninguém que tenha optado por 24 meses por gosto, da forma como as coisas funcionam é mais coação.
Acho piada chamarem “guerra” quando na realidade conversa entre eles a combinar os mesmos preços e aposto que depois dão prendas uns aos outros.
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No capítulo dedicado às telecomunicações, a organização considera que há falta de concorrência no mercado, e aponta aos três operadores dominantes (Meo, NOS e Vodafone) a “falta de disponibilização de informação transparente”, a “complexidade e elevados custos do processo de finalização do contrato durante a fidelização”, as “dificuldades e elevados custos na mudança de operadores”, o facto de os novos contratos serem “em pacote”, isto é, englobarem os vários serviços ao mesmo tempo, e, ainda, o facto de os períodos de fidelização serem, “geralmente”, de 24 meses, o tempo máximo permitido por lei.
Ainda não percebi como é que a entidade reguladora anda sempre a reclamar, faça as regras e aplique, depois quem não as seguir passa-se coimas.
O regulador tem de regular o mercado e dar as regras as empresas, não as empresas a obrigarem o regulador a seguir as regras que lhes dão jeito.
Esta historia das telecoms já se arrasta aos anos que já mete tanto nojo quanto a TAP e os CTTs
Há alguma esperança para o fim da fidelização dos contratos de operadoras?
>A multinacional explica que a maioria dos clientes opta pelo período de fidelização de 24 meses pois “é aquele que permite uma adesão aos serviços sem custos de entrada associados à instalação/ativação do serviço”.
Isso é atirar areia para os olhos das pessoas. Eu não optei, não conheço ninguém que tenha optado por 24 meses por gosto, da forma como as coisas funcionam é mais coação.
Acho piada chamarem “guerra” quando na realidade conversa entre eles a combinar os mesmos preços e aposto que depois dão prendas uns aos outros.