> O perdão da dívida vai permitir à transportadora investir na melhoria do serviço, assegura.
“JURO PELA MINHA MORTE, JOCA”
Que nova taxa vamos apanhar para equilibrar as contas certas?
Para contextualizar para quem não leu: esta dívida da CP resultou de décadas em que a operadora foi obrigada (e bem) pelo estado a operar serviços deficitários (que são todos excepto o longo curso entre Lisboa e Porto), mas sem reassercer a empresa por esse serviço público prestado.
E sim, faz todo o sentido que a CP opere serviços deficitários. Um serviço de transporte não se mede pelo lucro, mas sim pela mobilidade das pessoas e oportunidade económica que garante. Quem não concorda deverá defender que todas as estradas, sem excepção, devem ser portajadas, visto que a sua manutenção é muito mais deficitária.
E? A “divida” não é dívida da CP. É dívida do estado que não lhe apeteceu dar-lhes o orçamento correcto. Isto são manobras contabilistas de dinheiro dentro do estado.
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> O perdão da dívida vai permitir à transportadora investir na melhoria do serviço, assegura.
“JURO PELA MINHA MORTE, JOCA”
Que nova taxa vamos apanhar para equilibrar as contas certas?
Para contextualizar para quem não leu: esta dívida da CP resultou de décadas em que a operadora foi obrigada (e bem) pelo estado a operar serviços deficitários (que são todos excepto o longo curso entre Lisboa e Porto), mas sem reassercer a empresa por esse serviço público prestado.
E sim, faz todo o sentido que a CP opere serviços deficitários. Um serviço de transporte não se mede pelo lucro, mas sim pela mobilidade das pessoas e oportunidade económica que garante. Quem não concorda deverá defender que todas as estradas, sem excepção, devem ser portajadas, visto que a sua manutenção é muito mais deficitária.
E? A “divida” não é dívida da CP. É dívida do estado que não lhe apeteceu dar-lhes o orçamento correcto. Isto são manobras contabilistas de dinheiro dentro do estado.