Os números não são exaustivos (há sempre oferta que escapa às estatísticas), mas a sua grande cobertura permite desenhar a tendência, diz Ricardo Guimarães, diretor da consultora. A crise na habitação, com quebras nas vendas e subida das taxas de juro, não alargou a oferta neste mercado nem baixou o valor das rendas. Como realça, o arrendamento tem funcionado como estabilizador social em tempos de crise, mas não é esse o papel que está atualmente a desempenhar.
E é parte da razão porque as que há estão tão caras.
Mas opa…
Tudo o contrário que a esquerda quer?
Mas assim os construtores e investidores n vão ganhar ainda mais dinheiro esses gatunos?!
Não não vamos é nivelar por baixo! Esses gatunos dos construtores investidores e senhorios têm é de sofrer mais!!
Isto é um artigo comprado pela direita, ou um ataque directo à esquerda não pode ser um artigo sério. Cambada de lobbistas!!!
Onde é que já se viu… apoiar os construtores e investidores tá tudo maluco!
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Para Reis Campos, o problema da habitação “só será definitivamente solucionado com uma forte aposta e incentivos à construção e reabilitação de casas”. O presidente da AICCOPN defende a necessidade de o Estado instaurar confiança nos investidores – que foi abalada com o pacote governamental e já conduziu ao abrandamento da atividade -, criar linhas de crédito bonificadas à construção, apoiar a capacitação das empresas, através de incentivo à utilização de novos processos construtivos mais eficientes, como a construção modular e off-site, e utilizar a fiscalidade sobre o imobiliário como indutora do investimento privado. A nível fiscal, pede “a aplicação da taxa reduzida de IVA a toda a construção, reabilitação e conservação de imóveis de habitação, a eliminação do AIMI, o IMI que reverte para o Estado, a atualização das tabelas de IMT em função da valorização dos imóveis, entre outras”, que considera “essenciais para a redução do custo” das casas em Portugal.
5 comments
Preços tabelados, restrições ao investimento, insegurança jurídica, parasitismo, elevados impostos, políticos xenófobos…
Quem diria que a estratégia mais comum na América latina também aqui não funcionaria.
Não funcionou com Hugo Chávez, nem com Salazar, nem na união soviética. Estas políticas públicas são um desastre.
### Casas para venda no país sofrem queda de quase 40% numa década
[Notícia Original](https://www.dinheirovivo.pt/economia/nacional/casas-para-venda-no-pais-sofrem-queda-de-40-numa-decada-17132408.html) | 2023-10-09 | Keywords: Ricardo^1 Guimarães^2 construção^3 estado^4 Portugal^5
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Os números não são exaustivos (há sempre oferta que escapa às estatísticas), mas a sua grande cobertura permite desenhar a tendência, diz Ricardo Guimarães, diretor da consultora. A crise na habitação, com quebras nas vendas e subida das taxas de juro, não alargou a oferta neste mercado nem baixou o valor das rendas. Como realça, o arrendamento tem funcionado como estabilizador social em tempos de crise, mas não é esse o papel que está atualmente a desempenhar.
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[GitHub](https://github.com/bernardopimenta21/RedditSummarizerBot.git) | Feedback and comments are appreciated.
COMPRARAM
TODAS
E é parte da razão porque as que há estão tão caras.
Mas opa…
Tudo o contrário que a esquerda quer?
Mas assim os construtores e investidores n vão ganhar ainda mais dinheiro esses gatunos?!
Não não vamos é nivelar por baixo! Esses gatunos dos construtores investidores e senhorios têm é de sofrer mais!!
Isto é um artigo comprado pela direita, ou um ataque directo à esquerda não pode ser um artigo sério. Cambada de lobbistas!!!
Onde é que já se viu… apoiar os construtores e investidores tá tudo maluco!
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Para Reis Campos, o problema da habitação “só será definitivamente solucionado com uma forte aposta e incentivos à construção e reabilitação de casas”. O presidente da AICCOPN defende a necessidade de o Estado instaurar confiança nos investidores – que foi abalada com o pacote governamental e já conduziu ao abrandamento da atividade -, criar linhas de crédito bonificadas à construção, apoiar a capacitação das empresas, através de incentivo à utilização de novos processos construtivos mais eficientes, como a construção modular e off-site, e utilizar a fiscalidade sobre o imobiliário como indutora do investimento privado. A nível fiscal, pede “a aplicação da taxa reduzida de IVA a toda a construção, reabilitação e conservação de imóveis de habitação, a eliminação do AIMI, o IMI que reverte para o Estado, a atualização das tabelas de IMT em função da valorização dos imóveis, entre outras”, que considera “essenciais para a redução do custo” das casas em Portugal.